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A conexão entre as Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e as empresas tem sido amplamente utilizada no mundo contemporâneo, em que as tecnologias estão avançando de forma acelerada com impactos em toda a sociedade. Contribuindo para essa aproximação e com vistas a impulsionar que o conhecimento gerado nas ICTs se transformem em produtos e serviços de empresas para a sociedade, a Fundep e a UFMG lançam o Outlab: um programa exclusivo para laboratórios da Universidade, que visa acelerar as parcerias e conexões com empresas e potencializar a ampliação de suas atividades.

“Transformar as pesquisas científicas em produtos comercializáveis é um processo longo, envolve diversas etapas e muitos riscos. O programa Outlab foi idealizado a partir da identificação de entraves nessa fase de transformação. A proposta é ajudar a capacitar os laboratórios da UFMG nesse processo de aproximação das ICTs com o setor empresarial”, diz o pesquisador e professor Alfredo Gontijo de Oliveira, presidente da Fundep.

Para o pró-reitor de pesquisa da UFMG, Professor Mario Fernando Montenegro Campos, os resultados das pesquisas têm grande potencial de impacto para a sociedade. “A UFMG possui uma ampla e diversa infraestrutura laboratorial onde são conduzidas pesquisas na fronteira do conhecimento. Os resultados dessas investigações científicas frequentemente apresentam grande potencial de se tornarem produtos ou serviços inovadores de expressivo impacto para a sociedade. Essa iniciativa inovadora em parceria com a Fundep tem exatamente esse objetivo: auxiliar os pesquisadores nessa tão necessária, mas desafiadora transposição”, explica.

Dentre todos os laboratórios selecionados, dois funcionam no Instituto de Ciências Exatas da UFMG, o Synergia e o Smart Sense Laboratory. O Synergia é um laboratório de Engenharia de Software que atua no Desenvolvimento de Sistemas, Implantação de Processos, Consultoria em TI e Treinamentos para órgãos públicos e empresas privadas. Já o Smart Sense Laboratory investiga problemas relacionados a Vigilância por Vídeo, Forense e Biometria, desenvolvendo técnicas de Visão Computacional, Aprendizado de Máquina e Processamento Digital de Imagem.

 

 

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Projeto de Extensão LabEst

 

O Departamento de Estatística (ICEx), através do Projeto de Extensão LabEst, oferece à comunidade acadêmica da UFMG o serviço de consultoria gratuita em análise estatística de dados.

 

A consultoria é feita por alunos do curso de Graduação em Estatística (como atividade da disciplina Laboratório de Estatística I), orientados e supervisionados por professores do Departamento de Estatística.

 

Público-alvo:

Podem participar como clientes deste projeto os alunos dos cursos de pós-graduação da UFMG, com a concordância com seus professores orientadores, que tiverem seus conjuntos de dados prontos para a análise estatística, no prazo de inscrição do ano/semestre corrente.

 

Inscrição:

Após a leitura e concordância com o Regulamento da atividade, a inscrição deverá ser feita através do preenchimento do Formulário de Inscrição, e seu envio para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., escrevendo “Inscrição” no campo de assunto da mensagem.

 

Para o 2º semestre de 2019, o prazo de inscrição será de 20/06 a 03/07/19.

 

Seleção:

Os projetos serão selecionados através da avaliação das informações contidas no formulário de inscrição.

 

Para o 2º semestre de 2019, serão selecionados 14 projetos (primeira fase da seleção).

O resultado da seleção será divulgado até 06/07/19 nesta webpage, através da listagem dos selecionados.

Não haverá envio de e-mail individual com o resultado da seleção aos inscritos não selecionados.

 

Caso haja desistência ou desclassificação de projetos na primeira fase da seleção, ou aumento da capacidade de atendimento, outros projetos poderão ser convocados entre 12/07 e 31/07 (segunda fase da seleção).

 

Implementação:

Os pesquisadores dos projetos selecionados (alunos e orientadores) deverão imprimir, preencher e assinar o Termo de Confirmação de Interesse e:

- entregá-lo na Secretaria do Departamento de Estatística, na sala 4054 do ICEx (aos cuidados da Profa. Edna Reis),

ou

- digitalizá-lo em PDF (com boa resolução) e enviá-lo para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., escrevendo “Termo de Confirmação de Interesse” no campo de assunto da mensagem.

 

Caso este termo não seja entregue dentro do prazo ou seja entregue com preenchimento incompleto, o projeto será desclassificado e outro projeto será selecionado para sua vaga.

 

Para o 2º semestre de 2019, o prazo para entrega do Termo de Confirmação de Interesse é até o dia 10/07/19.

 

Desenvolvimento:

Os projetos serão desenvolvidos ao longo do semestre letivo, divididos em duas rodadas.

A escolha da rodada em que cada projeto será desenvolvido ficará a cargo do Coordenador do CECiDa.

 

No 2º semestre de 2019,

a primeira rodada de projetos ocorrerá nas sete semanas de 23/08 (reunião inicial) a 04/10 (apresentação final); 

a segunda rodada de projetos ocorrerá nas sete semanas de 11/10 (reunião inicial) a 29/11 (apresentação final).

Na reunião inicial será assinado, por todas as partes envolvidas, o Termo de Compromisso.

As atividades incluem reuniões entre os pesquisadores (clientes) e consultores, conforme o Cronograma-2019-2

As reuniões ocorrerão nas sextas-feiras, no horário de 07h30-9:10 e/ou 09:25-11:05 em sala a ser definida no prédio do ICEx.

Três reuniões serão de comparecimento obrigatório dos clientes e consultores: inicial, intermediária e final (vide Cronograma).

As demais manhãs de sexta-feira durante o período de desenvolvimento poderão ser utilizadas pra atividades em acordo entre os clientes e consultores.

 

Produto Final:

Um Relatório com as análises realizadas.

 

Contato: Coordenadora Profa. Edna Afonso Reis Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .

 

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Protótipo desenvolvido na UFMG:

 

A XQuad, equipe de professores e pós-graduandos em Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da UFMG, foi uma das nove – e única na América Latina – a se classificar para a segunda etapa da Artificial Intelligence Robotic Racing (AIRR), competição de drones autônomos que reuniu, na primeira fase, times de 400 universidades em todo o mundo. A disputa se dá pela operação desses equipamentos apenas pelo processamento em seu computador interno, sem pilotos.

A competição desafia equipes de cientistas a produzir protótipos, com base em inteligência artificial, para uma corrida de drones não tripulados. Os equipamentos devem cumprir trajeto pré-definido sem a interação de humanos, ou seja, a definição da trajetória e o desvio de possíveis obstáculos são feitos pelo próprio dispositivo.

Criada neste ano, a AIRR integra o circuito da Drone Racing League (DRL), liga profissional internacional de corrida de drones, na qual pilotos manipulam esses equipamentos em circuito fechado. A AIRR é uma ramificação dessa competição, porém na nova modalidade de protótipos não tripulados. As fases da DRL são transmitidas ao vivo para mais de 40 países por diferentes canais de televisão. As primeiras etapas da corrida dos modelos autônomos ocorrem virtualmente. 

Seja um apoiador: https://www.kickante.com.br/…/desafio-mundial-corrida-drone…

 

Site Oficial da Equipe: http://xquadufmg.com/

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A pedido da Diretoria do ICEx, comunicamos a data da Colação de Grau Antecipada, dos alunos concluintes no 1º semestre de 2019.

 

Data da Colação Antecipada: 15/07/2019 - segunda-feira  

Horário: 16h  

Local: Sala da Congregação do ICEx - 3123

 

Ressaltamos que esta colação atenderá somente casos específicos/urgentes, dos alunos que não poderão aguardar a data da Colação Oficial.

 

AVISO IMPORTANTE: não é permitida à participação de convidados na  Colação de Grau Antecipada

 

 

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Roberta Coeli: grupos opostos e ideologicamente bem definidos

O debate político tem sido travado, em grande parte, nas redes sociais. Em razão da possibilidade de o usuário criar filtros para bloquear pessoas e informações indesejadas, essas redes contribuem para a formação das chamadas câmaras de eco, em que o indivíduo visualiza opiniões com as quais se identifica e discute com pessoas que têm ideias similares às suas.

Segundo pesquisa realizada no Departamento de Ciência da Computação (DCC) da UFMG, as câmaras de eco podem ter impacto significativo no fenômeno de polarização política entre os brasileiros nas redes sociais. “Encontramos grupos ideologicamente opostos e bem definidos, com pouca variação no volume de pessoas em cada um dos lados, ao longo do tempo. Isso indica que a maioria dos brasileiros está consumindo, disseminando e discutindo ideias semelhantes às próprias nas mídias sociais on-line, e o espaço para posições alternativas é pouco ou nenhum”, afirma a engenheira de computação Roberta Coeli Neves Moreira, que defendeu sua dissertação de mestrado no início deste ano.

O estudo de Roberta Coeli, que analisou a polarização dos deputados federais nas votações na Câmara e a do público em postagens no Twitter, foi abordado em matéria publicada na edição 2.063 do Boletim UFMG, que circula nesta semana.

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Francisco Dutenhefner na cerimônia realizada no auditório 3 do ICEx: reconhecimento a um legado

“Em tempos de crise, a situação é grave. Eu sei, mas o que fazer? Vamos ser os melhores, vamos crescer”, sentenciou, em tom otimista, o professor Francisco Dutenhefner, do Departamento de Matemática, empossado nesta quinta-feira, dia 13, como diretor do Instituto de Ciências Exatas (ICEx). Ele e o novo vice-diretor, Renato Antônio Celso Ferreira, do Departamento de Ciência da Computação, vão cumprir mandato até 2023.

Dutenhefner, ou Chico da Matemática, para os mais próximos, indicou, em seu discurso, os caminhos que pretende trilhar. “Vamos aproveitar as potencialidades das novas Normas da Graduação para oferecer formações transversais e complementares: ciência de dados e big data, licenciatura para pessoas que queiram atuar como professores de programação de computadores no ensino médio e o que mais a sociedade demandar – e a gente conseguir imaginar”, exemplificou o novo diretor.

Segundo ele, o ICEx promoveu avanços e equacionou questões internas nos últimos anos, mas chegou a hora de lançar um “olhar para fora, para a sociedade”. “Nesta gestão, vamos melhorar a nossa comunicação. Vamos nos defender mostrando o que fazemos”, afirmou Dutenhefner, que lançou um desafio que promete ser um dos eixos de seu mandato: “Vamos buscar os melhores alunos. Vamos alcançar ainda mais excelência. Eu não quero que o ICEx ofereça bons cursos de graduação e de pós-graduação. Quero que ofereça os melhores cursos do país”.

 

Alinhado com o colega de gestão, o vice-diretor Renato Celso Ferreira também fez alusão à máxima segundo a qual crises são oportunidades. “É hora de nos reinventarmos, de buscar novos modelos de funcionamento e de trabalho”, disse ele, defendendo, também, que todas as instâncias acadêmicas e administrativas do ICEx se unam para superar as dificuldades. “Aquilo que nos faz iguais certamente é muito mais forte do que o que nos separa”, afirmou Ferreira

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Será realizado, no dia 13 de junho, quinta-feira, o simpósio denominado “Arte e Computação”. O evento visa discutir sobre o impacto da computação na gênese musical e na produção de filmes de animação, fotografia, tradução literária e recriação poética. Organizado pelo Departamento de Física com o apoio do IEAT, o simpósio reunirá professores do ICEx, da Escola de Belas Artes, da Escola de Música e da FALE com o objetivo de debater o futuro da tecnologia e da computação, assim como os efeitos dessas ferramentas em produções culturais como a música e a literatura.

 

A programação do evento inclui também o lançamento do livro O Azul e o Mar, edição bilíngue de poemas traduzidos, pelo professor Eduardo de Campos Valadares (Depto. de Física – ICEx), de Paul Valéry, coedição da Editora UFMG com Ateliê Editorial, e demonstrações musicais comentadas com integrantes do LaPIS (Laboratório de Performance com Sistemas Interativos) da Escola de Música da UFMG.



Programação

 

14:00h - Virgílio de Almeida (DCC-ICEx): Os novos horizontes da Computação

14:40h - Virgílio Vasconcelos (Escola de Belas Artes): Agenciamentos técnicos e coletivos na imagem digital

15:20h -  Adriana Pagano, Kicila Ferreguetti e André Rosa (FALE): “Adjetivos

esplendorosos, carnudos substantivos e verbos esguios”: a frequência lexical e gramatical na tessitura do texto literário

16:00h -  Eduardo de Campos Valadares (Depto. de Física – ICEx): Uso de ferramentas da internet na tradução poética

16:40h - Sérgio Freire (Escola de Música): O impacto da Computação na Prática

Musical

 

Data: 13/06/2019 (quinta-feira)

Horário: de 14:00 às 17:30hs

Local: Auditório B106 CAD3

 

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Pesquisadores do Departamento de Física, do Instituto de Ciências Exatas, desenvolveram novas tecnologias que tornam mais eficiente o processo de identificação de digitais – ou papilares – em investigações policiais. O projeto teve início há cerca de dois anos a partir de demanda da Polícia Federal, que buscava alternativas mais acessíveis e eficientes às técnicas utilizadas em investigações de crimes.

A parceria deu origem a duas tecnologias: a primeira é um equipamento óptico criado para substituir o atual utilizado pela Polícia, que, por conta de seu alto custo (125 mil dólares), é o único em Minas Gerais – há apenas quatro em operação no país. Diferentemente do modelo convencional, o protótipo desenvolvido na UFMG não traz riscos à saúde de quem os manipula. Por meio da utilização de um LED azul, ele é capaz de identificar digitais em superfícies lisas (como cartuchos utilizados em armas).

Pó revelador

Segundo a professora do Departamento de Física Lívia Siman, o equipamento também pode ser utilizado em materiais porosos, como tecidos de couro, desde que em conjunto com o pó revelador – a segunda tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores. Esse pó também não é nocivo à saúde, garante o professor do ICEX, Luiz Alberto Cury, responsável pelo desenvolvimento do material. Isso porque foi concebido com base no resveratrol, componente natural encontrado em sementes e derivados da uva. Todos os materiais utilizados pela Polícia hoje são tóxicos, de acordo com o chefe do setor de Perícia de Investigação da PF, Flávio Melo. Um deles é o “pó preto”, composto de negro-de-fumo.

A equipe envolvida no projeto planeja aprimorar o protótipo óptico, transformando-o em uma versão comercial, e desenvolver equipamento específico para análise de papel moeda e um software de reconhecimento facial.

 

Os trabalhos contaram com a participação da empresa Invent Ivision, instalada no BH-Tec, e financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).

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Maryam Mirzakhani:

 

Em celebração do Dia Internacional da Mulher na Matemática, a professora Aniura Milanes Barrientos ministrará, nesta terça, 14, a palestra Por que as harpas são assim?  Ela vai recorrer a argumentos matemáticos que podem ajudar a explicar o formato das harpas. A atividade, promovida pelo Departamento de Matemática, será realizada no ICEx (sala 3060), a partir das 17h, com entrada aberta ao público e sem necessidade de inscrição prévia.

No início de sua exposição, Aniura vai apresentar imagem de como seria uma harpa se ela tivesse todas as cordas feitas com o mesmo material e estendidas com a mesma tensão, o que tornaria o instrumento gigantesco. Em seguida, descreverá os passos que a fizeram chegar a essa imagem, além de lançar outras hipóteses sobre os materiais das cordas para resultar em imagens de harpas mais próximas à realidade. Após a palestra, seu filho, que estudou desde os oito anos na Escola de Música da UFMG, executará duas músicas no instrumento.

Aniura Barrientos é bacharel e mestre em Matemática pela Universidade de Havana, em Cuba, e doutora em Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), no Rio de Janeiro. Professora associada da UFMG, tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Equações Diferenciais, atuando também em temas de Probabilidade.

 

Várias organizações do mundo que reúnem mulheres matemáticas escolheram 12 de maio como o Dia Internacional da Mulher na Matemática. Trata-se da data de aniversário da iraniana Maryam Mirzakhani, que desenvolveu a dinâmica e geometria das superfícies de Riemann e seus espaços modulares. Única mulher a receber a Medalha Fields, o Oscar da área, Maryam era professora da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e morreu de câncer aos 40 anos.

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Acervo reúne material concreto para uso interativo de alunos e professores

Descobrir, brincando, que a matemática está presente por trás das estratégias e do raciocínio lógico de jogos de tabuleiro, quebra-cabeças, enigmas aritméticos e tantos outros materiais lúdicos é a proposta do Museu da Matemática UFMG, vinculado ao Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Exatas (ICex). Nesta sexta-feira, 26, às 15h, o museu será apresentado oficialmente à comunidade, com a presença das professoras Benigna de Oliveira, pró-reitora de Graduação da UFMG, e Claudia Mayorga, pró-reitora de Extensão. Também estará presente a direção do ICEx e representantes de secretarias municipais de educação, parceiras do projeto.

O Museu reúne peças concretas e uma mostra da Exposição Matemática e Arte, da Sociedade Portuguesa de Matemática, cuja proposta é apresentar a professores e alunos, do ensino fundamental (a partir do 6º ano) e do ensino médio, elementos da Matemática Recreativa, retratada por Escher. O acervo diversificado — de jogos de tabuleiro a dobraduras de papel e sólidos perfeitos —  já recebeu no Festival da Matemática, realizado no ano passado, a visita de 3.200 alunos da educação básica de Belo Horizonte e municípios vizinhos.

Segundo a subcoordenadora do projeto, professora Carmen Rosa Giraldo Vergara, embora o conceito da Matemática Recreativa tenha sido implementado pelo norte-americano Sam Loyd, no século 19, com a popularização das ciências, o uso de materiais lúdicos tornou-se uma importante ferramenta para desmitificar o ensino da matemática e mostrar que essa pode ser uma área divertida e prazerosa. Outro propósito do projeto, segundo a professora, é preparar material concreto e de suporte, como cartilhas explicativas para professores da educação básica, com apresentação de propostas que podem ser aplicadas em salas de aula.

“O Museu é também espaço de formação dos estudantes de licenciatura em Matemática da UFMG, que, a partir da atuação como monitores, enriquecem sua formação como futuros docentes”, complementa a subcoordenadora.

As visitas ocorrem aos sábados e em períodos não letivos da UFMG e devem ser agendadas pelo site do Museu, com limite de 30 pessoas por  vez. No site e na página do Museu no página do Museu no Facebook também são disponibilizados links e atividades da Matemática Recreativa.

Projeto de extensão

 

A ideia do Museu da Matemática  teve origem, segundo a professora Carmen Vergara, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em 2017, cujo tema foi A matemática está em tudo. A concretização do projeto se deu durante o Festival da Matemática, realizado no ano passado pelo Departamento de Matemática do ICEx. Coordenado pelo professor Fábio Brochero, o projeto de extensão conta com dois bolsistas e com a colaboração dos alunos do grupo PET-MAT-UFMG.

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