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Estão abertas até o dia 22 de abril, as inscrições para revalidação de diplomas de graduação. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela  Internet, por meio do preenchimento completo do formulário. Antes de se inscrever, o requerente deverá ler atentamente o Edital e as demais informações disponibilizadas pela internet, no site da PROGRAD ( www.ufmg.br/prograd).

 

A taxa de inscrição, que deve ser paga até 20 de maio de 2015, será de R$ 1.330,15, para diplomas do Curso de Medicina e R$ 798,07, para diplomas dos demais cursos.

 

O requerente também deverá encaminhar a documentação solicitada no Edital, que após preparada, deve ser enviada à UFMG, no período de 20 a 26 de maio de 2015 (data do carimbo dos correios), mediante a utilização dos serviços de encomenda expressa – SEDEX dos Correios do Brasil.

 

Mais informações podem ser obtidas no Editalacessando este link, e pelos telefones (31) 3409-3911/3409-6433.

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Tecnologia que separa água e óleo foi patenteada: eficácia se deve ao tratamento químico

 

Nas três últimas décadas, foram registrados, no Brasil, cinco graves acidentes em plataformas de petróleo. Na maioria das vezes, essas ocorrências se deveram a explosões, que culminaram em vazamentos de grandes volumes de óleo em alto-mar.

Danos dessa natureza poderão ser amenizados graças a um filtro que separa água e petróleo com eficácia de 99%, desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Química do Icex. Atualmente, quando há esse tipo de acidente, a água misturada com o óleo precisa ser transportada para terra para só então receber o tratamento que separa as duas substâncias, configurando um processo demorado e de alto custo. Com o filtro, essa separação poderá ser feita em alto-mar, de forma mais rápida e com economia de custos.

“Todo o gasto provocado pelo transporte da água contaminada até a terra firme deixa de existir. O filtro é levado para a plataforma, e a água, bombeada para ele. Depois que ocorre o processo de separação, a água é devolvida limpa ao mar. O petróleo, por sua vez, é depositado nos compartimentos do navio já pronto para uso e comercialização”, explica o coordenador do projeto, professor Jadson Belchior, do Departamento de Química da UFMG.

Segundo ele, os ganhos advindos do novo processo são enormes, uma vez que a água representa 60% do líquido transportado para terra firme a fim de ser submetido ao processo de separação. “Como a filtragem passa a ocorrer no mar, os navios precisam transportar apenas o petróleo. Carregando menos ­volume, há considerável economia de gastos de transporte, além da recuperação total do óleo derramado”, diz.

 

Evolução

 

O filtro que separa óleo e água é um desdobramento de pesquisa coordenada pelo professor Jadson Belchior, em parceria com Geraldo Magela de Lima, também do Departamento de Química da UFMG. Em 2012, seus trabalhos resultaram em um dispositivo que separava petróleo e água. Era uma espécie de tijolo que, lançado no local de vazamento de óleo, absorvia o petróleo derramado.

O material recebia um tratamento químico que favorecia a interação das moléculas do petróleo com a superfície do material. Em seguida, os pedaços de tijolo eram levados para terra firme, onde eram reaproveitados pela indústria siderúrgica. “O alto custo do transporte desses tijolos foi o passo inicial para que chegássemos ao filtro, uma alternativa mais eficaz porque elimina essa necessidade”, conclui Jadson Belchior.

 

Veja a matéria completa no link: https://www.ufmg.br/boletim/bol1896/4.shtml

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Jadson Belchior: filtragem em alto-mar

 

Nivio Ziviani, da UFMG, criou três companhias nos últimos 18 anos. Vendeu duas, uma para o Google. Aos 68 anos, continua à frente do terceiro empreendimento

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O empreendedorismo em universidades não é uma prática muito comum no Brasil. A criação de empresas que dependem da pesquisa intensiva tem pouco espaço. O professor mineiro Nivio Ziviani é uma exceção: com 68 anos, exibe no currículo três startups fundadas nos últimos 20 anos. Duas delas foram tão bem-sucedidas que acabaram vendidas, uma delas para os poderosos empresários do Google. A terceira e atual tem dez funcionários e faturamento anual na casa dos milhares.Desde 1982, o docente do departamento de Ciência da Computação já sabia da importância de aproximar universidade e mercado da maneira mais eficiente possível: aplicando o conhecimento em empresas produtivas. Estudante de graduação de engenharia mecânica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na virada dos anos 70, ele foi monitor do primeiro computador da instituição, uma peça do tamanho de uma sala.

Como se proteger da crise financeira

Sua vida mudou no começo dos anos 80, quando fez doutorado na Universidade de Waterloo, no Canadá, onde foi aluno de Gaston Gonnet, fundador de 11 empresas. “Ele me ensinou a importância de transformar resultados de pesquisa em riqueza para a sociedade, na forma de startups”, conta Nivio.

A expansão da internet, na década seguinte, facilitou o desenvolvimento de startups na UFMG. Em 1994, Nivio fundou o Laboratório para Tratamento da Informação, existente ainda hoje, com objetivo de gerar tecnologias com utilidade comercial. De dentro do campus mineiro surgiriam empresas como o Mercado Persa, um dos primeiros sites de comércio eletrônico do Brasil, e o projeto de computador popular que deu origem à empresa International Syst.

Blog: As muitas razões para abrir o próprio negócio

Foi nesta época que Nivio assumiu a frente de sua primeira empresa: a Miner surgiu em 1997, resultado de uma sociedade com um aluno de mestrado que pesquisava robôs eletrônicos capazes de realizar buscas na internet com maior eficiência. Nove meses depois do lançamento, a ferramenta tinha 30 mil consultas diárias. Foi vendida em 1999 por R$ 4 milhões.

Enquanto assinava a papelada de venda, o professor estava pronto para o próximo passo.

Profissionais de ponta
A Akwan, especializada em buscas muito específicas na internet, surgiu em 1999. Em 2005, chamou a atenção dos fundadores do Google, que no ano seguinte chegaram a visitar Nivio e sua equipe no Brasil. A compra da Akwan, por um valor nunca revelado, foi a segunda na história da empresa realizada fora dos Estados Unidos. Foi a partir da negociação que surgiu, em Belo Horizonte, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Google na América Latina. O Google não queria só a tecnologia desenvolvida pelo pesquisador: procurava também mão de obra extremamente qualificada que ele havia treinado.

 

A parceria da universidade com as empresas criadas dentro de seu polo de tecnologia continua se mostrando positiva para os dois lados. Depois da venda da Miner, Nivio doou R$ 100 mil à UFMG, uma forma de retribuir a instituição e demonstrar, de maneira concreta, o tipo de retorno que pode surgir da parceria entre acadêmicos e empreendedores. E mais: a universidade é hoje detentora de 5% das ações da Zunnit, o terceiro e mais recente empreendimento do professor.

A Zunnit é especializada em recomendação: a sugestão personalizada de notícias e produtos culturais para o usuário e o uso de técnicas de deep learning e big data para fornecer análises do comportamento dos internautas..

Para Nivio Ziviani, a geração de empresas da parte de universitários é uma necessidade. “No momento em que a sociedade passa a enxergar a universidade como geradora de riqueza, os ganhos podem ser enormes”, afirma. “Gostaria de ir muito mais longe e poder contribuir para a criação de um paradigma que possa ser seguido por muitos outros grupos de pesquisa.”

Fonte: Publicado pelo portal “Terra economia”

 

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Primeiro programa dedicado a mulheres cientistas no mundo, o “L’Oreal-UNESCO For Women in Science”, foi fundado em 1998, para valorização da mulheres e da sua atuação no meio científico. É com este propósito que todos os anos o programa identifica, recompensa, incentiva e coloca sob os holofotes, excepcionais cientistas de todos os continentes.

 

Desde sua fundação, a premiação reconheceu mais de 2.000 mulheres em 115 países: 87 laureadas homenageadas pela excelência de suas pesquisas no programa global e 1987 Fellows, talentosas jovens mulheres que receberam bolsas-auxílio para prosseguir com seus promissores projetos de pesquisa. Duas delas inclusive foram posteriormente reconhecidas com o Prêmio Nobel: as Dras. Ada Yonath e Elizabeth Blackburn.

 

Nesta edição, podem se inscrever pesquisadoras das áreas de matemática, química, biologia e saúde que tenham terminado o doutorado a partir de 2009. Ao todo serão sete premiadas que receberam cada uma 20 mil dólares.

 

As inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de maio. O regulamento completo e uma guia para inscrições podem ser encontrados no linkhttp://www.paramulheresnaciencia.com.br/

A crise hídrica representa uma oportunidade para o desenvolvimento de processos para o monitoramento dos reservatórios e cuidados com a qualidade da água distribuída nas cidades. Nos últimos anos, os sensores hidrológicos tornaram-se mais avançados, mas as tecnologias disponíveis ainda são caras, de difícil manutenção e quase sempre importadas.

Uma alternativa a esse cenário é a HydroNode, sonda que mede, de forma contínua, parâmetros da qualidade da água em colunas de até 30 metros de profundidade. Desenvolvido por equipe de pesquisadores da UFMG, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e da Universidade Federal de Viçosa (UFV), o dispositivo é de baixo custo, pode ser fabricado e distribuído no Brasil e mensura variáveis que determinam a pureza da água: temperatura, concentração de oxigênio dissolvido, turbidez (propriedade óptica de absorção e reflexão da luz na água), pH, condutividade elétrica e níveis de clorofila A.

“A ideia era criar um dispositivo que ficasse dentro da água, captando informações e transmitindo os dados por meio de uma rede aquática sem fio”, explica o professor Luiz Filipe Menezes Vieira, do Departamento de Ciência da Computação da UFMG (DCC) e um dos participantes do projeto.

Vieira explica que o funcionamento da sonda é relativamente simples, uma vez que os nós sensores captam as informações e as transmitem para uma central. “O nó sensor do sistema é um elemento computacional com capacidade de processamento, sensoriamento e comunicação. Além disso, usamos uma fonte de energia, como uma bateria simples, para fazer o sistema funcionar”, diz.

A sonda pode ser usada de três maneiras. Nas duas primeiras, o objeto é preso por meio de uma âncora fixada no fundo do rio ou por uma boia-plataforma na superfície. Na última, ela é solta na água e se movimenta no leito do rio, lago ou tanque analisado, sendo coletada posteriormente.

Segundo o professor, uma inovação apresentada pela sonda HydroNode é o fato de atuar como um nó sensor aquático e transmitir dados para outras sondas, formando uma internet aquática. Os dados dessa internet podem chegar à internet convencional e ser acessados em qualquer lugar do mundo.

Segundo Luiz Filipe, o envio de dados em meio aquático foi o maior obstáculo para concretização do projeto. “Os componentes eletrônicos precisam estar bem vedados para não entrar em contato com a água, que ainda dificulta a propagação de ondas eletromagnéticas. Como a água absorve a energia da onda eletromagnética, tivemos que desenvolver outro modo de comunicação que carregasse as informações coletadas pelo equipamento”, explica Luiz Filipe. A solução encontrada foi enviar dados por ondas mecânicas acústicas, “reproduzindo o mesmo processo de propagação da voz humana no ar e possibilitando que as informações coletadas sejam analisadas remotamente”, acrescenta o pesquisador.

Além do controle de índices de qualidade de rios e lagos, a HydroNote também pode ser usada na aquicultura, em plataformas de petróleo e em reservatórios. “No caso da aquicultura, o monitoramento do oxigênio é extremamente importante para a criação de peixes. Já nas plataformas de petróleo, a HydroNote pode alertar sobre vazamentos, evitando contaminações e desastres ambientais”, afirma Luiz Filipe.
Parceria

O Laboratório de Gestão de Reservatórios (LGAR) da UFMG, coordenado pelo professor Ricardo Motta Pinto Coelho, do Instituto de Ciências Biológicas, estuda a qualidade da água de lagos e rios há mais de 30 anos. Para as atividades do laboratório, a equipe do professor já adquiriu muitos modelos de sondas, produzidos por vários fabricantes.

Nas últimas pesquisas desenvolvidas pelo LGAR, focadas em análises de grandes reservatórios, a demanda crescente forçou a equipe do laboratório a buscar sondas mais baratas e eficientes. “O LGAR nos contatou e encomendou um software e sistemas eletrônicos e mecânicos que, acoplados, poderiam ser utilizados para o desenvolvimento de uma plataforma de monitoramento aquático genuinamente brasileira”, diz Luiz Filipe Vieira.

A parte eletrônica, a montagem das placas, a solda de componentes, o desenvolvimento do software e dos protocolos ficaram a cargo dos pesquisadores do DCC/UFMG, da UFJF e da UFV. Já a estrutura física da sonda foi montada por prestadores de serviço.

Projeto: HydroNode
Pesquisadores envolvidos: Luiz Filipe Menezes Vieira (UFMG), Marcos Augusto Menezes Vieira (UFMG), José Augusto M. Nacif (UFV), Alex Borges Vieira (UFJF)

FONTE: Boletim UFMG

 

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Diretoria do ICEx promoverá evento para valorização dos funcionários

 

A fim de promover uma maior qualidade de vida no trabalho, o Instituto de Ciências Exatas realizará no dia 31 de março, às 10h, o 1º Encontro de Valorização e Fortalecimento dos Profissionais do ICEx. O evento, voltado a todos os funcionários administrativos, acontecerá no auditório 3, no segundo andar do Instituto.

Durante os encontros, serão promovidas palestras que visam estimular a criatividade, o aprendizado e o desenvolvimento pessoal, estimulando e melhorando a comunicação, a administração de conflitos e o trabalho em equipe.

 

O evento será ministrado pela Doutoranda em Psicologia Social, professora Marli Andrade, que terá como tema a valorização profissional.

 

O que: 1º Encontro de Valorização e Fortalecimento dos Profissionais do ICEx

Quando: Dia 31 de março, terça-feira, ás 10h

Onde: Auditório 3 - ICEx

 

 4. Curso Gest  o Administrativa

 

 

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Há cinco anos o professor Renato Las Casa abrilhanta as noites de sexta-feira da rádio Inconfidência com o seu “Universo Fantástico”. Com uma linguagem simples e de fácil entendimento, o professor do Depto. De Física trás pelas ondas do rádio ciência, tecnologia e curiosidades sobre o nosso planeta e o infinito que nos cerca.

 

Ainda durante o programa, o físico muito bem humorado informa seus ouvintes sobre o céu e a posição dos astros. Ele interage com público através de perguntas feitas por e-mail e telefone, que muitas vezes rendem interessantes discussões sobre cosmologia.

 

Na comemoração, o professor apresentará um programa especial direto da Reserva Ecológica da UFMG. Neste dia, o Universo irá propor aos seus ouvintes fazerem uma observação do céu a olho nu junto ao professor, que instruirá os espectadores e os presentes em uma analises acerca da qualidade do céu.

O evento no campus Pampulha terá os portões abertos às 19h30. Os presentes, além de ouvir o programa por meio de caixas de som instaladas no espaço, poderão participar de uma palestra com o professor Fernando Augusto Batista, do mesmo Depto. de Las Casas, com o tema “Como a luz nos traz informações dos astros”.

 

A festividade contará ainda com a participação do físico da Nasa, Ivair Contijo, que participara direto de Los Angeles. Haverá também um laboratório interativo com o mesmo tema da palestra, “Como a luz nos traz informações dos astros”.

O programa “Universo Fantástico” é transmitido todas as sextas-feiras pela rádio Inconfidência, 880 AM, às 21h, com reprise aos domingos, meio-dia. O especial de 5 anos será gravado na próxima sexta-feira, dia 13 de Março.

 

Alguns dos programas gravados podem ser encontrados no site da Rádio Inconfidência:

http://inconfidencia.com.br/modules/debaser/genre.php?genreid=10040

 

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O que: Comemoração 5 anos do programa Universo Fantástico.

Quando: Sexta-feira, dia 13 de março no Campus Pampulha

Onde: Estação Ecológica da UFMG

 

 

Programação

19h30 – Abertura dos portões

20h a 20h30 – Palestra: “Como a luz nos traz informações dos astros”

                         Com o professor Fernando Augusto Batista

21h a 22h –  “Universo Fantástico” c/ Renato Las Casas

                       Entrevistado: Ivair Contijo da Nasa

21h a 22h30 – Observações por telescópio e a “olho nu”

                        Laboratório Interativo

                        Boteco (das estrelas)

22h30 – Encerramento

Com o objetivo de oferecer oportunidade de aprender astronomia e contribuir para a educação científica dos seus alunos, o curso oferecido pelo grupo de Astronomia da UFMG coleciona diversas edições de sucesso.

Ministrado pelo professor Renato Las Casas, do Depto. de Física, o curso oferecerá um panorama introdutório sobre o campo da astronomia. Dentro do cronograma estão presentes uma introdução à cosmologia, um estudo a cerca da história e dos tipos de telescópios, uma análise do sistema solar com aprofundamento no planeta Marte e discussões a cerca de questões polêmicas como o fim da humanidade, o surgimento da vida na Terra e em outros planetas.

O curso ainda possui uma aula prática no Observatório Astronômico Frei Rosário, na Serra da Piedade. Nesta aula. Nesta fase do curso, os estudantes, já com uma bagagem teórica das aulas no ICEx,  poderão realizar suas próprias observações a cerca do universo e ter um exemplo prático daquilo que foi visto em sala.

O curso será realizado entre os dias  23 e 27 deste mês, na parte da noite. A atividade terá carga horária de 15 horas-aula, e as inscrições se encerram no dia 21. Os interessados devem ter o ensino fundamental completo. As inscrições devem ser feitas no site da Fundep.

Maiores Informações

 

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Retomar a rotina de estudo após três meses de férias não é tarefa fácil. Durante os primeiros dias de aula; o sono, a indisposição e a dificuldade de assimilar os conteúdos ministrados em sala são companhia de grande parte dos alunos no início do semestre. Contudo, manter uma dieta saudável pode facilitar bastante a vida de quem acaba de retomar os estudos.

De acordo com a nutricionista funcional, Gláucia Hübner Gonçalves, durante o período de férias é comum haver uma mudança no ritmo de alimentação e sono. Passamos a dormir e acordar muito tarde, comer alimentos pouco nutritivos em horários desregrados. Esse longo período livre de normas acostuma nosso metabolismo e provoca alterações hormonais que, na volta ás aulas, têm como consequência a sonolência e a indisposição.

Para reduzir esses efeitos, a nutricionista aconselha estudantes a buscarem alimentos com maior valor nutritivo, evitando os industrializados, que normalmente possuem valores muito elevados de sódio e açúcar. Esse último tem o consumo excessivo associado à hiperatividade e o déficit de atenção.

No intervalo entre as aulas, apesar de bem práticas, as barrinhas de cereal podem não ser tão nutritivas quanto se pensa. É preciso estar atento aos rótulos desses alimentos que muitas vezes possuem altas quantidades de açúcar em porções muito pequenas. Para Gláucia, a melhor opção nos lanches entre as aulas são os alimentos naturais trazidos de casa. Um ovo cozido, por exemplo, auxilia na habilidade de raciocínio e memória. 

Outro ponto fundamental da alimentação pós férias é não pular refeições, a falta de alimentação no momento adequado aumenta o estresse que diminui a capacidade de atenção do estudante. “Quando pulamos uma refeição, aumentamos a liberação de cortisol pelo organismo, o hormônio do estresse, que vai reduzir a capacidade de concentração do estudante”. Para quem deixa de se alimentar na tentativa de emagrecer, níveis elevados de cortisol impedem a queima de gordura.

A Comunidade do ICEx

Neste primeiro dia letivo, gostaríamos de desejar um excelente semestre para todos os estudantes, todos os professores, todos os técnicos administrativos e todos os funcionários terceirizados do nosso Instituto.

Além disso, neste momento, não podemos deixar de pontuar algumas particularidades deste semestre. Por questões nacionais, a UFMG, e todas as Universidades Federais, estão passando por um momento de redução dos recursos recebidos pelo Governo Federal. Apesar de, estarmos lutando contra esta redução e de desejarmos que esta situação crítica seja momentânea, ela está causando sérios impactos, como redução das equipes de limpeza e de manutenção em toda a Universidade.

Com as reduções destas equipes a níveis mínimos, todas as dependências do ICEx, como gabinetes de professores, salas de aula, áreas de administração, áreas livres e banheiros serão limpos com menor frequência e as solicitações de manutenção deverão ser agendadas e demorarão mais para serem atendidas.

Além da diminuição da quantidade de funcionários, neste ano, serão muito limitados os recursos para a aquisição de materiais necessários para melhorias, tais como, obras, reformas ou manutenção predial.

Bom, neste momento de crise e de escassez de recursos, solicitamos a união e a colaboração de toda a comunidade para superarmos as dificuldades que deveremos enfrentar juntos. Todos nós podemos:

  •  Economizar água;
  •  Economizar luz: só acender a luz quando necessário, apagar a luz ao deixar um ambiente, desligar os computadores quando não estiverem em uso, deixar desligado o ar condicionado de conforto sempre que possível;
  • Colaborar com a limpeza utilizando corretamente as lixeiras;
  • Colaborar com a manutenção dos banheiros, dando a descarga após o uso, jogando os lixos exclusivamente na lixeira, sem jogar estes lixos nos vasos sanitários;
  • Colaborar com a organização das salas de aula;
  • Evitar danos prediais e aos materiais permanentes.

Solicitamos, então, que todos colaborem com estes pontos e que nos ajudem com outras sugestões para enfrentarmos este momento de crise.

Por outro lado, também solicitamos que toda a comunidade esteja atenta a Resolução 06/2014 do Conselho Universitário que proíbe o trote estudantil e que orienta que a recepção dos calouros seja realizada num clima de congraçamento e respeito, por meio de práticas de caráter social, cultural e solidário.

Juntando os dois assuntos deste ofício, abolido o trote violento, deixamos a sugestão de que nas boas vindas aos calouros, além do acolhimento e das usuais conversas sobre questões acadêmicas, também sejam levantas discussões sobre o atual momento da Universidade e do Brasil.

Em momentos de crise podemos nos unir para fazer melhor.

Diretoria do ICEx

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