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Pesquisadores IHC

Tecnologias cotidianas e aspectos humanos e sociais no desenvolvimento da área de computação, são temas das palestras que acontecem nos dias 12 e 13, na sala 2077, no ICEx, pela manhã, promovido pelo Departamento de Ciência da Computação (DCC).

Os palestrantes são pesquisadores dinamarqueses reconhecidos internacionalmente que atuam principalmente nas áreas de Interação Humano-computador (IHC) e Sistemas Colaborativos. “ Mesmo para aqueles que não estão trabalhando nestas áreas, recomendo que assistam as palestras para conhecerem pesquisadores de diferentes áreas como Engenharia de Software, Segurança da Informação e Interfaces para dispositivos móveis ou interfaces”, informa a coordenadora do evento, professora adjunta do DCC, Raquel Prates.

Participação e apropriação em ecologias

Na primeira palestra, dia 12, segunda-feira, às 10h00, a professora de Interação Humano-Computador do Departamento de Ciência da Universidade Aahus, da Dinamarca, Susanne Bødker vai falar sobre “Entre familiaridade inicial e uso futuro - a participação e apropriação em ecologias artefato”.
A conversa incidirá sobre os usuários do iPhone em geral e painéis de discussão em uma galeria de arte em e as atividades a partir do qual os usuários desenham as suas experiências com expectativas e entendimentos que eles evocam neste processo.

Aspectos humanos e sociais na computação

“Trazendo o social em computação abstrato” é o tema da palestra de Liam Bannon, professor emérito da Universidade de Limereick, na Irlanda, no dia 13, terça-feira, às 9h30.
Será discutido o desenvolvimento da área de computação e a incluisão dos aspectos   humanos e sociais da computação dentro da disciplina e o desenvolvimento de software global.
Seus interesses estão centrados sobre a definição de debates em torno do papel do ser humano em sistemas homem-máquina e, mais genericamente, o papel da informatização na sociedade. “Ele defende uma abordagem mais centrada no ser humano para o desenvolvimento da tecnologia por razões filosóficas e pragmáticas”, informa a coordenadora.

Redução do impacto ambiental
Às 11horas é a vez de Niels Olof Bouvin que vai apresentar o projeto “ Making Sense of Sensing” que visa reduzir o impacto ambiental através de sensoriamento coletiva e análise macroscópica . Ele pesquisou um dormitório estudantil recentemente construída com 170 apartamentos repletos de sensores de rede de água, electricidade e consumo de calor. Ele vai falar sobre esta pesquisa rica de dados quantitativos e qualitativos e vai descrever o trabalho, desafios e experiências adquiridas até agora neste projecto em curso.


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O Centro de Apoio à Educação a Distância (CAED/UFMG) realizará, nos dias 04 e 05 de Junho de 2012, a 4ª edição do Seminário de Educação a Distância da UFMG. O evento, de caráter internacional, será realizado no Campus Pampulha da UFMG em Belo Horizonte. As atividades previstas - conferências, mesas-redondas, debates, apresentação de trabalhos (modalidade pôster), lançamento de livros e etc - privilegiarão relatos de experiência e de pesquisa em torno do tema educação à distância.

O valor da inscrição é de R$ 30,00 (para os profissionais e alunos da Universidade Aberta do Brasil), R$ 60,00 (para estudantes de graduação e de pós-graduação) e R$ 100,00 para os demais profissionais.

 

CALENDÁRIO GERAL

 

Inscrição de trabalhos

23 de abril a 13 de maio de 2012

Avaliação dos trabalhos

6 a 15 de Maio de 2012

Divulgação do resultado

17 de maio de 2012

Inscrição no evento

23 de abril a 1 de junho

 

INFORMAÇÕES
(31)3409-4638
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
www.ufmg.br/ead/sistemas/seminario

 

 

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Sandro, Rhiane e Erideusa são brasileiros, da região do Jequitinhonha e com mais de 50 anos. O que eles têm em comum além de serem da mesma região e da mesma geração? A realização de um sonho que os acompanhou a vida toda: o diploma de graduação em Química, na modalidade a distância da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Realizada no dia 7, a colação de grau deixou professores e alunos emocionados. A coordenadora do curso de Química, professora Simone de Fátima Tófane, falou das dificuldades do curso que, por ser novo, exigiu muito dos professores e dos alunos. “Mas conseguimos e este momento é importante para nós todos. Vocês vão assumir uma das profissões mais importantes: ensinar e levar a educação intelectual ao lado da moral”.

“Sacrifícios e alegrias”

Uma das estudantes que contribuiu para atingir a marca de aprovados no curso de Química, Erideusa Pereira Amaral, aluna do polo de Teófilo Otoni e residente na cidade de Mucuri, comentou que o período da graduação foi marcado por sacrifícios e também alegrias. “Foram muitas madrugadas frias de estudos, mas valeu a pena.”, conta a nova professora de Química.
Também para Sandro Souza Miranda, o curso foi difícil porque era novidade tanto para os professores quanto para os alunos.” Como estudar química já é difícil, imagina sozinho?” questionou , lembrando, porém,  que valeu a pena para realizar um antigo sonho. “Antes tinha poucas universidades que ficavam longe do Norte de Minas. Agora, basta querer estudar que está tudo mais fácil”, completou Sandro que pretende  cursar o mestrado.

 Participaram do evento 25 formandos, das turmas de 2008-2013 e 2009-2013, dos polos de Araçuaí, Teófilo Otoni, Campos Gerais, Conselheiro Lafaiete, Corinto, Formiga e Governador Valadares. Essa é a quinta cerimônia de colações de grau de graduações a distância da UFMG.

 

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Dos vinte e quatro novos membros titulares que passaram a fazer parte dos quadros da Academia Brasileira de Ciências em 2014, dois deles já eram figuras conhecidas da Casa. O físico Ado Jório Vasconcelos, do Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da UFMG e o matemático Fernando Codá Marques pesquisador do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), foram os primeiros membros afiliados a se tornarem Acadêmicos permanentes da ABC. A categoria de membros afiliados foi criada em 2007 para cientistas de até 40 anos que, ao serem eleitos, tornam-se membros da Academia por um período de cinco anos.

 

Um físico de números impressionantes - e muito mais

Vasconcelos tem uma carreira que impressiona até mesmo os mais experientes. Com apenas 41 anos, o físico e professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicou 192 artigos que somam 13.850 citações. Seu índice H é 60, número pouco comum, e ele depositou seis patentes no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Com experimentos pioneiros, Vasconcelos revolucionou a foto-física de nanotubos de carbono.

Seu trabalho atual é no campo da nanociência, com foco no uso da luz para acessar as propriedades de nanomateriais e no desenvolvimento de instrumentação científica com esse fim, como espectrômetros e medidores. "A luz tem um limite de resolução espacial, na casa da fração da luz, dos 500 nanômetros. Eu desenvolvo um aparelho que leva essa resolução para a escala nanométrica."

 

Graduado pela UFMG, ele pulou o mestrado e fez doutorado-sanduíche na mesma universidade e no Instituto LaueLangevin, na França. Vasconcelos também concluiu um pós-doutorado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e, recentemente, voltou de um ano sabático no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH, na sigla em alemão), na Suíça. Lá, trabalhou no Departamento de Engenharia Elétrica, no tema de luz, instrumentação e nanomateriais. "Estava num laboratório em que tinha acesso a tudo que eu quisesse, com boa infraestrutura e facilidade de contato com diversos grupos na Europa", conta. 

Eleito membro afiliado em 2007 pela regional Minas Gerais & Centro-Oeste, Vasconcelos conta que a ABC lhe deu uma visão mais abrangente da ciência com a realização de eventos transdisciplinares. "Foi um período de crescimento", diz o pesquisador que, nesse tempo, também trabalhou com desenvolvimento de nanometrologia no Inmetro e como diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da UFMG. "Essas três frentes me tiraram do foco do físico para um foco mais amplo do cientista."

 

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 Ado Jório recebendo seu diploma das mãos do ministro de CT&I Clélio Campolina

 

Sua produção científica bastante elevada e reconhecida e o fato de ter conciliado a pesquisa com serviços à comunidade - desde gestão de grandes projetos até o trabalho no Inmetro e no NIT - contribuíram para que Vasconcelos fosse eleito membro titular tão jovem.  Casado e com duas filhas, de 9 e 11 anos, o físico gosta de tocar teclado, bateria, piano e flauta, mas apenas para lazer próprio, ressalta, pois ele diz "não ser bom nisso".

"Meus grandes professores foram meus pais", destaca Vasconcelos. Ainda assim, ele reconhece a importância de nomes como o da falecida Acadêmica Maria Carolina Nemes, do Departamento de Física da UFMG, e da professora e membro correspondente da ABC Mildred Dresselhaus, sua supervisora de pós-doutorado no MIT. "Cada uma delas teve um impacto importante na minha forma de ver o mundo e a ciência."Para Vasconcelos, a legislação brasileira engessa a atividade de CT&I. Ele admite, no entanto, que os avanços desde que entrouno doutorado, em 1995, foram imensos. "Nessa época, publicar em um periódico internacional considerado hoje qualis A2 era um grande sucesso", recorda. "Hoje, nossos alunos publicam frequentemente em revistas A1, e a produção científica aumentou substancialmente. A infraestrutura laboratorial também evoluiu muito, graças aos avanços no financiamento da pesquisa no país".

 

(Clarice Cudischevitch para NABC / fotos de Cristina Lacerda)

 

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As várias missões para Marte, idealizadas e construídas no Jet PropulsionLaboratory daNASA em Los  Angeles, e os detalhes da construção e lançamento do veículo Curiosityserão abordados no seminário no Departamento de Física, da UFMG, na próxima segunda-feira, dia 26, às 16 horas, no auditório III.

A palestra será ministrada pelo mineiro Ivair Gontijo que cursou graduação e mestrado no Departamento de Física da UFMG e doutorado na universidade de Glasgow, na Escócia. Atualmente, ele é pesquisador no Jet PropulsionLaboratory da NASA, em Pasadena, Califórnia.

O físico vai falar também da construção dos componentes mais críticosdo radar que ele controlou nos últimos 7 minutos da descida em Marte.  De acordo com o coordenador do evento e professor do Departamento de Física, Renato Las Casas, existe uma parceria de Ivair com aRadio Inconfidência para o programa"Universo
Fantástico”, coordenado por Las Casas. “Ele é o nosso correspondente da Nasa e já participou várias vezes do Programa. A suacolaboração ao longo dos últimos quatro anos tem feito grande sucesso”, comemora.

 

Seminário: Missões para Marte

Palestrante: Ivair Gontijo

Onde: Auditório III, ICEx

Quando: Segunda-feira, dia 26

Horas: 16

 

Ivair Gontijo no Universo Fantastico-1

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O Projeto experimental desenvolvido pelo professor Daniel Fernandes Macedo e pelo pesquisador Erik de Brito Silva, ambos do Departamento de Ciência da Computação, cria sistema de telefonia capaz de oferecer cobertura num raio de 20m. 

O que deve ser a menor operadora de telefonia móvel do mundo está instalada no câmpus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mais precisamente na sala de número 3.014 do Instituto de Ciências Exatas (ICEx). Um computador, uma placa de hardware e uma antena de pouco mais de um metro de altura podem oferecer cobertura num raio de 20 metros, tudo operado por Erik de Britto e Silva.

O mestrando afirma que o uso de uma placa programável possibilita ampliar os horizontes em todo tipo de sinal que opera em sua faixa de frequência, da telefonia ao rádio, passando pelo Bluetooth, chips de identificação de carros e passaportes, dentre outras. Um tema promissor que está em estudo é o rádio cognitivo, onde a placa programável, que tem um amplo espectro de frequências, pode usar uma faixa desocupada para realizar sua comunicação. Um bom exemplo de faixa que pode ser usada pelo celular é a frequência da TV analógica, que está em vias de ser interrompida.

De acordo com Brito Silva, o que há de inovador neste modelo é a placa programável. Ela permite que, em caso de troca de tecnologia, de 4G para 5G, por exemplo, seja mantida toda a estrutura de hardware e só se trabalhe no software.

 
(Estado de Minas)
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fim do texto

Antônio Flávio de Carvalho, Luiz Cláudio Costa, Jaime Ramírez e Carlos Henrique Alves da Silva: inauguração do anexo U

 

Na manhã desta sexta-feira, 18, foram inaugurados, em cerimônia no campus Pampulha, o Centro de Treinamento Esportivo (CTE) e o Anexo U do Instituto de Ciências Exatas da UFMG (ICEx). A solenidade foi conduzida pelo reitor Jaime Ramírez e pela vice-reitora Sandra Goulart Almeida, com o ministro do Esporte, George Hilton, o secretário executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, o secretário estadual de Esportes, Carlos Henrique Alves da Silva, e o cônsul do Reino Unido em Belo Horizonte, Thomas Nemes.

O evento contou ainda com a presença do diretor da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO), Sérgio Teixeira, do diretor do Instituto de Ciências Exatas (ICEx), Antônio Flávio de Carvalho, do chefe do Departamento de Ciência da Computação (DCC), Nagib Cotrim Árabe, e do diretor do CTE, Pablo Greco, além de diretores de unidades acadêmicas e servidores.

Jaime Ramírez destacou que as inaugurações representam os grandes desafios enfrentados pela Universidade. “O CTE é um grande projeto porque nos põe em posição de destaque no campo da ciência do esporte. O anexo do ICEx, todo feito com recursos do Reuni, também mostra como a UFMG é capaz de reconhecer e abraçar os desafios, sempre de forma cidadã e com base no compromisso com o pensamento crítico e público”, disse.

O Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) foi fator preponderante para que, nos últimos cinco anos, o Departamento ampliasse significativamente o número de docentes e alunos. A construção do anexo possibilitou a reorganização espacial do Instituto para ampliação do atendimento a alunos de graduação e pós-graduação, beneficiando também outros departamentos.

O reitor salientou ainda que ambos os projetos simbolizam o espírito de continuidade que rege as ações da Universidade, uma vez que foram decididos e iniciados em gestões anteriores. Ele agradeceu a Clélio Campolina e Rocksane Norton, reitor e vice na gestão 2010-2014, pelo esforço em prol da parceria no caso do CTE, e a Ronaldo Pena e Heloisa Starling, reitor e vice no período 2006-2010, pela coragem de aderir ao Reuni e iniciar o processo de transformação da Universidade, que se tornou mais inclusiva e manteve a excelência.

O secretário executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, destacou a representatividade da UFMG no cenário nacional. Ele enfatizou que os indicadores incluem a UFMG entre as melhores universidades do país.

“A UFMG é capaz de crescer sem abrir mão da qualidade. Aqui, os recursos são aplicados com rigor e geram retorno imediato, o que faz a instituição se manter entre as melhores, sendo referência na pós-graduação e na internacionalização”, diz.

O ministro do Esporte, George Hilton, e o secretário de Estado de Esportes, Carlos Henrique Alves da Silva, destacaram a importância de aliar esporte e educação. “A parceria entre o governo do estado e a UFMG gera um legado que transcende o esporte. Esse é um legado educacional, pois tanto os atletas quanto os cientistas do esporte vão usufruir do CTE”, salientou Carlos Henrique Alves da Silva.

Hilton acrescentou que os grandes projetos a longo prazo são viabilizados pelas parcerias entre os dois campos. “Só alcançamos esse patamar devido à parceria entre os setores do esporte e da educação. Estes são espaços onde a UFMG dá condições para que seus professores e alunos façam aquilo que o processo de ensino possibilita, que é evoluir. Queremos transformar o Brasil em um grande país que pratica esportes”, conclui.

Os espaços
O CTE, resultado de parceria da UFMG com o governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Esportes, foi construído em terreno no Centro Esportivo Universitário (CEU) e conta com pista de atletismo – ativa há três anos –, ambientes para treinamento de força, laboratórios, salas de fisioterapia, academia e piscina olímpica, onde a equipe de natação do Reino Unido vai se preparar para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

O Anexo U do Icex vai receber o Departamento de Ciência da Computação (DCC) da UFMG. A obra atende a uma demanda decorrente do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Tanto o CTE quanto o Anexo U do Icex foram temas de matérias do Boletim UFMG que podem ser acessadas na versão on-line.

 

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Sandra Almeida, George Hilton, Jaime Ramírez, Thomas Nemes, Carlos Henrique Alves da Silva, Luiz Cláudio Costa e Sérgio Teixeira: placa celebra inauguração oficial do CTE

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Tomaram posse hoje, os novos chefe e subchefe do DQ-UFMG. A cerimônia foi realizada às 10h na sala da congregação e renovou os mandatos dos professores Dario Windmoller e Vito Modesto Bellis, nos cargos de chefe e subchefe, respectivamente.

 

O professor Dario ocupa a chefia do DQ, onde leciona há 18 anos, desde 2013. Seu principal interesse de pesquisa é a aniquilação de pósitrons. Já o professor Modesto, atua como docente na UFMG há 33 anos e atua na área de Química Inorgânica.

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Cerimônia no Auditório 3 marcou o início dos eventos que celebram as 4 décadas de existência do Departamento de Ciência da Computação. Compuseram a mesa de abertura os professores Jaime Arturo Ramírez, reitor da UFMG, Antônio Flávio de Alcântara, diretor do ICEx, José Nagib Cotrim Árabe, chefe do Departamento, e Wilson de Pádua Paula Filho, primeiro chefe do DCC.

 

Na plateia, alunos, professores, técnicos e pró-reitores, prestigiavam relatos sobre o protagonismo do Departamento tanto no desenvolvimento da Ciência bem como na formação de técnicos e docentes. Paula Filho, iniciou os proferimentos lembrando a essência mineira do Departamento que têm a humildade como marca.

 

O professor Nagib, falou da responsabilidade e da honra em dirigir o Departamento, tarefa segundo ele facilitada, pelo excelente desempenho dos seus antecessores. Nagib disse que todos os resultados são fruto do trabalho coletivo de vários técnicos, discentes e docentes. O professor afirmou ainda que a satisfação em ocupar a chefia é muito superior a que ele achava que poderia ter ao aceitar o convite para o atual cargo.

 

Por sua vez, o diretor do ICEx destacou o compromisso do Departamento no desenvolvimento da ciência e formação de profissionais. Nas palavras do professor Antônio Flávio: “Ao longo desses anos, o DCC manteve sua missão de promover a capacitação e o desenvolvimento científico e tecnológico nas áreas de informática e correlatas por meio da formação de recursos humanos, realização de pesquisas, desenvolvimento e transferência de conhecimento para a sociedade”.

 

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O professor Jaime, contou aos ouvintes da importância dos Departamentos do ICEx em sua graduação em Engenharia Elétrica, em especial o DCC, uma vez que este atua especificamente dentro de sua área de interesse nos estudos e pesquisas.

 

Em seguida o professor Virgílio de Almeida proferiu palestra com o tema “O papel da ciência da computação na transição para a economia digital no Brasil”. Em suas falas o docente do DCC e Coordenador do Comitê Gestor da Internet no Brasil; destacou o papel do ensino pesquisa e extensão em Ciência e Engenharia da Computação no contexto de intensas mudanças tecnológicas.

 

A programação dos 40 anos do DCC está disponível em www.40anos.dcc.ufmg.br.

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Virgilio Almeida, professor do DCC e coordenador do CGI.br

 

Estamos vivendo um tempo de mudanças globais em que as tecnologias digitais – em especial a internet – impulsionam inéditas transformações sociais, políticas e econômicas. Com foco nessa realidade em transformação, o professor Virgilio Augusto Fernandes Almeida, do Departamento de Ciência da Computação (DCC) do Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da UFMG, ministra nesta sexta-feira, 11, a palestra O papel da ciência da computação na transição para a economia digital no Brasil.

A atividade dá início às comemorações dos 40 anos do DCC, que serão comemorados em 2016 com uma série de eventos no Instituto, durante todo o ano. A palestra desta sexta será ministrada às 10h30 no auditório 3 do ICEx.

Além de sua atuação como docente, Virgilio Almeida coordena o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O pesquisador também ocupou a função de Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no período 2011-2015, e a partir de 2016 atuará como professor convidado em Harvard, nos Estados Unidos.

Na apresentação que fez de sua palestra, o pesquisador escreveu sobre o desafio que o Brasil enfrenta para construir uma agenda específica para a economia digital, com condições adequadas ao crescimento econômico e à construção de uma sociedade online mais inclusiva, justa, segura e cordial.

“É interessante notar que o setor de tecnologias da informação e comunicação tem crescido com taxas muito maiores que a economia tradicional. Nesse contexto de mudanças tecnológicas, uma pergunta que surge é: qual é o papel dos departamentos de ciência e engenharia de computação na construção desse futuro digital?”, questiona.

Em sua palestra, explica Virgilio, ele discutirá questões relacionadas à evolução da área da computação no Brasil frente aos desafios da economia digital. O professor busca compreender “como o ensino, a extensão e a pesquisa podem contribuir para o fortalecimento da economia digital do Brasil”, diz.

A participação na palestra é gratuita e não é necessária a inscrição prévia.

(UFMG.br)

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