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Para celebrar os 20 anos do Curso de Matemática Computacional da UFMG (1999-2019) realizaremos um evento concentrado em um dia de atividades. Nesse dia teremos um encontro entre alunos e ex-alunos do Curso, juntamente com docentes e representantes de empresas privadas interessadas no perfil do Matemático Computacional. Além disso, deixamos aberto o espaço para que qualquer participante envie e apresente seu pôster reportando pesquisa ou outras atividades.

Confira a programação:

Abertura

9h15min (Auditório B306 do CAD3)

Apresentação do evento e breve histórico do curso, tanto pelo ponto de vista dos coordenados quanto do centro de estudos.

Palestra com Carlos Antonio de Moura

10h (Auditório B306 do CAD3)

Convidamos o Professor Carlos Antônio de Moura (ver Lattes) para apresentar a palestra de abertura do evento Matcomp 20 anos. O Professor Moura tem PhD. em Matemática Aplicada (New York University - Courant Institute), Mestrado em Matemática pelo IMPA e bacharelado em Matemática pela UnB. É Pesquisador Titular aposentado do LNCC (Laboratório Nacional de Computação Científica) - instituição da qual foi um dos fundadores -, Professor Titular aposentado no Instituto de Matemática e Estatística da UERJ, e foi presidente da SBMAC (Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional). Atualmente é Pesquisador Colaborador dos Programas de Pós-graduação em Ciências Computacionais e em Engenharia Mecânica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Título: E a nave segue... Mas, chega? Angústias do "pare-ou-siga" nos algoritmos computacionais numéricos.

Resumo: Discussão quase informal sobre os acordos e desacordos entre a aritmética exata (a fantasia contínua da Reta Real) e a aritmética de ponto flutuante (o quotidiano digital da Matemática Discreta).

Coffee Break

10h30min (Auditório B306 do CAD3)

Mesa Redonda: matcomps formados no mundo

10h50min (Auditório B306 do CAD3)

Promoveremos um debate sobre as possíveis carreiras dentro da matemática computacional, os desafios e as perspectivas. Discutiremos também aspectos correlatos, como questões associadas à inclusão e à vida estudantil.

Palestras patrocinadas

14h (Auditório 3 do ICEx)

Palestras com Accenture e Localiza.

Coffee com pôsteres

15h30min (Auditório 3 do ICEx)

Momento para confraternização e divulgação do trabalho realizado pelos inscritos. O objetivo da sessão de pôsteres é permitir que discentes, docentes e funcionários se familiarizarem com o trabalho realizado pelas várias pessoas e entidades envolvidas com o curso. O momento conta também com esquinas temáticas em que grupos de pessoas (professores, alunos e ex-alunos) vão se disponibilizar para conversar com os participantes sobre seus interesses e as possibilidades que o curso e a carreira oferecem.

Atividades Divertidas

16h15min (Auditório 3 do ICEx)

Premiação de discentes, disciplinas, docentes e funcionárias(os) da MatComp (Matemática Computacional).

 

O objetivo do "Oscar MatComp" é criar um momento descontraído e lúdico em que discentes e docentes da MatComp possam reconhecer os(as) colegas por algum destaque positivo para o curso.

Para inscrições e mais informações clique aqui.

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação tem a satisfação de convidá-lo para a Defesa de Dissertação:

 

Extended Pre-Processing Pipeline For Text Classification: On the Role of Meta-Features, Sparsification and Selective Sampling

 Washington Luiz Miranda da Cunha

 

Pipelines for Text Classification are a sequence of tasks needed to be performed to classify documents. The pre-processing phase of these pipelines involve different ways of manipulating the documents for the learning phase. We introduce three new steps into the pre-processing phase: 1. Meta-Features (MF) to reduce the dimensionality of the original term-document (TF-IDF) matrix; 2. Sparsification step to make the MF less dense; 3. Selective Sampling step to select the "best" documents for the learning phase. We show that the proposed extended pre-processing pipeline can improve the effectiveness while reducing the associated costs. Our experiments show that the proposed extended pre-processing pipeline can achieve significant gains in effectiveness (up to 52%) when compared to the TF-IDF, at a much lower cost (up to 9.7x faster in some cases). Another main contribution is a thorough evaluation of the trade-offs associated with the introduction of these new steps into the pipeline.

 

Comissão Examinadora:

 

Prof. Marcos André Gonçalves - Orientador (DCC - UFMG)

Prof. Leonardo Chaves Dutra da Rocha - Coorientador (DCOMP - UFSJ)

Profa. Jussara Marques de Almeida Gonçalves (DCC - UFMG)

Prof. Anisio Mendes Lacerda (DCC - UFMG)

 

8 de Novembro de 2019

13:00h

 

Sala 6321 do ICEX

 

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação tem a satisfação de convidá-lo para a Defesa de Projeto de Tese:

 

From Gates to Circuits: Complementary Photonic Crystal Logic Devices Allowing the Development of Integrated Systems

Luis Eduardo Pedraza Caballero

 

This thesis project proposes a new approach to realize logic systems on photonic crystals (PhC). It consists of projecting logic circuits by connecting two complementary building-blocks: the Switches N and P. With this, the PhC computing paradigm reaches a high abstraction level, switching up from devices to logic circuits. The results show that the projected logic systems using this approach present a minimum clock rate of 20 GHz, an average ON-OFF contrast ratio of 7.18 dB and a clean output signal to represent the logic values 1 and 0. This work also explores how logic gates can be projected by control the light beam interference in PhC. In this case, the results show that the projected devices present a minimum clock rate of 100 GHz, an average ON-OFF contrast ratio of 6.24 dB, and a wide operation bandwidth. As a final consideration, the projected devices have great potential to be microfabricated, low energy dissipation, and high speed of data processing.

 

Comissão Examinadora:

 

Prof. Omar Paranaíba Vilela Neto - Orientador (DCC - UFMG)

Prof. Paulo Sérgio Soares Guimarães - Coorientador (DF - UFMG)

Prof. Luiz Filipe Menezes Vieira (DCC - UFMG)

Prof. Gilberto Medeiros Ribeiro (DCC - UFMG)

Prof. José Augusto Miranda Nacif (DI - UFV)

Profa. Patricia Lustoza de Souza (CETUC - PUC)

 

6 de Novembro de 2019

13:30h

Sala 2077 do ICEX

Sala 2077 do ICEX

 

 A criptografia estuda a construção de algoritmos matemáticos que codifica dados enviados pelo usuário em algum meio digital de comunicação, a fim de que essas informações só possam ser lidas pelo seu destinatário. É utilizada, por exemplo, com o intuito de evitar roubos de dados ou de senhas em navegadores de internet, sistemas de cartões de crédito, aplicativos de bancos ou de mensagens.

“Embaralhando seu conteúdo, a criptografia reforça a segurança de uma mensagem ou um arquivo contra invasores”, explica o matemático Lucas da Silva Reis, recém-empossado no cargo de professor adjunto no Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Exatas da UFMG. “Dessa forma, a decodificação de uma mensagem criptografada requer também uma chave específica, que pode ser formada por um conjunto de polinômios – expressões algébricas compostas de números (coeficientes) e letras (partes literais). Somente o remetente e seu destinatário detêm essa chave”, completa.

Segundo Lucas Reis, a instalação desse “embaralhamento” pode ser executada por meio dos “polinômios de permutação”. Durante seu doutorado em Matemática, ele estudou a existência e a construção de polinômios mais adequados para esse processo. Sua pesquisa, Contemporary topics in finite fields: existence, characterization, construction and enumeration problems, venceu, no último mês de outubro, o Grande Prêmio de Teses da UFMG, no grupo das Ciências Exatas e da Terra e Engenharias. 

O trabalho foi abordado em matéria publicada na edição 2.079 do Boletim UFMG, que circula nesta semana.

Lucas Reis:

O projeto Girls Support Girls UFMG realiza o GSG Talks sobre 'Questões de gênero', no dia 5 de novembro, às 19h, na sala 2013 do Instituto de Ciências Exatas (ICEx), campus Pampulha. O evento é aberto para todos os públicos e não é necessário se inscrever.

O debate será feito pelas convidadas Sabrina Deise Finamori, professora do departamento de Antropologia e Arqueologia da UFMG. Possui doutorado em Ciência Sociais e foi pesquisadora pós-doc no Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu -  e Monaliza, psicóloga com pós-graduação em psicologia social e que trabalha como mediadora.

 

O objetivo do evento é debater questões históricas, sociais, culturais e antropológicas que envolvem gêneros e entender como elas influenciam a área da computação.

(Fonte: Instagram do GSG)

 

As discussões sobre Modelagem Matemática, na perspectiva da Educação Matemática, vêm sendo desenvolvidas no Brasil desde o final dos anos 70, fortalecendo-se nas duas décadas finais do Século XX. Desde então, a comunidade brasileira da Modelagem na Educação Matemática vem ampliando sua abrangência, tanto em relação à pesquisa quanto à prática de sala de aula, incluindo a formação de professores. Essa trajetória deu margem à criação de espaços e eventos específicos com o intuito de fomentar e aprofundar os debates sobre o tema e buscar, cada vez mais, a consolidação da Modelagem Matemática como um campo da Educação Matemática. É nesse contexto que se realiza, desde 1999, a Conferência Nacional sobre Modelagem na Educação Matemática (CNMEM), um evento promovido pelo Grupo de Trabalho "Modelagem Matemática" (GT10) da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM) que congrega professores de todos os níveis de ensino, pesquisadores e estudantes que pesquisam sobre e/ou praticam a Modelagem na perspectiva da Educação Matemática, visando aprofundar os debates e divulgar a Modelagem em âmbito nacional. Em 2019, será realizada a 11ª edição do evento na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na cidade de Belo Horizonte, MG, durante os dias 14, 15 e 16 de novembro. O tema da XI CNMEM é Modelagem Matemática na Educação Matemática e a Escola Brasileira: atualidade e perspectivas.

Para mais informações e realização de inscrições clique aqui.

 

Recém-prejudicada pelos cortes de orçamento do Ministério da Educação, que meses depois desistiu do contingenciamento, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) continua protagonizando avanços para ciência. Desta vez, o trabalho do professor Fernando Brandão, que deu aulas no Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da instituição, foi reconhecido pela American Physical Society. O mineiro venceu o prêmio Rolf Landauer e Charles H. Bennett pelas pesquisas desenvolvidas no campo da computação quântica. A organização estadunidense reconheceu o brasileiro “por suas impressionantes conquistas na Teoria do Entrelaçamento Quântico e na interseção da computação quântica, termodinâmica quântica e na Teoria Quântica de Sistemas de Muitos Corpos”. A área estudada por Brandão se volta à possibilidade de construção de computadores capazes de resolver problemas complexos, como quebra de sistemas avançados de criptografia. Tudo usando a física quântica, isto é, a pesquisa do comportamento das partículas minúsculas, como átomos elétrons. Esses equipamentos são capazes de realizar, rapidamente, cálculos imensos, que as máquinas convencionais demorariam mais de 10 mil anos para solucionar. Os estudos do ex-professor da Federal contribuíram para o Google desenvolver o primeiro computador quântico do planeta: o Sycamore (veja vídeo abaixo). A tecnologia desenvolvida com a ajuda do mineiro premiado solucionou, em apenas 200 segundos, um problema que levaria 10 mil anos para os computadores atuais resolverem. A novidade da Google foi divulgada nesta quarta-feira (23).

Currículo

Fernando Brandão se graduou em 2004 na UFMG. Logo depois, em 2005, concluiu mestrado em Física também na Federal mineira. Depois, deu continuidade ao seu desenvolvimento acadêmico no Imperial College of Science, Technology and Medicine, em Londres, onde terminou o doutorado em 2008. Realizou, ainda, dois pós-doutorados: o primeiro concluído em 2010, também em Londres; e o segundo em 2011, novamente na UFMG.

 

Hoje, Fernando Brandão dá aulas Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos. Também é pesquisador da gigante do comércio eletrônico Amazon. O pai de Fernando, Jacyntho Brandão, também é ligado à UFMG. Ele dá aulas de Língua e Literatura Grega na Faculdade de Letras da Federal. Por meio da rede social Facebook, Jacyntho comemorou a conquista do filho. “Fernando Brandão foi aluno de graduação e de mestrado da UFMG. Foi também professor do ICEx. E, pra quem não sabe... é meu filho”, disse, orgulhoso, sobre a conquista de Fernando nos EUA.

Alunos de escola de Belo Horizonte em atividade inspirada na modelagem matemática

“Aprender matemática, pra quê?” A questão, formulada por estudantes e que volta e meia angustia os professores nas salas de aulas, apresenta-se como um desafio para o ensino dessa disciplina. Mas quando a matemática torna-se uma ferramenta na resolução de problemas práticos, vivenciados pelos próprios alunos, a pergunta cede lugar à investigação e ao compartilhamento de conhecimentos.

Essa é a característica essencial da modelagem matemática, uma das tendências da educação matemática, que será tratada durante encontro nacional, de 14 a 16 de novembro, no Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da UFMG. 

A modelagem matemática transforma a configuração da sala de aula, como relata a professora do Departamento de Matemática do ICEx e organizadora do evento, Jussara de Loiola Araújo. Segundo ela, o professor deixa seu tradicional lugar à frente da sala, como transmissor de conteúdos, para tornar-se um tutor e instigador, e os alunos transformam-se em protagonistas na resolução dos problemas e na produção do conhecimento. A aula fica mais barulhenta pelos calorosos debates e troca de informações. O quadro-negro passa a ser só mais um entre os diferentes tipos de materiais, como recortes de jornais, computadores, placas de isopor, réguas, tinta, celulares e tantos outros, conforme cada problema proposto.

 

A edição 2.077 do Boletim UFMG, que circula nesta semana, traz matéria sobre a experiência da modelagem matemática.

O evento ocorreu no último final de semana, 18 a 20 de outubro no Campus Coração Eucarístico da PUC. A equipe vencedora - goto.lua - reuniu três alunos de Ciência da Computação:   

  • Alexandre Alphonsos (mestrando, LUAR)
  • Bruno Conde Kind (graduando, LAC)
  • Jerônimo Nunes (graduando, NanoComp)

O desafio que o time enfrentou foi o "Mostre os dados ao mundo!". O objetivo era implementar uma aplicação web interativa para que os usuários explorassem os dados disponibilizados pela NASA.

Ao final do desafio, goto.lua apresentou uma solução simples e elegante: How did it change?

Através de uma interface minimalista, o usuário escolhe um conjunto de dados - como temperatura, emissão de gases, queimadas, vento, etc - e a plataforma busca informações desde o primeiro registrado até o mais recente. Dessa forma, é possível observar como o planeta mudou com relação à característica escolhida. São mais de 70 conjuntos de dados disponíveis para consulta. 

 

Felizes com a vitória, os alunos não descansam ainda. Haverá uma rodada global do evento, em que os 2 projetos vencedores de cada instância local são avaliados pela NASA. O prêmio para as duas equipes vencedoras dessa última rodada é uma visita ao Kennedy Space Center, na Flórida.

 

O linguista Søren Wichmann, professor da Universidade de Leiden, na Holanda, estará na UFMG como convidado do Programa Cátedras FUNDEP/IEAT.


Durante a estadia na universidade, Søren Wichmann irá realizar duas conferências que vão abordar estudos em linguística que têm auxiliado na compreensão da história da humanidade. As atividades são abertas ao público amplo mediante inscrições através deste link. 

https://aplicativos.ufmg.br/conhecimento/atividades/e/26/catedra-soren-kim-wichmann

 

A Grande Conferência “Taxas de propagação de línguas pré-históricas” será realizada no dia 29 de outubro, às 10h, no Auditório B107 do Centro de Atividades Didáticas 3 (CAD 3) da UFMG. 

 

A propagação de línguas pré-históricas

 

Utilizando métodos desenvolvidos pelo professor Soren Wichmann e seus colegas, nos últimos dez anos, e o software Automated Similarity Judgment Program (ASJP), que contém listas armazenadas em bancos de dados com palavras de dois terços das línguas do mundo, é possível inferir o momento e o local em que uma língua ancestral (protolíngua) de praticamente qualquer família linguística foi falada. Assim, é possível rastrear o tempo levado para que as línguas se espalhassem pelo mundo durante os últimos 6000 anos. Segundo estudos recentes, no período entre 6000 e 2000 anos antes do tempo presente, essa taxa de propagação foi lenta, com uma média de aproximadamente 1 a 3 km por ano. Mas há exceções. Por exemplo, na Eurásia essa velocidade aumenta a partir de cerca de 3000 anos antes do presente, provavelmente devido à expansão neolítica. Fatores como as características da paisagem – em particular desertos, oceanos e pastagens – tendem a acelerar a velocidade com que as línguas se deslocam. Além de apresentar observações gerais como essas, durante a conferência serão apresentadas novas ferramentas para o estudo da história da humanidade, incluindo ferramentas de simulação computacional para a avaliação da validade dos métodos.

 

Na semana seguinte, Wichmann vai ministrar a palestra ASJP: an interdisciplinary tool for studies involving language differences worldwide, no dia 04 de novembro, a partir das 14h no Auditório Prof. Baesse na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. A palestra será em inglês sem tradução simultânea. A atividade é aberta ao público amplo mediante inscrições. 

    

Sobre o catedrático

Søren Wichmann é professor do Centro de Estudos Linguísticos da Universidade de Leiden, na Holanda, tendo trabalhado também na Universidade de Copenhague, no Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva e na Universidade Federal de Kazan, além de ter sido pesquisador visitante em várias instituições nos EUA, México, Alemanha e China. Após realizar trabalhos descritivos e em linguística histórica de diversas línguas e famílias linguísticas da Mesoamérica, Wichmann passou a oferecer contribuições fundamentais para o estudo da escrita maia clássica. Mais recentemente, ele se voltou para as áreas de modelagem computacional da dinâmica da linguagem e de métodos quantitativos em linguística histórica e tipologia linguística, incluindo o desenvolvimento da base de dados lexical ASJP e métodos para o estudo da pré-história linguística. Já publicou 12 livros e é autor de 150 artigos.

 

 

 

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