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No dia 14 de maio, o Departamento de Matémática do Institudo de Ciências Exatas organizará um evento que celebra a participação das mulheres no campo matemático. A iniciativa foi inspirada pelo movimento Woman In Maths, que tem como objetivo principal fomentar o engajamento de mulheres nessa ciência.

A palestra "Por que as harpas são assim?", ministrada pela professora Aniura Milanés, trará a discussão sobre como o formato das harpas pode ser explicado por argumentos matemáticos e será seguida de música ao vivo.

No início de sua exposição, Aniura vai apresentar imagem de como seria uma harpa se ela tivesse todas as cordas feitas com o mesmo material e estendidas com a mesma tensão, o que tornaria o instrumento gigantesco. Em seguida, descreverá os passos que a fizeram chegar a essa imagem, além de lançar outras hipóteses sobre os materiais das cordas para resultar em imagens de harpas mais próximas à realidade. Após a palestra, seu filho, que estudou desde os oito anos na Escola de Música da UFMG, executará duas músicas no instrumento. 

Aniura Barrientos é bacharel e mestre em Matemática pela Universidade de Havana, em Cuba, e doutora em Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), no Rio de Janeiro. Professora associada da UFMG, tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Equações Diferenciais, atuando também em temas de Probabilidade.

Data: 14/05

Horário: 17h

Local: sala 3060 - ICEx

 

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O Chefe do Departamento de Química do Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas da UFMG, professro Rúben Dario Sinisterra Millán, no uso de suas atribuições conferidas pela Portaria n° 587, do Departamento de Administração de Pessoal da UFMG, de 30 de janeiro de 2018, considerando o estabelecido na resolução n° 02/2018, de 13 de março de 2018, torna público o presente Edital e convida a comunidade acadêmica e científica a apresentar candidatos(as) que concorrerão à medalha José Israel Vargas do Mérido em Pesquisa em sua edição 2019.

A aprovação da criação da medalha ocorreu no dia 09 de março de 2018 pela aprovação da Câmara Departamental de Química-ICEx/UFMG. O objetivo d prêmio é conceder reconhecimento a pesquisadores na área de química, de qualquer estado da federação, que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento das ciências químicas que, em seu sentido amplo, engloba a aplicação de química em diversos campos do conhecimento científico.

Clique aqui para acessar o edital.

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Alguns dos autores do trabalho. A partir da esquerda: prof. Leonardo Campos, Andreij Gadelha, prof. Ana Maria de Paula, prof. Leandro Malard.

Uma equipe científica do Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu um dispositivo baseado em nanomateriais ultrafinos capaz de gravar e ler dados, agindo como uma memória computacional. Essa memória, cujo mecanismo de armazenamento de dados se origina em fenômenos ópticos, motivo pelo qual é chamada de foto-memória, demonstrou possuir várias das características atualmente desejáveis para memórias: possibilidade de miniaturização, baixo consumo de energia, retenção de dados de longa duração e custo relativamente baixo.

O trabalho abre possibilidades de desenvolvimento de memórias eficientes baseadas em materiais bidimensionais (aqueles cuja espessura é de um ou poucos átomos) que poderiam ser usadas em plataformas leves e flexíveis, como os dispositivos eletrônicos vestíveis. A pesquisa foi reportada em artigo recentemente publicado no periódico científico 2D Materials (fator de impacto 7.042).

“Nosso trabalho consiste em uma investigação científica com prováveis implicações tecnológicas na área de foto-memórias”, contextualiza o professor Leonardo Cristiano Campos (UFMG), autor correspondente do paper. “Desenvolvemos um dispositivo optoeletrônico simples, onde a aplicação simultânea de luz e tensões elétricas modifica controladamente as propriedades eletrônicas do dissulfeto de molibdênio (MoS2), que é um material nanométrico ultrafino”, completa.

Mais informações em https://bit.ly/2UR8lGF.

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Apresentação do Museu pela Subcoordenadora Carmem Rosa Giraldo Vergara

 

Descobrir, brincando, que a matemática está presente por trás das estratégias e do raciocínio lógico de jogos de tabuleiro, quebra-cabeças, enigmas aritméticos e tantos outros materiais lúdicos é a proposta do Museu da Matemática UFMG, vinculado ao Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Exatas (ICex). Nesta sexta-feira, 26, às 15h, o museu foi apresentado oficialmente à comunidade, com a presença das professoras Benigna de Oliveira, pró-reitora de Graduação da UFMG, e Claudia Mayorga, pró-reitora de Extensão. Também esteve presente a direção do ICEx e representantes de secretarias municipais de educação, parceiras do projeto.

O Museu reúne peças concretas e uma mostra da Exposição Matemática e Arte, da Sociedade Portuguesa de Matemática, cuja proposta é apresentar a professores e alunos, do ensino fundamental (a partir do 6º ano) e do ensino médio, elementos da Matemática Recreativa, retratada por Escher. O acervo diversificado — de jogos de tabuleiro a dobraduras de papel e sólidos perfeitos —  já recebeu no Festival da Matemática, realizado no ano passado, a visita de 3.200 alunos da educação básica de Belo Horizonte e municípios vizinhos.

Segundo a subcoordenadora do projeto, professora Carmen Rosa Giraldo Vergara, embora o conceito da Matemática Recreativa tenha sido implementado pelo norte-americano Sam Loyd, no século 19, com a popularização das ciências, o uso de materiais lúdicos tornou-se uma importante ferramenta para desmitificar o ensino da matemática e mostrar que essa pode ser uma área divertida e prazerosa. Outro propósito do projeto, segundo a professora, é preparar material concreto e de suporte, como cartilhas explicativas para professores da educação básica, com apresentação de propostas que podem ser aplicadas em salas de aula.

“O Museu é também espaço de formação dos estudantes de licenciatura em Matemática da UFMG, que, a partir da atuação como monitores, enriquecem sua formação como futuros docentes”, complementa a subcoordenadora.

As visitas ocorrem aos sábados e em períodos não letivos da UFMG e devem ser agendadas pelo site do Museu, com limite de 30 pessoas por  vez. No site e na página do Museu no página do Museu no Facebook também são disponibilizados links e atividades da Matemática Recreativa.

Projeto de extensão

A ideia do Museu da Matemática  teve origem, segundo a professora Carmen Vergara, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em 2017, cujo tema foi A matemática está em tudo. A concretização do projeto se deu durante o Festival da Matemática, realizado no ano passado pelo Departamento de Matemática do ICEx. Coordenado pelo professor Fábio Brochero, o projeto de extensão conta com dois bolsistas e com a colaboração dos alunos do grupo PET-MAT-UFMG.

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A Coordenação do Curso de Pós-Graduação em Física da UFMG informa a abertura de inscrições para Seleção de candidatos a bolsas de pós-doutorado, do programa PNPD-CAPES, para atuação junto ao Programa.

Há uma bolsa disponível para inicio imediato, sendo que a classificação dos candidatos é válida para eventuais liberações de novas bolsas no prazo de 6 meses após a liberação da classificação.

A vigência da bolsa é de (01) um ano, podendo ser prorrogada por igual período mediante solicitação do supervisor do bolsista.

Os candidatos interessados devem enviar para o endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou entregar pessoalmente na secretaria do Programa de Pós-Graduação em Física (sala 3099, ICEX, UFMG), os seguintes documentos:

1. Cópia do CV-Lattes (ou endereço do mesmo);
2. Projeto de pesquisa a ser executado no Programa de Pós-Graduação em
Física da UFMG. Este projeto pode ser curto (duas ou três páginas) e tem
de estar inserido em uma das linhas de pesquisa do Programa;
3. Carta de um membro do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em
Física da UFMG, concordando em supervisionar o desenvolvimento do
projeto de pesquisa apresentado.

Prazo de inscrição: até 30/04/2019

A seleção será feita por uma comissão nomeada pelo Colegiado de Pós-Graduação. A disponibilidade de assumir a vaga imediatamente será  levada em conta por essa comissão e deve ser mencionada no projeto de pesquisa apresentado.

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Estão abertas as inscrições para o Programa de Monitoria da Graduação do Departamento de Estatística do ICEx. As incrições ocorrerão na Secretaria do departamento (sala 4054 do ICEx), no período de 09h às 16h, até o dia 30/04. A carga horária das disciplinas será de 12 horas semanais, para bolsistas.

Para mais informações acesse o edital de seleção.

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O Departamento de Ciência da Computação integra dentro do ambiente universitário as atividades de ensino, pesquisa e extensão, fazendo com que a prática efetiva de atividades relacionadas com a tecnologia contribua para a formação dos alunos e o aperfeiçoamento dos professores.

O Programa de Residência em Ciência de Dados surge da decisão de estruturar, formalizar e dar continuidade à formação de profissionais de alto nível técnico. Além disso, visa propiciar aos participantes uma formação abrangente e sólida, através de um processo de formação organizado e consistente. O Programa de Residência tem como objetivo capacitar profissionais para atuar na área de Ciência de Dados em parceria com uma grande empresa do mercado, em atividades de melhorias de processos e solução de problemas importantes da empresa.

Esta edição do programa tem como parceira a empresa Tenbu (www.tenbu.com.br) e vai compreender projetos baseados em aprendizado de máquina, internet das coisas (IoT) e áreas afins, que busquem desenvolver modelos, algoritmos e artefatos computacionais para as seguintes áreas:

  1. Manutenção preventiva,

  2. Eficiência energética,

  3. Previsão de estoque e eficiência logística.

PRÉ-REQUISITO:

  • Estar cursando o último ano da graduação ou ter se graduado recentemente em um dos seguintes cursos:

    • Ciência da Computação

    • Sistemas de Informação

    • Matemática Computacional

    • Estatística

    • Engenharia Elétrica

    • Engenharia de Controle e Automação

    • Engenharia de Sistemas

    • Engenharia de Produção

    • Engenharia Mecânica


    PROCESSO DE SELEÇÃO

  • Assistir à palestra de apresentação, onde serão dadas mais informações sobre a oportunidade. A palestra acontecerá no dia 25/04/2019, às 11h, na sala 2077.

  • Os participantes desta palestra que confirmarem interesse, deverão enviar seus currículos e históricos escolares para análise.

  • Os candidatos selecionados com base nos documentos serão entrevistados e avaliados de acordo com o perfil da vaga.

Acesse o formulário de inscrição.

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Parte da equipe iGEM UFMG no evento Jamboré Brasuca, na USP

 

 

Pouco conhecida, a Doença de Lutz, ou Paracoccidioidomicose, é uma doença fúngica que provoca lesões nas mucosas, linfonodos, pele e nas glândulas adrenais. É considerada por especialistas a infecção fúngica de maior relevância na América Latina, e o Brasil é um polo endêmico da doença. No entanto, apesar da abrangência, não há um diagnóstico preciso e rápido para a enfermidade, que pode levar até 45 dias para ser detectada.

Para contornar essa dificuldade, grupo de alunos da UFMG pretende adaptar método de diagnóstico do zika vírus para a detecção eficaz da Paracoccidioidomicose. Os estudantes pretendem apresentar a novidade na International Genetically Engineered Machine Competition (iGEM), competição disputada anualmente no Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston, nos Estados Unidos.

Como explica Yala Sampaio, gestora do iGEM UFMG, a equipe busca reunir graduandos interessados em participar do concurso. “O iGEM é a maior competição de biologia sintética do mundo, e seu objetivo é prospectar soluções para problemas nas áreas de saúde, meio ambiente e produção de energia", relata Yala.

Incubadora de protótipos
A ideia de desenvolver um diagnóstico para a Paracoccidioidomicose surgiu em conversas com a professora Raquel Virgínia Rocha Vilela, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da UFMG. O objetivo é viabilizar um mecanismo de diagnóstico rápido, barato e preciso, capaz de atenuar o quadro endêmico da enfermidade no país.

O grupo recorre ao método Toehold, que já é utilizado para reconhecimento de outras doenças. “Nossa proposta é produzir um sistema biomolecular capaz de identificar o DNA do fungo por meio de uma molécula de RNA. Na presença do fungo, o RNA reagirá induzindo um sinal colorimétrico através de proteínas específicas", afirma Raquel, lembrando que a competição "funciona como uma espécie de incubadora de protótipos, na qual os participantes terão a oportunidade de desenvolver as propostas submetidas".

Práticas sociais
Realizada desde 2003, a competição busca estimular soluções para problemas de saúde pública que afligem grandes populações por meio de biologia sintética. Na última edição, foram registrados mais de cinco mil participantes, provenientes de universidades de 44 países.

Para viabilizar a inscrição e o custeio da viagem, os alunos estão arrecadando recursos por meio de campanha on-line. As inscrições encerram-se em 30 de abril, e a competição será realizada de 30 de outubro a 4 de novembro. Segundo Yala Sampaio, a participação da equipe na competição é fundamental para a execução do projeto, que, futuramente, poderá ser incluído no sistema de saúde público.

Campeã em 2015
O grupo iGEM UFMG foi fundado em 2013. A equipe participou da competição no MIT nos anos de 2013 e 2015 e sagrou-se campeã com o melhor projeto em práticas humanas em 2015, com proposta desenvolvida para conscientização dos sintomas da artrite.

A equipe também desenvolve ações para a comunidade, como cursos e palestras. Em março, apresentou o método de diagnóstico no Jamboré Brasuca, evento realizado na Escola de Engenharia de Lorena (EEL), da Universidade de São Paulo (USP), que reuniu equipes iGEM de todo o país. 

Participam do projeto, além da professora Raquel Virgínia, os docentes Jadson Cláudio Belchior, do Departamento de Química, do ICEx, e Ana Paula Salles Moura Fernandes, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia. Mais informações estão disponíveis nas redes do iGEM UFMG.

João Paulo Alves

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João Macedo:

 

As redes neurais convolucionais, inspiradas no funcionamento do córtex visual humano, constituem um dos recursos mais eficientes na área de aprendizado de máquinas. Elas estão na base de método destinado à detecção de pornografia infantojuvenil em imagens proposto em pesquisa realizada por João José de Macedo Neto, no Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação da UFMG. Macedo é perito da Polícia Federal, que tem utilizado o método, em fase de avaliação.

Em seu trabalho de mestrado, João Macedo desenvolveu uma técnica que combina métodos de classificação de pornografia e de detecção facial, já existentes, com outro de estimativa de idade por meio de análise de faces, concebido ao longo da pesquisa. Em testes efetuados em um conjunto de dados restrito à PF, a nova abordagem registrou quase 80% de acurácia. “Na área forense, a estimativa de idade agrega informação importante para a tipificação de crimes ligados à pornografia infantil e constitui grande diferencial em relação às alternativas existentes”, explica o pesquisador.

Os resultados da pesquisa foram objeto de reportagem da edição 2.053 do Boletim UFMG.

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Na próxima quarta-feira, dia 10 de abril, ocorre a consulta à comunidade acadêmica a respeito dos cargos da Diretoria do ICEx para a gestão de 2019 - 2023. As urnas estarão distribuídas em diferentes pontos do prédio e a participação do corpo acadêmico se faz necessária nesse importante processo. 

 

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Baterias produzidas pelo Lítio têm durabilidade de 8 a 10 anos.

 

Mineral estratégico, com grande potencial de aplicação nas indústrias química, metalúrgica, eletrônica e nuclear, o lítio será tema de workshop que reunirá pesquisadores da UFMG e representantes de empresas no dia 25 de abril, das 9h às 15h30, no auditório da Reitoria.

Promovido pelo Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (IEAT), o Workshop Lítio UFMG 2019 contará com palestras técnicas focadas em mineração, pesquisa e desenvolvimento (P&D), oportunidades econômicas e uma mesa-redonda. Estudos recentes indicam que Minas Gerais concentra reservas significativas do mineral, cujo uso pela indústria eletroeletrônica de alta tecnologia vem crescendo a cada ano, impulsionado, principalmente, pela produção de baterias automotivas e de telefones móveis.

Haverá espaços para discussões temáticas entre pesquisadores e estudantes de pós-graduação e de colaboração entre academia e empresas do setor. Pessoas que estão se preparando para trabalhar na área também poderão se inteirar das possibilidades de mercado oferecidas pela indústria associada ao lítio.

O evento tem apoio dos departamentos de Física, do Instituto de Ciências Exatas (ICEx), e de Engenharia de Minas, da Escola de Engenharia, e também da Pró-reitoria de Pesquisa. A comissão organizadora é coordenada pelo professor José Marcos, do ICEx, com participação dos professores Estevam Las Casas, diretor do IEAT, e Roberto Galery, da Escola de Engenharia.

 As inscrições, gratuitas, devem ser realizadas por meio de preenchimento de formulário eletrônico. Mais informações estão disponíveis no site do IEAT.

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Heloiza Schor com o diploma de emérito entre o diretor do ICEx, Francisco Dutenhefner, a reitora Sandra Goulart Almeida e o professor Rubén Dario Sinisterra

 

Uma mulher determinada, com pensamento e ação à frente do seu tempo, entusiasta da educação e da ciência e grande responsável pelo prestígio acadêmico de que desfruta o Departamento de Química do ICEx. Essas são algumas das várias virtudes atribuídas por amigos e colegas de trabalho à professora Heloiza Helena Ribeiro Schor, que recebeu, na noite desta quinta-feira, 4 de abril, o título de professora emérita da UFMG.

A cerimônia de outorga, realizada no CAD3, no campus Pampulha, reuniu a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, o diretor do ICEx, Francisco Dutenhefner, colegas, amigos e familiares da professora, “cuja trajetória se confunde com a desta instituição”, conforme lembrou a reitora da UFMG.

Heloiza foi saudada por dois amigos de longa data – os professores Rubén Dario Sinisterra, atual chefe do Departamento de Química, e Mauro Mendes Braga. “Ela certamente é uma das pessoas que ajudaram a construir, de forma institucional, a história desse departamento”, afirmou Rubén Dario, que conheceu a professora em 1990 durante seminário, realizado na USP, sobre o uso do laser na química. “Desde aquele momento, fiquei impressionado com o rigor e a profundidade científica com que ela se debruça sobre os assuntos que estuda”, disse o professor.

O discurso de Rubén foi entremeado por projeções de fotografias que ilustram momentos importantes na vida da professora, no Brasil e no exterior. Em uma das imagens, datada de maio de 1982, Heloiza aparece diante do primeiro terminal do Departamento de Química – um modelo de tela verde com linha de comando – ligado ao computador central do Centro de Computação (Cecom).

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