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Pesquisador da UFMG eleito um dos cientistas mais influentes do mundo conversou com ÉPOCA sobre como aumentar o impacto da pesquisa brasileira. No começo do ano, o pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais Ado Jorio Vasconcelos recebeu uma ótima notícia: ele entrou na lista dos cientistas mais influentes do mundo feita pela Thomson Reuters. O feito é resultado das publicações de suas pesquisas, que receberam alto índice de citações em outras revistas científicas em todo o mundo.


Ado Jorio é físico com pós-doutorado no prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Atualmente, é coordenador do Laboratório de Nanoespectroscopia da UFMG, onde estuda as propriedades de nanoestruturas – materiais extremamente pequenos que podem ser usados em nanotecnologia ou aplicação médica. Essa pesquisa o colocou ao lado de cerca de 3 mil cientistas que mais causaram impacto na ciência, em todo o mundo, entre 2003 e 2013. O Brasil tem participação tímida nessa lista. Além do pesquisador da UFMG, apenas outros três brasileiros conseguiram chegar entre os mais influentes: Paulo Artaxo (USP), Álvaro Avezum (Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese) e Adriano Nunes-Nesi (Universidade Federal de Viçosa). Como aumentar o impacto da ciência brasileira? Por telefone, ÉPOCA conversou com o professor Ado Jorio. Ele falou sobre a evolução da ciência no Brasil e sobre o risco de a atual crise econômica desestruturar a tecnologia nacional.Suzana Herculano-Houzel: “Fazemos ciência no Brasil em condições miseráveis”Helena Nader: "O ajuste fiscal é necessário, mas não na educação e na ciência"
ÉPOCA – Como foi receber a notícia de ser um dos cientistas mais influentes do mundo?

Ado Jorio – Eu estava no laboratório e recebi um email de um dos estudantes que viu a notícia primeiro. Depois disso, comecei a receber muitos telefonemas, muitos emails e parabéns. Por ser uma análise muito técnica, a gente sente que está trabalhando de forma satisfatória, correta, e é uma alegria saber que está fazendo a coisa bem feita. Então foi muito legal, foi uma grande honra.ÉPOCA – A lista tem pouquíssimos pesquisadores brasileiros entre os mais citados. Por que isso acontece, na sua opinião?

Ado Jorio – Se você pensar na estrutura científica do Brasil, e comparar com a de outros países do mundo, vai ver que o Brasil começou um pouco mais tarde. A estruturação institucional do CNPq, que é um dos fortes financiadores de pesquisa, aconteceu muito depois desse tipo de estuturação institucional em países da Europa ou nos Estados Unidos. A ciência profissional leva muito tempo para ser desenvolvida. Mas estamos no caminho. Em termos de produção quantitativa, o Brasil tem uma produção condizente com o tamanho do país. O Brasil tem aproximadamente 3% da população mundial e tem também aproximadamente 3% da produção científica mundial. Temos pesquisadores e grupos de pesquisa reconhecidos internacionalmente, e isso é inquestionável, em todas as áreas. Só que a gente tem que melhorar bastante. A competição global é difícil. Então você me pergunta o que está faltando? A gente tem que trabalhar muito. Tem que continuar com o fomento à pesquisa. Tem marcos legais que podem ser melhorados. Eu já trabalhei em vários países do mundo. Conseguir um insumo para desenvolver sua pesquisa é muito mais fácil em outros países. No Brasil, às vezes, para importar uma coisinha pequena é preciso esperar seis meses. Isso é proibitivo para uma ciência de ponta, que é uma competição global.ÉPOCA – Comparando a época que o senhor trabalhou no exterior, e agora, que trabalha no Brasil. Como estamos?

Ado Jorio – São duas diferenças principais. A primeira é a que eu acabei de falar. A facilidade de se conseguir as coisas para a pesquisa no exterior é maior. Se quebra uma peça no laboratório, se ela for importada, às vezes até nacional, é muito difícil repor aqui no Brasil. São meses esperando a reposição. No exterior, é questão de dias. Na Europa, nos Estados Unidos, no Japão, você não fica parado esperando equipamentos. A segunda diferença é uma questão de qualificação. Nos grandes centros de excelência, a mão-de-obra, o corpo técnico, é filtrado por uma competição internacional. Esses países estão internacionalizados. No Brasil, o corpo técnico é majoritariamento brasileiro – é uma competição local. Então, normalmente a mão-de-obra no exterior é mais qualificada.


ÉPOCA – Os pesquisadores brasileiros continuam com dificuldade de publicar nas grandes revistas científicas como a Science ou Nature?

Ado Jorio – Isso depende muito da área. Em algumas já é comum; em outras, é ainda distante. Depende da evolução de cada área – quando começou e qual foi o esforço colocado para esse tipo de estruturação científica dentro de cada área. Revistas de qualidade existem em todas as áreas. O Brasil publica muito nessas revistas. Mas com a Science e Nature, que são topo de linha, estamos falando de pesquisa de impacto que vai além da sua própria área. Isso o Brasil ainda deixa a desejar um pouco. Eu te falei que o Brasil publica mais ou menos 3% da produção científica mundial, mas não detém 3% dos artigos da Science e Nature, é muito menos do que isso. Temos um caminho maior para andar. Temos que fazer uma pesquisa mais ousada. Uma pesquisa mais demorada. É a mesma coisa do que perguntar: o que você faz para ganhar dez medalhas de ouro nas Olimpíadas? Claro que não são poucos os centros de excelência no Brasil, em diversas áreas, que têm impacto muito grande. Em algumas áreas de pesquisa no Brasil, como odontologia, veterinária, o país disponta como primeiro mundo. Mas no geral, se você fala de forma genérica, o Brasil ainda precisa melhorar o impacto de sua pesquisa científica.


ÉPOCA – O que falta para aumentar esse impacto? É uma questão de investir mais, de ter uma intervenção mais direta de governos?

Ado Jorio – Se você pega o histórico brasileiro de longo prazo, a gente tem um financiamento adequado. O problema brasileiro são as flutuações. Temos financiamento adequado durante cinco anos, aí ficamos três anos sem financiamento. Isso mata toda a pesquisa, que não se desenvolve num período curto. Eu acredito que, nos últimos 50 anos, o Brasil tenha caminhado para frente. A qualidade da pesquisa hoje é muito superior à que era há vinte anos, há 30 anos. Mas a gente ainda tem um percurso para andar. Esse percurso sofre com as crises, e quem fica a mercê é sempre a educação e a ciência. Os cortes que estão acontecendo agora são um exemplo de flutuação. Frequentemente no Brasil, quando você olha para trás vê crise em época e época. Na época do Collor, do Fernando Henrique, na época do Lula, todas sempre têm crise. Quando essas coisas acontecem, desestruturam a ciência e a tecnologia.


ÉPOCA – Nós estamos agora no meio de uma crise. Acha que conseguiremos passar por ela sem se desestruturar?

Ado Jorio – É tudo uma questão de tempo. Essa crise é relativamente recente. Ainda não teve tempo suficiente para começar a desestruturar. Mas se durar mais dois anos, mais três anos, aí a coisa começa a ficar mais complicada. O ano que passou foi de apertar os cintos, mas ainda não foi desestruturante. Se a crise continuar, pode começar a ruir coisas que foram construídas.ÉPOCA – Que conselho o senhor daria para pesquisadores que estão começando e almejam chegar entre os mais influentes?

Ado Jorio – Fazer o possível para participar de conferências internacionais. Se você não participa dos eventos onde a comunidade discute, pode acabar publicando um artigo interessante e ele passar despercebido. Lutar para conseguir financiamento perante as agências de fomento, escrever projetos para essas agências. E buscar estudantes de inicação científica, de pós-graduação. São os estudantes que vão começar a nuclear seus grupos de pesquisa. Sem eles, é muito difícil manter uma pesquisa, porque o meio universitário tem uma demanda burocrática e administrativa para além do admissível. O desenvolvimento científico sem um grupo de pesquisa é muito dificil.

 

Ado Jorio - Foca Lisboa

Disponível em: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/01/ado-jorio-brasil-precisa-fazer-pesquisa-cientifica-mais-ousada.html

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A quarta edição da Olimpíada Nacional de Física Universitária terá aplicação na UFMG. O evento organizado pela Sociedade Cubana de Física e pela Universidade de Havana contará com o apoio do Instituto de Ciências Exatas para as provas do dia 18 de março, às 14h.

 

O exame é aberto a alunos de graduação de qualquer curso da UFMG, cabendo aos interessados preencher o  formulário on-line, disponível até o dia 18 de fevereiro, e aguardar as instruções para realização das provas por e-mail.

 

Ao todo serão 5 questões elaboradas por renomados nomes do referido campo cientifico, que abordaram os principais temas da Física.

 

 Os professores do ICEx se encarregaram da tradução dos exames para o português, bem como pela aplicação e correção das provas dos alunos da UFMG. Cabe aos professores selecionar os dez primeiros colocados e enviar os nomes à Comissão organizadora em Havana.

 

O evento conta com o apoia da UNESCO e do Centro Latinoamericano de Física e contará com estudantes do Brasil, de Cuba e do México.

 

A última versão da prova pode está disponível em scf.fisica.uh.cu/sites/default/files/Temario%20ONUF_2013.pdf.

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Ado Jorio - Foca Lisboa

 

O professor Ado Jorio, do Departamento de Física do ICEx-UFMG, figura na lista dos cientistas mais influentes do mundo em 2015, segundo o levantamento The World’s Most Influential Scientific Minds (em português, Mentes Científicas mais Influentes do Mundo), divulgado pela Thomson Reuters, maior conglomerado de produção de informações especializadas do mundo.

Cerca de três mil pesquisadores de 21 áreas do conhecimento constam da relação, compilada pela Divisão de Propriedade Intelectual da agência com base na análise de papers publicados de 2003 a 2013. O relatório reúne os autores que tiveram seus trabalhos entre os 1% mais citados no ano da publicação em suas respectivas áreas.

Além de Jorio, que aparece na lista dos destaques da área de física, apenas três outros brasileiros são mencionados no levantamento: Álvaro Avezum, do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, Paulo Artaxo, do Instituto de Física da USP, e Adriano Nunes-Nesi, do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Trajetória
Ado Jorio de Vasconcelos é professor titular no Departamento de Física da UFMG, onde trabalha com pesquisa e desenvolvimento de instrumentação científica em óptica para o estudo de nanoestruturas com aplicações em novos materiais e biomedicina. Concluiu sua graduação em Física pela UFMG em 1993 e o doutorado, também na UFMG, em 1999. Nos dois anos seguintes, fez pós-doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde trabalhou com propriedades ópticas de nanomateriais, com foco em espectroscopia Raman e óptica de nanomateriais de carbono.

Segundo o Somos UFMG, Ado Jorio tem 180 artigos publicados e é autor de 23 livros e capítulos de livros. Junto com outros pesquisadores da Universidade, registrou oito patentes na Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT). Em 2015, ele recebeu o Humboldt Research Award, concedido pela Fundação Alexander Von Humboldt, da Alemanha.

Atual chefe do Departamento de Física, Ado Jorio dirigiu a CTIT de 2010 a 2013.

(ufmg.br)

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Faleceu nesta quarta-feira, dia 13, aos 88 anos, o professor aposentado antonio david souza sobrinho, do departamento de matemática do ICEx.

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O professor David, como era conhecido, nasceu em Pedreiras, no Maranhão, em 1927. Aos 14 anos, mudou-se para Fortaleza e lá se formou em Matemática, Física e Desenho pela Universidade Federal do Ceará (UFCE). Em 1960, veio para Belo Horizonte, onde iniciou uma prolífica carreira como professor de matemática em vários níveis de ensino. Lecionou nos colégios Dom Silvério e Tiradentes e foi um dos responsáveis pela criação do curso de Matemática do Instituto Newton Paiva, hoje Centro Universitário Newton Paiva.

Ingressou na UFMG no final dos anos 60, no então Colégio Universitário, e depois se transferiu para o Departamento de Matemática do ICEx, onde permaneceu até se aposentar, no fim dos anos 90.

Antonio David deixou esposa, Aila Oliveira David de Sousa, com quem era casado há 63 anos, e os filhos Glauco, David Jr, Jackson, Aila Vanessa, Emerson, Anderson e Hilbert David. Este último é servidor da UFMG, lotado na Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC), e atualmente cedido para o Instituto Federal Sul-rio-grandense (Ifsul), em Pelotas (RS).

(ufmg.br)

 

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Os processos de constituição da docência universitária, no contexto das mudanças ocorridas com a implantação do REUNI nas universidades públicas federais, em especial na UFMG, foi o tema da tese de Maria de Lourdes Coelho, concluída em fevereiro de 2012, na Faculdade de Educação, com orientação da professora Ângela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben. Maria de Lourdes é pedagoga e pertence ao quadro de técnico de nível superior dessa universidade, lotada no Departamento de Ciência da Computação do ICEx.

Com a adesão ao REUNI coube a cada instituição apresentar um programa de preparação dos docentes para a expansão e a reestruturação pedagógica, de acordo com as orientações do MEC, explica Maria de Lourdes. A proposta apresentada pela UFMG previu a criação de equipes didáticas constituídas por professores e alunos dos cursos de mestrado e doutorado das diversas áreas de conhecimento, que passaram a receber bolsas CAPES/REUNI, com previsão de oito horas de atividades de ensino na graduação. O novo quadro exigiu a preparação dos participantes dessas equipes e desde 2008, várias ações foram iniciadas neste sentido.

Ao participar das reuniões de planejamento das ações formativas foi que a pedagoga considerou propício o prosseguimento dos seus estudos no Programa de Pós-Graduação em Educação e declarou: “a idéia do projeto de pesquisa começou com a implantação do Reuni, do qual participei da equipe de formação docente, no período de 2008 a 2011, especialmente de duas ações que passaram a ser ofertadas semestralmente, que são o Curso Formação em Docência do Ensino Superior, destinado aos pós-graduandos e o Percurso Formativo, aos professores efetivos”. Ela esclarece que a equipe de formação faz parte do Giz – Rede de Desenvolvimento de Práticas de Ensino Superior, vinculado à Pró-Reitoria de Graduação e suas ações tendem a permanecer, em atenção às necessidades de inovações metodológicas e tecnológicas na prática de ensino na universidade e da efetivação do trabalho em equipe, que integre a pós-graduação à graduação.

Segundo Maria de Lourdes, “a UFMG se encontra no processo de realização da proposta do Reuni, no que se refere à expansão do número de vagas e de cursos, a preparação do corpo docente e a necessidade da ampliação de oportunidades para a formação de professores universitários, que continua em desvantagem, nos programas de pós-graduação, em relação à formação de pesquisadores”.

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 A lua e as estrelas ao alcance das mãos.


Este mês está de volta o Projeto Quarta Crescente, no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Com o objetivo de incentivar o interesse da sociedade em geral pela astronomia, o projeto proporciona a experiência de conhecer um pouco mais sobre os astros por meios de observações e atividades de ensino e lazer. Idealizado pelo professor Renato Las Casas, do departamento de Astrofísica do Instituto de Ciências Exatas da UFMG, o projeto, que já está em seu quarto ano de funcionamento no Museu, ocorre uma vez por mês, de abril a setembro, em todas as quartas-feiras de lua crescente.
Nesta edição, os visitantes terão a oportunidade de assistir a uma palestra multimídia sobre a estrutura do universo, ministrada pelo próprio professor Las Casas. Nas sessões do planetário, o público poderá observar as estrelas da bandeira brasileira vistas de Minas Gerais. Haverá ainda um laboratório interativo, cujo tema é “Espectros – como a luz nos traz informações dos astros”. As atividades se completam com a observação de astros e estrelas, como a Lua e Netuno por meio de telescópios que ficam à disposição do público.

O valor da entrada é R$4,00.
As atividades no Observatório do MHNJB começam às 18h30 e terminam às 22h00.
O Museu fica na Rua Gustavo da Silveira, nº 1035 – Bairro Santa Inês

Programação
Inicio 18h30
Palestra Multimidia – Estrutura do Universo - Prof. Renato Las Casas
Sessões do planetário – Estrelas da bandeira brasileira
Laboratório Interativo – Espectros – como a luz nos traz informações dos astros
Observações – Lua, Netuno, dentre outros.
Término 22h00

Entrada gratuita

 

Obs.: Sugerimos trazer lanternas para iluminar o caminho até o observatório.
Mais informações:
www.observatorio.ufmg.br ou (31) 3461-4204.

 

 

 

 

 

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Mais de 200 estudantes participaram da palestra do físico e mineiro Ivair Gontijo no auditório III, do Instituto de Ciências Exatas, ICEx, sobre as várias missões para Marte idealizadas e construídas no Jet PropulsionLaboratory daNASA em Los  Angeles.Além dos detalhes da construção e lançamento do veículo, o físico abordou, por meio de um vídeo, a construção dos componentes mais críticos do radar que ele controlou nos últimos 7 minutos da descida em Marte que saiu da Terra em 2012 e viajou por oito meses até chegar a solo marciano em 2013.

Novo projeto: lua de Júpiter

De acordo com Gontijo o projeto visa responder as questões que o mundo questiona: se Marte tem condições para vida e para onde foi a água de Marte. “Antes era um planeta com oceano e hoje não tem mais”, questionou. Ao ser questionado pela plateia sobre seu novos projetos na Nasa, ele conta que está fazendo um trabalho diferente. “Nosso projeto é mandar uma sonda para Europa, a lua de Júpiter que deve sair da terra em 2022 e chegar lá em 2029”.

Emoção em quem participou

Para Felipe Gustavos, do 2º ano da Física, da Ufmg, além de fascinante, a palestra acrescentou bastante para o seu curso. “Entendi mais o funcionamento da Nasa, da sonda, o seu processo e o lançamento do foguete”. Também para os alunos do Colégio Técnico da UFMG, João Pedro Timóteo e Jéssica Marcolina, ambos de 17 anos, a palestra desmistificou o pouso do foguete em Marte. Ficamos emocionados com os vídeos e com as explicações do cientista”.

Ivair Gontijo cursou graduação e mestrado no Departamento de Física da UFMG e doutorado na universidade de Glasgow, na Escócia. Ele é parceiro do professor de Física da UFMG, Renato Las Casas, no programa “Universo Fantástico”, na Rádio Inconfidência, colaborando como correspondente da Nasa nos últimos quatro anos.

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Felipe Gustavos, do 2º ano da Física

 

 

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Com a participação de empresários e pesquisadores nacionais e internacionais premiados na área de computação, acontece do dia 30 de abril a 4 de Maio, o Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuidos - SBRC,  em Ouro Preto. “O pesquisador com mais citações na ciência da computação, Scott Schenker, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e Cint Cerf, vice-presidente da Google, são nossos convidados”, afirma o coordenador do evento Dorgival Olavo Guedes Neto, professor do departamento de Ciência da Computação do ICEx, responsável pelo evento, com apoio da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

De acordo com o coordenador, também participarão do evento dois brasileiros importantíssimo na área de redes de computadores como o diretor presidente do Núcleo de Informação e Coordenação Demi Getschko , coordenador do Ponto BR (NIC.br) e considerado um dos "pais" da Internet no Brasil. “ A surpresa no evento vai ser a entrega do prêmio ao brasileiro Edmundo de Souza e Silva professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pela sua contribuição na área de redes de computadores.

O que é o Simpósio

SBRC é o mais importante evento nacional em sua área e reúne acadêmicos e empresários. A programação prevê sessões técnicas com apresentação de artigos completos e ferramentas, cinco minicursos sobre temas normalmente não abordados nas grades curriculares, nove palestras e um tutorial proferidos por pesquisadores internacionais de renome e por profissionais de empresas líderes no mercado, três painéis e oito workshops sobre temas específicos.

Outras informações sobre o evento estão no site http://sbrc2012.dcc.ufmg.br. 

 

 

Prof. Dorgival Olavo Guedes Neto, um dos coordenadores do simpósio.

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Uma competição de robôs autônomos construídos com legos com o objetivo de realizarem missões de busca e salvamento nas quedas de aviões, acontece na próxima segunda, dia 2, às 18 h30, no auditório III, do Instituto de Ciências Exatas (ICEx). Os 22 alunos responsáveis pela criação dos robôs são alunos do curso de Robótica do Departamento de Ciência da Computação.

É no Laboratório de Robótica que nascem os robozinhos. Juntando as peças de legos espalhados pelo chão, os fios coloridos, as rodas, sensores, motores e placas de circuitos,os alunos voltam ao tempode crianças. “Apesar de ser muito trabalhoso porque as medidas são precisas, é divertido. Nos remete à infância”.

 

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Sensores identificam pessoas e objetos

A turma responsável pelo Robô Tede, a sigla representa a primeira letra de cada um dos componentes – Tiago, Elias, Eugênio e Davi, conta que o papel do Tede é procurar os restos do avião e sobreviventes. “Ele tem sensores que identificam pessoas e coisas. No nosso ambienteé muito real. Quando acontece acidente, por exemplo, um acidente químico, que é perigoso para o homem, são encaminhados robôs “, explica Tiago Ruas, do 6º período de Ciência da Computação.

Outro grupo , formado pelos alunos, Lucas, Jean e Marco Aurélio, informa que a função é a mesma – realizar busca e salvamento, mas a estratégia é diferente. “Vamos ter uma garra para pegar vários blocos (pessoas ou destroços), em vez de pegar um por um. “Ele também identifica cores e distância, tem sensor de localização para o robô se orientar e o identificador de cor para identificar as coisas certas”, explica Lucas Rafael.

De acordo com o professor de Robótica, do Departamento de Ciência da Computação, Douglas Macharet, o objetivo da competição é mostrar a utilização robótica nas mais diversas tarefas, por exemplo em missões de busca e salvamento.

 

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Alunos Jean Freire e Marco Aurélio Felizardo               Robô Tede dos alunos Tiago, Elias, Eugênio e Davi

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Como despertar o aluno para a matemática e como ensinar com mais criatividade, são os principais objetivos das oficinas de jogos do Projeto Visitas, do Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Exata (ICEx), da UFMG, no dia 19 de Maio, na Videoteca do ICEx.

De acordo com o professor e coordenador do projeto Jorge Sabatucci o projeto tem como objetivo a integração da Universidade com alunos e professores da educação básica de ensino. “O contato de alunos e professores da UFMG com este público, traz, também, questões concretas da realidade da sala de aula para discussão dentro do Curso de Licenciatura, em especial para os alunos participantes do projeto”, explica

Outro mito que as oficinas querem desvendar é o de que a Matemática é difícil e inacessível à maioria da população. “Essa concepção tem grande influência nos alunos que muitas vezes se julgam incapazes de aprendê-la. Por isto, a utilização de jogos e materiais concretos no ensino é uma tentativa de romper com essa visão da Matemática”.

Outro aspecto importante na utilização de jogos no ensino de matemática são as habilidades que ele desenvolve, como por exemplo a concentração, atenção, organização e o raciocínio dedutivo, sendo estas indispensáveis para o aprendizado em Matemática. “A utilização de materiais concretos permite abordar tópicos de Matemática em diferentes níveis, possibilitando assim definir o momento adequado para possíveis aprofundamentos e aplicações.”

Data: 19 de Maio de 2012 (Sábado)

Horário: 9:30h às 12:00h

Local: UFMG – ICEx - Deptº Matemática - Sala 3057 (Videoteca)

Avenida Antônio Carlos, 6627. Pampulha

As inscrições poderão ser feitas somente pelo link:

http://bit.ly/Ji91co

Participação Gratuita

 

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