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A presença do Ministro Marcos Pontes e Reitoria no evento de lançamento está confirmada.

 

 

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Com intuito de expandir a política de valorização do estudante e pesquisador negro, em especial nas áreas das Ciências Exatas, acontece na próxima semana, de 26 a 29 de novembro, o I Colóquio de Ciências Exatas & Negritude. O evento, que será realizado pelo movimento IVONE no Instituto de Ciências Exatas (Icex) da UFMG, no campus Pampulha, foi desenvolvido em consonância com o Plano Nacional de Educação (PNE), enquadrando-se como uma intervenção que busca trazer as discussões étnico-raciais para o âmbito acadêmico, diminuindo os reflexos do racismo dentro das universidades.

A proposta inclui a realização de atividades acadêmicas e culturais, como palestras, oficinas, mesas-redondas, rodas de conversa, apresentações de dança e de música, exposições, entre outras. Além de debates abordando o tema do colóquio, como a história dos movimentos negros no Brasil e as políticas de permanência de alunos negros na UFMG, serão apresentados trabalhos de destaque produzidos por pesquisadores negros da UFMG, como a reconstrução de grafos e a descoberta de aglomerados estelares.

A programação completa pode ser conferida aqui. As inscrições gratuitas também devem ser feitas no site do evento.

Movimento Ivone

Há menos de um ano, foi criado na UFMG o movimento IVONE - Coletivo de Negros do Icex. Seu intuito principal é fomentar as discussões em torno das relações étnico-raciais que caracterizam a sociedade brasileira em geral. O alvo principal das ações do coletivo é o indivíduo das Ciências Exatas que, via de regra, não entra em contato com a questão racial, discutida majoritariamente em cursos das áreas de Ciências Humanas e Ciências Sociais.

Segundo o grupo, “por ser sistêmico e estar entranhado em todas as instituições, o racismo não poderia deixar de estar presente na universidade e no Icex em especial. Casos concretos já aconteceram e continuam acontecendo. Não obstante, o negro, ao frequentar um ambiente majoritariamente branco e com o histórico negativo que o racismo deixou em sua subjetividade, tende a não se sentir acolhido. Sente que não pertence ao lugar onde deve estar por direito”.

Foi nessa perspectiva que o movimento IVONE criou o I Colóquio de Ciências Exatas & Negritude. O objetivo é ampliar as discussões para além do acesso igualitário ao ensino superior público, chegando também à importância da garantia da permanência, da integração e do desenvolvimento do indivíduo negro.

 

Assessoria de Imprensa UFMG

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Reunido excepcionalmente na tarde desta segunda-feira, 25, o Conselho Universitário da UFMG posicionou-se, por meio de nota, sobre fatos associados à prisão de pessoas suspeitas de tráfico de drogas nas dependências do campus Pampulha. O comunicado, assinado pela reitora e presidente do Conselho, professora Sandra Regina Goulart Almeida, esclarece que “a sentença judicial, proferida em 24/10/2019, pelo Juiz de Direito da 3ª Vara de Tóxicos da Comarca de Belo Horizonte, da qual o MEC foi notificado, deixa claro que nenhum dos acusados é estudante ou servidor da UFMG, nem tem qualquer vínculo com a Instituição”.

 

Nota do Conselho Universitário da UFMG_25.11.2019.pdf

 

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Parceria do campus Saúde com o Departamento de Química do ICEx possibilitou a criação de nova tecnologia, de baixíssimo custo, capaz de combater larvas e ovos do mosquito Aedes aegypti mesmo em águas extremamente sujas, como a de esgotos. Trata-se de uma pastilha feita com tijolo de cerâmica tratado quimicamente, que é eficaz em locais inóspitos, como bueiros e ralos, onde não há luz ou água limpa. O larvicida, desenvolvido por equipe coordenada pelo professor Jadson Belchior, reduziu, em mais de 80%, a população do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika no campus Saúde.

O dispositivo foi criado para atender demanda do campus, que tem os bueiros como principal foco de proliferação desses vetores. Esse comportamento foge do habitual, uma vez que o Aedes aegypti costuma depositar ovos em recipientes com água limpa. “Nas unidades do campus, os vasinhos de plantas foram reduzidos. O mosquito provavelmente está fora dos prédios e migrando para dentro. Os bueiros acumulam água parada e nutrientes gerados por folhas secas. E  é justamente disso que os ovos precisam para virar larvas”, detalha Jadson Belchior.

A pesquisa teve início no começo deste ano, em continuidade a estudos desenvolvidos em 2018, também em parceria com o campus Saúde. Essas pastilhas têm como suporte uma cerâmica impregnada com moléculas nocivas à larva, mas com nível de concentração que não faz mal ao ser humano.

O material larvicida é liberado de forma lenta e controlada depois de entrar em contato com a água, por cerca de seis a sete semanas, o que inibe o desenvolvimento dos ovos na fase larvária, impedindo-os de eclodir ou matando as possíveis larvas que surgirem.

O dispositivo foi abordado em matéria publicada na edição 2.081 do Boletim UFMG, que circula nesta semana.

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Google anunciou os 25 ganhadores da sétima edição do Latin America Research Awards (LARA) 2019, programa de bolsas para pesquisa em computação na América Latina. O evento ocorreu no Centro de Engenharia do Google, em Belo Horizonte, e reuniu professores e pesquisadores de projetos e iniciativas voltados para as áreas de segurança, detecção de doenças, meio ambiente, dados, etc. Dos ganhadores, três projetos são da capital mineira.

O programa é voltado para estudantes de mestrado e doutorado de universidades latino-americanas e também para seus professores e orientadores. Serão destinados cerca de R$ 2 milhões para suporte das iniciativas vencedoras. O intuito é ajudar projetos que busquem soluções tecnológicas para problemas do cotidiano, como empreendedorismo, inovação digital e saúde pública.
 
O estudante de ciência da computação da UFMG Derick Oliveira baseou seu estudo na classificação automática e interpretável do eletrocardiograma de 12 variações para as 74 classes de diagnóstico a partir desses sensores, em parceria com o Hospital das Clínicas de BH. O estudante explica que o projeto visa à um exame mais preciso e eficiente. “Com esse sinal conseguimos inferir tanto no diagnóstico feito pelo cardiologista quanto dar uma explicação, textual e visual”, conta. O estudo teve orientação do professor Wagner Meira Júnior.
 
Já o estudante Otávio Augusto Souza, com orientação da professora Olga Goussevskaya, propõe uma nova abordagem para redes de comunicação autoadaptativas e distribuídas, baseada em contadores. Redes que modelam a si próprias tentando otimizar a comunicação a que elas servem, no caso do projeto dele, as datas centers. “Queremos tornar essas datas centers adaptativas. Hoje em dia, é muito presente a questão da nuvem, só que a nuvem existe e está em algum lugar. Ela é física, gasta mais energia que uma cidade, por exemplo. Com essa rede adaptativa, podemos diminuir o custo de operações”, explica.
 
 
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Foi realizada no ICEx, durante os dias 14, 15 e 16 de novembro, a décima primeira edição da Conferência Nacional sobre Modelagem na Educação Matemática (XI CNMEM). O evento contou com a participação de professores de diversos estados de todo o país. Foram submetidos mais de 150 trabalhos no total.

 

Durante o decorrer da XI CNMEM houve a ministração de palestras e minicursos tratando dos benefícios que a modelagem matemática pode trazer para o ensino da disciplina.

 

De acordo com a organizadora do evento, professora do Departamento de Matemática, Jussara de Loiola Araújo, a modelagem pode mudar a configuração dentro de sala de aula. Para ela, o professor deixa seu papel tradicional de transmissor de informações, para assumir o lugar de tutor e instigador, e os alunos transformam-se em protagonistas nas discussões e produção de conhecimento.

 

A educação matemática, que tem como um de seus expoentes o professor Ubiratan D’Ambrósio, desdobra-se em várias tendências ou orientações, que influenciam diretamente a prática em sala de aula. Além da modelagem matemática, contempla o uso de tecnologias, investigações, etnomatemática e história da matemática, entre outras dimensões. São práticas que se opõem ao modelo único e tradicional da transmissão do conhecimento pelo professor e põem a interdisciplinaridade em lugar visível na resolução dos problemas.

 

A partir dos anos 80, influenciada pelo pensamento de Paulo Freire e do próprio D’Ambrósio, a modelagem matemática ganhou força no Brasil e carrega uma peculiaridade que a difere do resto do mundo. “Internacionalmente, a modelagem matemática está mais voltada para a perspectiva educacional, para o ensino dos conteúdos. No Brasil, o diferencial é que essa perspectiva ganha força política, cultural e social. A abertura para que os próprios estudantes proponham os problemas reflete o objetivo de se educar matematicamente as pessoas para que elas atuem criticamente na sociedade”, compara Jussara Loiola.

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A trajetória da professora Raquel Minardi, do Departamento de Ciência da Computação do ICEx, é destacada no terceiro episódio da série Mulheres cientistas produzida pela TV UFMG. Sua pesquisa envolve as áreas de bioinformática e biologia computacional, em uma parceria entre ICEx e ICB.

Por meio de algoritmos e programas, a pesquisadora busca soluções computacionais para questões da saúde e da biologia, como é o caso da engenharia de biocombustível de segunda geração.

Confira o episódio clicando aqui.

Lançada em outubro, a série da TV UFMG tem o objetivo de contribuir para a reflexão sobre as questões, dilemas e desafios enfrentados por mulheres que fazem pesquisa no Brasil. O primeiro episódio focalizou a trajetória da professora Nilma Lino Gomes, da Faculdade de Educação, e o segundo contou a história de Aline Miranda, do ICB.

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A pedido da Diretoria do ICEx, comunicamos a data da Colação de Grau, dos alunos concluintes no 2º semestre de 2019.

 

 

Colação de Grau Oficial dos Formandos do 2º semestre de 2019:

 

17 de dezembro de 2019 - terça-feira às 18:00

 

Cursos: Ciência da Computação, Matemática, Matemática Computacional e Sistemas de Informação. -

 

18 de dezembro de 2019 - quarta-feira às 18:00

 

Cursos: Ciências Atuariais, Estatística, Física, Química e Química Tecnológica.

 

Local: Auditório da Escola de Engenharia

 

 

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Dúvidas frequentes:

 

- Onde fica o Auditório da Escola da Engenharia? 

 

Resposta: a esquerda de quem entra na portaria principal do prédio da Engenharia (em frente ao Prédio do ICEx, próximo a rotatória).

 

- Posso levar quantas pessoas para assistir minha colação de grau?

 

Resposta: Você poderá trazer até 03 convidados, pois o número de assentos é limitado.

 

- Como devo ir vestido? 

- É apropriado usar terno e gravata?

 

Resposta: A vestimenta deverá ser adequada ao evento. 

 

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Dica: O traje ideal é o esporte fino: calça social + camisa, para eles (não precisa usar gravata); vestidos mais simples, calça + blusa ou saia + blusa, para elas.

 

- Tenho que levar algum documento no dia da Colação?

 

- Resposta: Não. 

 

Quando chegar ao local, favor confirmar seu nome na lista de formandos que ficará disponível na entrada do auditório com a recepcionista.

 

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É com extremo pesar que o Departamento de Ciência da Computação (DCC) e o Instituto de Ciências Exatas (ICEX) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) comunica o falecimento do nosso aluno Christiano de Souza Oliveira, que cursava o 1º período do curso de ciência da computação.

O DCC-ICEX-UFMG, por meio de sua chefia, professores, funcionários, colegas e comunidade, lamenta intensamente esta fatalidade e neste momento de perda e dor, transmite os nossos sentimentos aos familiares, amigos e colegas.

Que o tempo e as recordações dos momentos felizes vividos com o jovem Christiano possam apaziguar a grande tristeza deste momento.

Convidamos a cada professor de nosso Instituto a fazer 1 minuto de silêncio nas suas aulas desta semana como homenagem ao Christiano e momento de reflexão.

Cordialmente,

Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PRAE/UFM
Diretoria do ICEx/UFMG
Chefia do DCC/UFMG e Secretaria do DCC/UFMG
Colegiado do Curso de Ciência da Computação

 

 

 

 

 

 

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Na constelação de Ofiúco, distante cerca de 600 anos-luz da Terra, duas estrelas jovens de massa equivalente à do Sol alimentam-se de uma rede de filamentos de gás e poeira interestelar envolta por um disco maior na forma de uma espiral. De longe, essa figura lembra um pretzel, tipo de pão bastante popular nos países de origem germânica. A imagem desse sistema estelar foi possível graças a uma observação em alta resolução realizada por um grupo internacional de pesquisadores, entre eles os astrofísicos brasileiros Felipe de Oliveira Alves, que faz estágio de pós-doutorado no Centro de Estudos Astronômicos do Instituto Max Planck para Física Extraterrestre, em Munique, na Alemanha, e Gabriel Armando Franco, do Departamento de Física do Instituto de Ciências

Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Um artigo publicado em outubro na revista Science traz detalhes desse flagra cósmico.

 

Pesquisadores de outros grupos já haviam obtido um esboço das estruturas em torno das duas estrelas recém-nascidas a partir de informações fornecidas pelo radiotelescópio Submillimeter Array (SMA), no Havaí. Desta vez, no entanto, a equipe coordenada por Alves usou a rede de radiotelescópios do Atacama Large Millimeter/Submillimeter Array (Alma), em San Pedro de Atacama, no Chile, um dos maiores sítios de observação astronômica do mundo. As imagens obtidas pelo Alma são muito mais nítidas que as feitas pelo SMA e permitiram aos pesquisadores analisar os pormenores de toda a estrutura do sistema, batizado de [BHB2007] 11, inclusive sua intrincada rede de filamentos de gás e

poeira que parecem dançar em torno dos dois pontos brilhantes. “Essa é a primeira vez que astrofísicos conseguem obter uma imagem tão nítida de um sistema de protoestrelas binárias em seus estágios iniciais de formação”, destaca Franco. 

 

Com base nas observações, os pesquisadores calculam que as duas estrelas estão separadas uma da outra por uma distância 28 vezes maior do que a da Terra em relação ao Sol, que é de aproximadamente 149,6 milhões de quilômetros. Também estimam que elas tenham nascido há cerca de 200 mil anos, a partir do colapso de uma nuvem molecular, também conhecida como nebulosa escura. 

 

Essas regiões da Via Láctea apresentam grandes concentrações de gás e poeira interestelar. São tão densas que são capazes de obscurecer a luz das estrelas situadas atrás delas. As nebulosas são também extremamente frias, com temperaturas de até -250 graus Celsius, próximas ao zero absoluto. Essas condições favorecem a aglomeração de gases. Quando a densidade atinge um valor limite, essas nuvens colapsam sob a ação de sua própria força gravitacional e se despedaçam em fragmentos menores que dão origem

às protoestrelas. “É por isso que as nebulosas escuras passaram a ser conhecidas como berçários de estrelas entre astrônomos e astrofísicos”, conta Franco.

 

 

As duas protoestrelas estão situadas em um pequeno aglomerado estelar em uma

nebulosa escura chamada Barnard 59, na extremidade de uma nuvem de poeira

interestelar mais densa e maior chamada Nebulosa do Cachimbo — assim batizada por conta de seu formato. Cada estrela tem seu próprio disco circunstelar, ambos compostos de poeira e gás. “O tamanho de cada um desses discos é semelhante à distância do Sol em relação ao cinturão de asteroides, localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter”, explica Alves, principal autor do estudo. “Ambos estão cercados por um disco maior, quase circular, de massa equivalente a 80 vezes à de Júpiter.” Na imagem divulgada, os filamentos estão entrelaçados e é possível identificar dois deles. Não é possível ver o disco

maior.

 

Segundo os pesquisadores, as duas protoestrelas provavelmente se alimentam do material contido no disco maior por meio de um mecanismo dividido em duas etapas. Em um primeiro momento, a massa do disco maior é transferida para o menor, que, em seguida, é absorvido pelas jovens estrelas. “Há uma hierarquia no modo como elas se alimentam e ganham massa”, diz Alves.

 

 

Ele explica que, à medida que o material desses anéis cai no centro das protoestrelas, elas se tornam maiores. Isso ocorre porque o gás sugado por elas se contrai, convertendo energia cinética, do movimento, em calor. Esse processo faz com que tanto sua pressão quanto sua temperatura aumentem. Ao atingirem alguns milhares de graus de temperatura, daqui a estimados 12 milhões de anos, as protoestrelas vão se tornar uma fonte de radiação infravermelha e se transformar em uma estrela como o Sol.

 

Segundo Franco, as duas protoestrelas binárias têm massas parecidas, mas uma possivelmente é menor que a outra. “Ela parece se alimentar mais do material contido no seu disco e ganhar massa mais rápido que a estrela maior”, comenta ele. Apesar dessa ligeira irregularidade, as observações indicam que todo o sistema tende a se autorregular para que as duas protoestrelas mantenham massas mais ou menos equivalentes e se desenvolvam de modo homogêneo. “Esses dados nos ajudam a compreender melhor como se dá a formação desses sistemas nascentes compostos por duas estrelas”, afirma Alves.

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