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Um perfil no Twitter, o Bot Bandejão UFMG, posta diariamente e de forma automática os cardápios das cinco unidades dos restaurantes universitários. O robô, que já tem mais de dois mil seguidores na rede social, é resultado de pesquisas desenvolvidas por Vitor de Oliveira Mafra, aluno do quarto período do curso de Sistemas de Informação da UFMG.

Vitor tem 19 anos, e o robô é o seu primeiro projeto na área de sistemas de informação. Sua intenção foi desenvolver um programa que tornasse as informações do cardápio, que são de caráter público, mais acessíveis. “Escolhi a computação porque é algo cada vez mais presente em nossa vida, e com ela eu conseguiria impactar a vida de várias pessoas. Observei que o cardápio não era postado em nenhuma rede social e, como o site da Fump não é bem reconhecido no celular, enxerguei nisso uma oportunidade”, justifica.

A dificuldade inicial foi descobrir quais técnicas e linguagens precisaria usar para atacar seu “problema”. Para isso, Mafra utilizou o Python, linguagem de programação que contém uma biblioteca de código que possibilita fazer as postagens automáticas no Twitter. Em seguida, o estudante desenvolveu uma pequena pesquisa antes de definir o que seria colocado nos posts, até chegar ao resultado final: pratos proteicos, guarnição e a sobremesa. “Não fazia sentido publicar algo que todos já sabem,

daí a ideia de perguntar às pessoas o que realmente as fazia decidir se iriam ao bandejão e a qual iriam”, revela. 

O estudante leu o livro Automatize tarefas maçantes com o Python e fez algumas buscas na internet, o que lhe possibilitou pensar a melhor solução para um problema específico sem gerar outros. “As bibliotecas facilitaram bastante o meu trabalho. Não precisei desenvolver um aplicativo para postar os tuítes, pois a plataforma já faz isso para mim”, esclarece Vítor Mafra.

Editor de códigos

O robô entra automaticamente no site da Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump), encontra os cardápios de todos os restaurantes setoriais da UFMG e os coloca no Twitter. As postagens são feitas às 9h, com as informações sobre o almoço, e às 17h, com o cardápio do jantar. Esse processo só é possível graças ao código escrito por Mafra no programa Visual Studio Code. “Só preciso ligar o computador e deixar o programa aberto para funcionar. A ideia é aperfeiçoá-lo, observando as exceções e, em seguida, colocá-lo no servidor”, expõe.

O Twitter foi escolhido por se tratar de uma rede social de fácil utilização e por ter o Phyton como ferramenta de auxílio. “A plataforma entendeu as postagens como algo importante para a comunidade acadêmica da UFMG. Isso permitiu que ela rapidamente alcançasse um número maior de pessoas", afirma Vitor. O repositório com o código encontra-se na descrição do perfil, o que concede a outras pessoas o acesso para aperfeiçoamento do projeto. O código também pode ser usado como base para criação de outros bots

Criado em 28 de agosto deste ano, o robot (@bot_RU_UFMG) passou por algumas reformulações até 7 de setembro, data em que entrou no ar.

A UFMG mantém cinco restaurantes universitários: campus Pampulha (dois), campus Saúde, Faculdade de Direito e Montes Claros. Os horários de funcionamento estão informados no site da Fump, que disponibiliza o mesmo cardápio para os restaurantes da Faculdade de Direito e do campus Saúde.

 

(Samuel Resende)

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Nesta edição, 5 equipes representaram a UFMG. Nossa equipe melhor classificada, composta pelos alunos Bruno Monteiro, Pedro Papa e Rafael Grandsire, ficou na nona colocação , garantindo uma vaga na final brasileira.

A primeira fase da Maratona de Programação aconteceu neste sábado, dia 14. O evento ocorreu simultaneamente em 47 cidades por todo o país, espalhadas por quase todos os estados da federação (só não ocorreu no Tocantins e Mato Grosso). 726 times de 224 universidades passaram 5 horas neste último sábado resolvendo problemas de computação formulados pela equipe chefiada pelo Prof. Vinicius Santos (UFMG). Todos as submissões eram julgadas de forma centralizada, usando o ambiente desenvolvido pelo Prof. Bruno Ribas (UnB).

 

Os 60 melhores times, de acordo com as regras do evento, classificaram-se para as finais brasileiras, que ocorrerão em Campina Grande, Paraíba. Os problemas da prova, placar geral e classificados para a final podem ser vistos no site do evento: http://www.sbc.org.br/maratona/

 

A Maratona envolveu neste sábado um total de 3324 pessoas entre competidores, técnicos, voluntários e diretores de sede. Dentre os 2198 competidores, tivemos 267 meninas (12.15%). Vale notar que havia 188 times com presença feminina (mais de 25%).

 

As finais brasileiras serão nos dias 7 a 10 de novembro, e acontecerão na Arena Unifacisa, em Campina Grande, com o patrocínio de VTEX, in Loco, WildLife, B2W, SAP e Microsoft. Visite o site da final: https://www.unifacisa.edu.br/maratona-final-2019/

 

Nesta edição, 5 equipes representaram a UFMG na competição que, em BH, foi realizada na PUC.  As equipes da UFMG tiveram um bom desempenho. Nossa equipe melhor classificada, composta pelos alunos Bruno Monteiro, Pedro Papa e Rafael Grandsire, ficou na nona colocação, garantindo uma vaga na final brasileira, a ser realizada em novembro, em Campina Grande. Outro ponto de destaque é que a equipe mais inexperiente da UFMG, composta apenas por alunos no primeiro ano de graduação, ficou em 81o, dentre as 726 equipes participantes. 

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Na abertura da 20ª edição da UFMG Jovem, haverá a apresentação do coral do Projeto Cariúnas, representado por 50 crianças e adolescentes participantes desse projeto de cunho filantrópico. A apresentação acontecerá na próxima quinta-feira, dia 19 de setembro, às 10h, no auditório do CAD 1.

As duas décadas do evento serão celebradas com novidades e programação diversificada, que faz jus à proposta inicial de ser um espaço privilegiado de diálogo e integração entre professores, pesquisadores e estudantes de diversas áreas e níveis de escolaridade. O evento foi idealizado em 1999 pela professora emérita Beatriz Alvarenga, do Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da UFMG, que coordenou a primeira edição.

Outro destaque é o fortalecimento da parceria com as escolas de educação básica vinculadas à UFMG: Colégio Técnico (Coltec), Centro Pedagógico (CP) e Teatro Universitário (TU), cujos representantes passaram a compor a Comissão Assessora da UFMG Jovem, juntamente com os representantes de área e da Rede de Museus da UFMG.  Outra novidade será a participação de alunos da educação infantil, de 4 a 6 anos de idade, que levarão suas primeiras descobertas ao público.   

A mostra contará, ainda, com a parceria inédita com a Formação Intercultural de Educadores Indígenas (Fiei), oferecida pela Faculdade de Educação. Isso porque, em 2019, a participação dos estudantes indígenas no evento, seja como avaliadores ou como expositores, passou a figurar na matriz curricular da formação.

Os 20 melhores trabalhos receberão, por meio de seleção da Comissão Avaliadora, uma bolsa de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Cada iniciativa contemplada contará com o apoio de um tutor vinculado à UFMG, aluno da pós-graduação, para auxiliar os estudantes na continuidade do projeto. 

Mostra #ExploraUFMGJovem

A fim de promover reflexão sobre a diversidade da produção da própria Universidade, a programação contará com a realização da segunda edição da mostra #ExploraUFMGJovem.

Professores, estudantes e servidores vinculados a atividades de ensino, pesquisa e extensão na Universidade apresentarão aos alunos das escolas mineiras, públicas e privadas, os resultados e processos de pesquisa e produção em várias áreas do conhecimento. Os trabalhos serão apresentados em exposições, materiais interativos e similares no saguão do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, campus Pampulha. A relação dos trabalhos que compõem a mostra pode ser encontrada na página da Proex.

Mais informações na página da UFMG Jovem no Facebook

(Com informações de Eduardo Maia para o Boletim UFMG 2.072)

 

Assessoria de Imprensa UFMG

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Essa iniciativa, o "Outono de Programação", paga US$3000 para alunos desenvolverem alguma parte do ambiente de programação da Linguagem D (https://dlang.org/).

Roberto vai desenvolver uma representação de programas que será usada pelo compilador de D para gerar código eficiente para aplicações de aprendizado de máquina.

Saiba quais são os projetos selecionados: https://dlang.org/blog/2019/08/25/saoc-2019-projects-and-participants/ 

Saiba mais sobre o  Laboratório de Compiladores: http://lac.dcc.ufmg.br/

Data da premiação: 

 

domingo, 25 Agosto, 2019

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O artigo Aceleração de Assinaturas Baseadas em Atributos para Internet das Coisas tem como autores Antonio Maia (UFMG), Stephen Richardson (Stanford), Mark Horowitz (Stanford) e Leonardo Oliveira (UFMG). O trabalho tem como objetivo tornar mais célere assinaturas baseadas em atributos para Internet das Coisas.

A menção honrosa na trilha principal do Simpósio Brasileiro de Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais 2019 (SBSeg 2019) na categoria de artigos curtos aconteceu durante o evento em São Paulo entre os dias 2 e 5 de setembro de 2019.

 

Data da premiação: 

 

quinta-feira, 5 Setembro, 2019

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Em torno do tema ‘Big data, crise epistêmica e pós-verdade’, a segunda edição do ciclo IEAT 20 anos será realizada no dia 19 de setembro de 2019, às 14h, no Auditório 104 do Centro de Atividades Didáticas 2 (CAD 2),campus Pampulha. A entrada é gratuita mediante inscrições através do link.

https://aplicativos.ufmg.br/conhecimento/atividades/e/21/ciclo-ieat-20-anos 

A proposta da mesa é reunir pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e competências para debater o fenômeno da desinformação. Discutir a crise epistêmica e de pós-verdade vivenciada atualmente visando debater o impacto e atuação de campanhas articuladas de desinformação no Brasil e no exterior. A expectativa é contribuir para uma melhorcompreensão dos desafios atuais e promover debates que possam resultar em políticas e soluções para mitigar o problema no futuro. Às 13h30, a primeira mesa vai reunir o professor Fabrício Benevenuto do Departamento de Ciência da Computação da UFMG, Gilberto Scofield, Diretor de Estratégias e Negócios da Agência Lupa, e Mônica Rosina, Gerente de Políticas Públicas do Facebook. A segunda mesa, agendada para 15h30, contará com a participação dos professores da UFMG Virgílio Almeida, do Departamento de Ciência da Computação e Bruno Reis do Departamento Ciência Política, além doJornalista e doutor em Ciência Política pela USP, Leonardo Sakamoto. 

Ciclo IEAT 20 anos

 

O Ciclo IEAT 20 anos visa ser um espaço de discussão de questões centrais para a sociedade atual. Organizados em seis encontros com entrada franca, o Ciclo IEAT 20 anos é aberto à participação da comunidade interna e externa. O primeiro encontro tratou da ascensão dos movimentos de direita no mundo. Em novembro, o ciclo promoverá um debate sobre as mudanças climáticas.

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O DCC recebeu, nesta segunda, 2 de setembro, a visita do deputado federal Tiago Mitraud (NOVO-MG). O parlamentar participa de diversas comissões na Câmara dos Deputados, entre elas a de saneamento básico e a de educação. Na ocasião, se reuniu com diversos professores do DCC, que apresentaram a ele ações do Departamento na busca da excelência acadêmica, combinada com a captação de recursos adicionais aos providos pela UFMG e pelas agências de fomento. Foram discutidas as dificuldades burocráticas, administrativas e legais que impõem barreiras e restrições à captação e uso de recursos externos, e apresentados os resultados que o DCC tem conseguido obter apesar delas. Isso inclui uma longa lista de iniciativas bem sucedidas de transferência de tecnologia para empresas, criação de startups, prestação de serviços, projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, além da formação de pessoas com alta qualificação.

O parlamentar apresentou palestra para professores e estudantes, expondo as principais dificuldades e entraves que afetam o empreendedor brasileiro. Discutiu com os presentes suas ações parlamentares com potencial impacto positivo para as universidades, como a participação na comissão da PEC que retira as receitas próprias das universidades do limite constitucional do teto de gastos. Em breve discussão sobre o programa Future-se, foram debatidos pontos positivos e partes obscuras da proposta atual, havendo consenso que a variedade de perfis das instituições federais de ensino superior requer tratamento diferenciado na legislação.

 

 

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Na sexta-feira, dia 30 de agosto, ocorreu, em São Paulo, o “Chip-in-Sampa 2019”, acontecimento internacional ligado ao desenvolvimento de microtecnologias. Esse ano o evento foi organizado pela Universidade de São Paulo (USP) e concedeu Menções Honrosas a alunos do PPGCC/DCC. Os trabalhos reconhecidos foram DNAr-Logic: A constructive logic DNA circuit design library in R language for Molecular Computing, cujos autores  são Renan Marks (Aluno de Doutorado - DINTER/UFMS), Daniel Kneipp (Aluno de Mestrado), Marcos Guterres, Poliana Oliveira (Aluna de Doutorado) and Omar Paranaiba Vilela Neto e NMLSim 2.0: A robust CAD and simulation tool for in-plane Nanomagnetic Logic based on the LLG equation, realizado por Lucas Augusto Lascasas Freitas (Aluno de Mestrado), João Guilherme Nizer Rahmeier, Luiz Guilherme C. Melo and Omar Paranaíba Vilela Neto. 

Para mais informações acesse: http://www.psi.poli.usp.br/chipinsampa/

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O Laboratório de Introdução à Computação (Laico), vinculado ao ICEx e situado no Centro de Atividades Didáticas 3 (CAD 3), sediou, nesta quarta-feira, dia 3, sua primeira aula. A unidade foi uma das selecionadas na chamada de 2018 do Programa de Apoio a Projetos Estruturantes de Laboratórios para o Ensino de Graduação (Paleg). O edital destinou pouco mais de R$ 2 milhões de recursos próprios e beneficiou 17 das 20 unidades acadêmicas.

O espaço foi inaugurado no início da aula da disciplina Introdução à Programação de Computador, ministrada pelo professor Jefersson Alex dos Santos, um dos proponentes do projeto.

O laboratório ocupa o auditório 307 do CAD 3,com 150 lugares, e atenderá cerca de 20 cursos de graduação da UFMG. A iniciativa é do Departamento de Ciência da Computação (DCC), que desenvolveu o projeto de inovação que será utilizado pelos cursos. O espaço foi planejado como suporte fundamental para a reorganização das disciplinas da grade de programação e desenvolvimento de software do DCC.

Relação professor-aluno

“Não é comum termos chamadas ou conseguirmos apoio em forma de recursos para laboratórios de ensino. Menos ainda na situação atual, de corte orçamentário. Em 2018, ainda não tínhamos esse grande contingenciamento, mas os recursos já eram menores, e a Universidade priorizou recursos para o ensino da graduação. Isso não é pouca coisa”, ressaltou a pró-reitora de Graduação, Benigna Oliveira, referindo-se ao Paleg. Ela enfatizou que a relevância dos novos laboratórios reside não apenas na infraestrutura, mas também no impacto positivo sobre a relação professor-aluno e sobre o processo de ensino-aprendizagem.

 

O diretor do ICEx, Francisco Dutenhefner, lembrou que, em momento de crise, é importante crescer dentro do possível, aproveitar o potencial da comunidade acadêmica e as oportunidades, ainda que sejam reduzidas.

 

(Carol Carvalho / Prograd)

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Raphael Ottoni e Gabriel Magno, dois dos pesquisadores do DCC envolvidos no estudo

 

Um trio de doutorandos da Ciência da Computação, orientado pelo professor emérito, Virgílio Almeida, ajudou a validar com dados uma percepção geral: a presença do YouTube tem grande relevância no processo político no Brasil. Eles mergulharam em 55 canais brasileiros da plataforma de vídeos, representantes da extrema direita à extrema esquerda, com foco nas eleições para presidente de 2018. O YouTube é a segunda plataforma on-line mais popular no Brasil, com quase 70 milhões de acessos por mês.

Os pesquisadores constataram, por exemplo, que a audiência dos canais de direita aumentou ao longo do período estudado e que os vídeos e comentários dos canais da chamada baseline (de posição neutra, que servem para controle) fizeram, ao longo do tempo, um movimento significativo para a direita. “Como a direita era muito mais ativa no YouTube, teve mais força para angariar novos apoiadores”, comenta Raphael Ottoni, que integrou a equipe do estudo ao lado de Gabriel Magno e Evandro Cunha. Eles estão preparando artigo para submeter a periódicos.

O trabalho do grupo do DCC coincidiu com o interesse dos repórteres Amanda Taub e Max Fisher, do escritório londrino do The New York Times, que produziam série de matérias sobre a influência do YouTube em diferentes países. Eles estiveram em Mianmar, no Sri Lanka, na Alemanha e no Brasil, entre outros, e chegaram ao professor da UFMG  e sua equipe quando tomaram conhecimento de outra pesquisa coordenada por ele, com análise de discurso de ódio e discriminação em vídeos postados na plataforma por grupos de direita nos Estados Unidos e na Inglaterra. O trabalho foi premiado em congresso na Holanda, em 2018. 

Outro estudo do DCC identificou crescimento acentuado nas taxas de engajamento das comunidades da direita norte-americana.

Os dois trabalhos são destacados na principal reportagem da edição 2.070 do Boletim UFMG, que circula nesta semana apenas na versão on-line.

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