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Tomaram posse na tarde de hoje o coordenador e subcoordenador do curso de Ciência da Computação. Foram escolhidos para ocupar os cargos os professores Renato Antônio Celso Ferreira e Omar Paranaíba Vilela Neto, respectivamente.

 

 

Além dos professores citados, estavam presentes na reunião o diretor do ICEx, professor Antônio Flávio de Alcântara, o vice-diretor, professor Francisco Dutenhefner, e o chefe do Departamento de Ciência da Computação, professor José Nagib Cotrim Árabe.

 

 

Essa é a terceira vez que o professor Renato é conduzido à coordenação do colegiado. O Docente concluiu a graduação em Ciência da Computação na UFMG em 1990 e atua como professor na mesma universidade desde 2002. Ferreira tem como principal área de pesquisa o campo de Sistemas Computacionais.

 

 

Já o professor Omar atua como docente do DCC desde 2010. Seu principal interesse de pesquisa é a Nanocomputação. O professor e graduado em Engenharia da Computação e pós-doutorado em Ciência da Computação, ambos os cursos pela PUC-Rio.

 

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A professora Cibele Comini César, do Departamento de Estatística do Instituto de Ciências Exatas (Icex) da UFMG, receberá o Prêmio Capes-Elsevier 2015, em cerimônia que será realizada no dia 12 de novembro, em Brasília.

 

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Iniciativa da Editora Elsevier, com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o prêmio reconhece pesquisadores brasileiros que, em sua carreira acadêmica, apresentam produção científica de destaque e excelência retratada na base de dados Scopus, a mais ampla plataforma de resumos e citações de literatura científica mundial.

Na avaliação da professora Cibele Comini, o prêmio carrega um significado especial, pois valoriza o trabalho dos profissionais da estatística que analisam dados em busca de respostas para os problemas sociais. “O reconhecimento a esse grupo de pesquisadores deve ser equivalente ao dos profissionais que desenvolvem as metodologias”, defende.

Vencedora na categoria Ciências Sociais Aplicadas, Cibele Comini é professora do Icex desde 1983. Trabalha com modelagem estatística, em parceria com pesquisadores das áreas de saúde pública e demografia, com ênfase em análise de dados que apresentam estrutura de correlação, sejam eles transversais (multiníveis) ou longitudinais.

Cibele Comini graduou-se em Estatística na UFMG, é mestrem em Estatística pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), e doutora em Demografia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da UFMG.

(ufmg.br)

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À esquerda, o alinhamento ideológico dos congressistas americanos, coerente com a orientação de seus partidos; à direita, o posicionamento dos parlamentares brasileiros, revelador da fragmentação partidária existente na política nacional

 

A tessitura social brasileira não é tão complexa que justifique a atuação de 36 partidos políticos nas últimas duas décadas, afirma o professor Pedro Vaz de Melo, do Departamento de Ciência da Computação. Ele desenvolveu um método computacional para avaliar e reduzir a fragmentação partidária que, na opinião de cientistas políticos, limita a governabilidade e traz prejuízos para o país.

Em artigo publicado no último dia 14, na revista acadêmica Plos One, editada pela Public Library of Science, dos Estados Unidos, Vaz de Melo se valeu do método Arrange para analisar 744 mil votações realizadas na Câmara dos Deputados, no período de novembro de 1998 a dezembro de 2014.

"Com base nos dados históricos de votações dos congressistas, o método consegue descobrir o número 'ideal' de partidos políticos que um país deveria ter. No caso do Brasil, esse número poderia variar de cinco a 13", afirma o pesquisador, que sugere três cenários de rearranjos partidários, com transferência de parlamentares para algumas siglas e extinção de outras.

Os novos arranjos seguem o critério da chamada disciplina partidária, traduzida no índice de observância, pelo deputado, das orientações de seu partido. Em todos os cenários propostos, o percentual de disciplina permaneceria alto – superior a 90%.

Métrica
Vaz de Melo iniciou sua análise com informações de novembro de 1998, momento em que a base de dados do Poder Legislativo, no Portal da Transparência, passou a incluir a orientação partidária para cada item submetido a votação no Congresso. “A disciplina partidária é métrica fundamental nessa avaliação, por isso, era imprescindível saber se o parlamentar acatou ou não a recomendação do seu partido”, explica o pesquisador.

Análises dos dados coletados revelaram alto índice de disciplina partidária. Considerando como disciplina partidária o percentual geral de votos coerentes com as orientações do partido, Vaz de Melo observou que, dos 744 mil votos analisados, 92,6% atenderam a essa condição. A disciplina partidária média dos deputados foi de 91,6%.

Após analisar o posicionamento histórico de cada parlamentar, Vaz de Melo passou a estudar possíveis arranjos, com a transferência de alguns políticos para outros partidos, de modo a extinguir parte das siglas. O critério seguido, nesse movimento, baseou-se na coincidência do comportamento do político com as recomendações da agremiação.

"Trata-se de um problema de otimização: procurei chegar ao menor número de conjuntos em que os deputados mantivessem o mesmo nível de disciplina", explica o professor. Segundo ele, como muitos deputados têm disciplina de 100%, houve partidos, nesse deslocamento, que ficaram com apenas um integrante, porque em nenhum outro ele atingiria o mesmo percentual. Para possibilitar mudanças nesses casos, o método admitiu perda de disciplina, representada pelo parâmetro delta, o único do método.

"Em busca de uma configuração de qualidade nesse rearranjo partidário, usei estatísticas da disciplina partidária para definir três métricas: Q1, Q2 e Q3, sendo a primeira a mais restritiva", explica. Se nos últimos 16 anos o posicionamento dos deputados federais brasileiros coincidiu com a orientação do partido em 92,6% das votações, o selo de qualidade Q1 precisaria manter, no mínimo, a atual configuração. Na configuração gerada quando delta é igual a 0.15 (em escala de zero a 1), foi possível chegar a 13 partidos que abrigariam todos os congressistas que atuaram na Câmara dos Deputados nesse período.

"Nesse caso, a disciplina partidária geral é de 92,7%, e a disciplina partidária média dos deputados é de 92,6%, valores maiores que os atuais", resume o professor, lembrando que todos os arranjos são hipotéticos, uma vez que, no universo de agremiações analisadas, algumas nem chegaram a existir simultaneamente. "Precisei fazer, por exemplo, a fusão de partidos que não são contemporâneos, pois só quatro partidos tiveram orientação em todas as votações analisadas: PMDB, PT, PPS e PSDB", enfatiza.

O professor Vaz de Melo gerou um gráfico em que situa cada deputado de acordo com a sua orientação ideológica (dada pelas suas votações nos últimos 16 anos). Por ele, é possível observar, em sua análise, que "no Brasil, não se consegue rotular claramente um deputado pela ideologia de esquerda ou de direita. As ideologias não são tão definidas, e parece que os partidos se formam em torno de um amplo leque de interesses".

Comparativamente (ver figura acima), no gráfico que ilustra as posições ideológicas dos deputados atuantes nos Estados Unidos, os congressistas de partidos diferentes estão claramente separados. Enquanto isso, no Brasil, é comum ver deputados de partidos diferentes localizados no mesmo espaço no gráfico, indicando que são similares ideologicamente.

Artigo: How many political parties should Brazil have? A data-driven method to assess and reduce fragmentation in multi-party political systems
Autor: Pedro Vaz de Melo
Publicação: 14 de outubro
Disponível no repositório Arxiv

(Ana Rita Araújo/Boletim 1.917)

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Alunos de graduação e pós-graduação apresentaram pôsteres nesta tarde, no saguão da Reitoria, como atividade que integra aprogramação da Semana do Conhecimento. Eles mostraram trabalhos de pesquisa científica e relatos de aproveitamento de experiência em monitorias e projetos de extensão. Até a próxima sexta, 23, terão sido expostos 565 pôsteres de estudos desenvolvidos em todas as áreas do conhecimento.

 

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Alunos do 4º e do 7º período de Licenciatura em Matemática, respectivamente, Thiago Vinícius Ferreira Santos e Tamara Ribeiro de Oliveira apresentaram na mostra o pôster sobre a experiência como monitores dos estudantes que se formarão na modalidade de Educação a Distância pela UFMG.

 

Thiago e Tamara se encontram com os alunos todos os sábados nas cidades de Corinto e Bom Despacho para a resolução de exercícios de matemática. Também atendem por telefone e pelo Facebook. “A monitoria é uma experiência que podemos levar para a sala de aula da educação básica depois de formados”, afirmou Thiago.

 

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Na área de Saúde Pública, uma das pesquisas apresentadas hoje foiA mamografia e seus desafios: fatores socioeducacionais associados ao diagnóstico tardio do câncer de mama, desenvolvida como trabalho de conclusão do curso em Radiologia. Cláudia Assis analisou a baixa procura por exames de detecção do câncer de mama por mulheres com idade acima de 50 anos, considerando o perfil socioeconômico do grupo analisado e a relação com as informações disponíveis sobre a doença.

 

“A mamografia é recomendada para mulheres com idade a partir de 40 anos. Entre 50 e 70 anos, é recomendado o exame bienal, mas, em 2013, de 10 milhões de procedimentos esperados, foram realizados apenas 2,5 milhões”, relatou Cláudia.

 

Segundo ela, para garantir que mais mulheres detectem o câncer nos estágios menos severos da doença, por vezes assintomáticos, "é necessária uma abordagem clara, concisa e culturalmente inteligível sobre o câncer de mama por parte dos profissionais da saúde".

 

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A aluna de mestrado em Estatística Larissa Sayuri Futino dos Santos apresentou alguns resultados de sua pesquisa, que filtra e mapeia relatos de crimes pelos usuários do Twitter. A análise considerou dados da rede social durante 201 dias em 2014 para usuários do estado de São Paulo.

 

Larissa coletou registros que contivessem algum dos 131 termos relacionados a ações criminosas pré-selecionados, como “assassinado”, “tráfico” e “vítima”. Desse montante, filtrou os que relatavam alguma experiência de crime e cruzou com dados geográficos, de renda e número de habitantes. Os dados analisados em vídeos, gráficos e mapas interativos serão reunidos em um site que está sendo construído pela aluna.

 

(UFMG.br)

 

 

 

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As inscrições são abertas a pessoas com ou sem vinculo com a UFMG e podem ser realizadas de 22/10 a 04/11/2015. O curso tem uma carga horária total de 16 horas a serem ministradas na sala 3038 do Instituto de Ciências Exatas, o ICEx, nos dias 07 a 28/11/2015 de 8h às 12h. Horário: Dias 7, 14, 21 e 28/11/2015, de 08:00 às 12:00) 

 

Segundo a professora Ilka Afonso Reis, do Departamento de Estatística, que coordena o curso, esse software é o mais utilizado na área acadêmica, não só pela gratuidade, mas por ser constantemente atualizado com as mais recentes técnicas desenvolvidas na Estatística

 

Mais informações abaixo:

 

Curso do Software Estatístico R - Módulo I  (Turma 02/2015)

Período de matrícula: 22/10 a 04/11/2015

Período de realização: 07 a 28/11/2015

Horário: Dias 7, 14, 21 e 28/11/2015, de 08:00 às 12:00

Local: sala 3038 do ICEx

Carga horária: 16 horas/aula

Investimento: R$ 480,00 à vista.

http://www.cursoseeventos.ufmg.br/CAE/DetalharCae.aspx?CAE=6218.

 

 

 

 

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Reuniram-se hoje na Diretoria do ICEx-UFMG os professores Luiz Cláudio Barbosa, do Departamento de Química, Renato Las Casas e Fernando Augusto Batista, ambos do Departamento de Física, e Antônio Flávio de Alcântara, diretor do Instituto. O objetivo foi dar continuidade ao processo de instituição de parceria com Barbados, país Caribenho.  Representado a nação estrangeira, esteve presente, o Diretor do Instituto JK e cônsul de Barbados, João Alexandre.

 

Nesta reunião uma novidade. Além de Barbados, a Nicarágua, outra nação da América Central, também manifestou interesse de firmar um convenio com o Instituto. De acordo com o cônsul, a Nicarágua prepara-se para construir um canal, semelhante ao existente no Panamá, ligando os Oceanos Indico e Atlântico. Este empreendimento deve abrir muitas portas para parcerias em pesquisa, ensino e extensão.

 

O diretor do ICEx ressaltou o compromisso da universidade com a internacionalização e a importância de divulgar a imagem do Instituto no exterior. Para isso, o professor afirmou que é importante levar nossos docentes aos dois países para que eles apresentem os trabalhos desenvolvidos no ICEx, e despertem o interesse entre alunos e professores do Barbado e Nicaragua e identifiquem quais pontos seriam prioritários para firmar as parcerias.

 

Com experiência no campo de Relações Internacionais, Barbosa, do departamento de Química, citou alguns programas já existentes que podem ser um caminho para a união entre os países. “Existem possibilidades que ainda não são exploradas, como o PEC-G, do MEC, e o programa de intercâmbio da Organização dos Estados Americanos, OEA.”

 

Ao fim do encontrado, ficou acordado a realização de uma visita da embaixadora da Nicaragua, na qual deve ser postulado o convite para uma visita de alguns pesquisadores do ICEx.

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O evento acontece anualmente na UFMG e conta com a participação de professores, estudantes e funcionários técnico-administrativos para promover a reflexão e a difusão do conhecimento. Este ano, serão apresentados mais de três mil trabalhos de estudantes de graduação e pós-graduação, vinculados aos três eixos do tripé acadêmico: pesquisa, ensino e extensão.

 

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Um dos projetos que marcou presença foi o Visitas. As estudantes Virgínia Reis e Luana França, do curso de Matemática, apresentaram no primeiro andar alguns dos jogos utilizados para tornar o conteúdo mais divertido para os estudantes do ensino fundamental e médio. Um deles é o “jogo da velha 3D” que dá uma nova dimensão ao jogo infantil e facilita a introdução do conceito de tridimensionalidade.

 

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Teve quem veio de longe para mostrar seu trabalho. A estudante de pedagogia, Amarildes Soares, veio de Bom Despacho. Seu trabalho foi uma análise da diversidade social no patrimônio cultural do município do centro oeste mineiro. “Na minha cidade o fato da Festa de Nossa Senhora do Rosário ter a participação do Candomblé ainda convive com um dilema entre o fascino pelas músicas, pelas batucadas, pelas cores, pela dança e pela alegria.”

 

Esses trabalhos ficaram expostos nas Unidades Acadêmicas e na Reitoria entre os dias 19 e 23 de outubro. Mais sobre a XXIV Semana do Conhecimento você encontra emhttp://migre.me/rRiwU

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Na última sexta-feira, dia 9 de outubro, a Embaixadora de Barbados, Yvette Goddard, visitou o Observatório Astronômico Frei Rosário. Goddard esteve na instalação da Serra da Piedade duas vezes. Nessas ocasiões, a senhora Yvette pode conversar com os professores Antônio Flávio, diretor do ICEx, e Renato Las Casas, coordenador do observatório. Além deles, também estiveram presentes o senhor João Alexandre, diretor do Instituto JK - Instituto de Estudos Políticos, Sociais e Econômicos Juscelino Kubitschek- e a estudante Larissa Paola Ferraz,monitora do Grupo de Astronomia.

 

A autoridade Caribenha teve a oportunidade de aprender um pouco mais sobre astronomia. Ela também ouviu um pouco sobre a história da instalação e dos projetos e pesquisa desenvolvidos pelo grupo de Astronomia da UFMG, aos quais demonstrou bastante admiração.

 

Os presentes ainda discutiram sobre a possibilidade de futuros intercâmbios entre a UFMG e a Universidade de Barbados.

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No dia 20 de dezembro de 2013, a ONU proclamou o ano de 2015 como o Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas em Luz. A UFMG, como uma das organizações envolvidas no propósito de conscientizar a população mundial a respeito da importância da luz e das tecnologias óticas, promoverá um Café Controverso para debater o Ano Internacional da Luz – Tecnologias Baseadas em Luz e Poluição Luminosa. Estarão presentes no Espaço do Conhecimento UFMG, dia 17 de outubro, às 11 horas, o professor de Física da UFMG, Pierre Louis de Assis e o astrônomo amador do Ceamig e do Sonear, Cristovão Jacques. O evento tem entrada gratuita.

 

Cristovão Jacques, como astrônomo amador, tem uma relação muito próxima com o céu e, consequentemente, com as questões envolvendo a luz. “A luz é uma das coisas mais importante no nosso trabalho; sem a luz, não conseguimos captar sinais e informações do espaço. Amaioria das descobertas de objetos astronômicos é feita a partir da medição dela”, diz o pesquisador. Atualmente, um dos responsáveis pelo observatório SONEAR, Cristovão Jacques já esteve envolvido no processo de descoberta e nomeação de planetas. Ele comenta a importância da discussão sobre a poluição luminosa:

 

“Quando escolhemos um lugar para construir um observatório, a primeira condição é que seja um local escuro e longe das grandes cidades, então a questão da poluição luminosa é muito importante no nosso trabalho. A poluição luminosa é causada em parte pela não utilização de tecnologias corretas; a iluminação pública consome 10% da energia total gerada. Com luminárias e técnicas mais eficientes, seriam economizados 30% dessa energia gasta. Além disso, existem inúmeros impactos biológicos; o excesso de iluminação pode prejudicar e afastar pássaros e outros predadores.”, completa.

 

Pierre Louis aponta como as discussões do Ano da Luz acabam voltadas para a questão da energia elétrica. "Afinal, dizemos que "acabou a luz" quando falta eletricidade. Infelizmente, isso deixa de fora muitas outras coisas interessantes. Pouco discutimos sobre a luz nas artes, por exemplo. Até mesmo os marcos científicos ficam de lado quando a discussão é muito centrada em eletricidade e, devido à conjuntura atual, medidas de uso racional da mesma" comenta.

 

Segundo o pesquisador do Departamento de Física da UFMG, as celebrações de 2015 vão muito além da questão elétrica: "São mais de mil anos de relação entre a humanidade e a Luz que são celebrados esse ano e vejo nos temas escolhidos pela Unesco muitas oportunidades de sensibilizar a população, principalmente a parcela mais jovem, para a curiosidade científica”,completa.

 

Café Controverso

 

O conhecimento raramente passa pelo consenso e sua construção se faz, sempre, pelo diálogo. Nos Cafés Controversos, os temas são amplos e diversificados, e não se detêm aos tratados no interior do Espaço do Conhecimento: abordam diferentes setores da cultura, das artes e da ciência. Um espaço de debate e troca de ideias e perspectivas.

 

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

 

Serviço:

Café Controverso "Ano Internacional da Luz – Tecnologias Baseadas em Luz e Poluição Luminosa"

Data: 17 de outubro, às 11h

Local: Espaço do Conhecimento UFMG - Praça da Liberdade, 700

Entrada franca

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br/

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(Rádio UFMG Educativa)

 

A partir do dia 11 de outubro, os números de telefonia de celular de Minas Gerais passam a ter 9 dígitos. Bahia e Sergipe também passam pela mudança. O professor do departamento de Matemática do ICEx-UFMG, fala sobre as possibilidades existentes hoje com linhas de 8 dígitos: “Se os três primeiros dígitos começam com 9, 8, ou 7; nós temos ali 27 possibilidades restando mais 5 dígitos que podem ser quaisquer números de 0 a 9, então, são 10 elevado à 5 possibilidades, ou seja, 100 mil. Então, 27 vezes 100 mil, são 2 milhões e 700 mil possibilidades”.

 

O gerente regional em Minas Gerais da Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, Hermann Bergmann, comenta os objetivos da inclusão do nono dígito na telefonia móvel: “O objetivo da inclusão do nono digito é aumentar a disponibilidade de recursos de numeração para a telefonia celular. No Brasil, nos já ultrapassamos os 280 milhões de acessos. E padronizar também o encaminhamento de chamadas no Brasil. Em Minas Gerais são 26 milhões 750mil acessos”.

 

O professor de Matemática do ICEx-UFMG, Gilcione Nonato, explica que para novas possibilidades de linhas telefônicas, o nono dígito não deve ser fixo: “Se você, por um acaso, fixar o primeiro dígito como o 9, você não cria nada. Se você puder variar os dígitos você cria novas possibilidades de acessar. Mas os números são locais, se você digitar o número de telefone, sem colocar o código da operadora, liga para a pessoa da cidade que você está ligando. Mas o fato de ter um dígito a mais, me parece ser uma questão de técnica para abranger um sistema mais geral”.

 

Até 2016, o nono digito na telefonia móvel será implementado em todo o Brasil. “No Brasil, já migrados 14 Estados já funcionando operacionalmente com 9 dígitos e essa escala prossegue até o ano que vem. Aí, nós temos uma escala de implementação, até que todos os Estados tenham essa mesma meta padronizada. “

 

De 11 a 20 de outubro, durante o período de duplo convívio, as chamadas realizas com 8 dígitos serão efetuadas normalmente. A partir do dia 21, somente as chamadas com nove dígitos serão encaminhadas. Quer saber mais sobre a implementação, acesse anatel.gov.br .

 

Ouça essa reportagem em: http://migre.me/rNeEb.

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