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Informamos que a Distribuição de Salas  2º semestre de 2018 já se encontra no sistema de reserva para verificar favor acessar o MINHA SALA 

 

Informamos também que as aulas do Departamento de Matemática iniciarão no dia 13 de agosto.

As disciplinas de Química Geral Experimental (laboratórios) iniciarão no dia 21 de agosto.

 

 

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Pesquisa desenvolvida no Departamento de Ciência da Computação da UFMG formulou modelo matemático que estabelece sincronização de múltiplas câmeras associada com o acelerômetro do celular. O trabalho é um dos resultados da pesquisa do doutorando Antonio Carlos de Nazaré Junior, integrante do Smart Sense Laboratory. O método foi apresentado na 15ª Conferência Internacional sobre Vídeo Avançado e Vigilância Baseada em Sinal (AVSS), realizada em novembro de 2018.

A matéria completa foi publicada no Boletim UFMG 2046 - 11.02.2019

 

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Para quem quer se dedicar mais aos estudos, o Olimpo é um projeto de extensão da UFMG que oferece para alunos da rede pública municipal e estadual aulas preparatórias gratuitas para a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

O curso é voltado para o desenvolvimento de competências matemáticas e do raciocínio lógico do estudante, abrangendo o conteúdo da matemática básica. As aulas sãoministradas por professores voluntários selecionados, sendo graduandos, mestrandos e doutorandos da UFMG.

O Olimpo oferta 50 vagas para o curso preparatório. As inscrições para o curso já começaram e vão até o dia 7 de março (se inscreva no site). A etapa presencial ocorre no dia 9 de março.

Para participar do projeto, os candidatos devem estar cursando o oitavo ou nono ano do Ensino Fundamental ou o Ensino Médio em escola pública municipal ou estadual neste ano. Confira o edital completo no site para saber todas as informações do curso.

As aulas acontecem aos sábados, das 08h até 12h, no Instituto de Ciências Exatas da UFMG. O curso se iniciará no dia 16 de março e terminará no dia 5 de outubro.

Site do Projeto Olimpo: https://proolimpo.wixsite.com/olimpo

 

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Visão panorâmica da Via Láctea com as posições dos aglomerados UFMG 1 (vermelho), UFMG 2 (azul) e UFMG 3 (amarelo), descobertos pela equipe do ICEx quando estudava o NGC 5999 (rosa). As regiões escuras representam nuvens interestelares de gás e poeira. A luz das estrelas que compõem a galáxia gera o brilho esbranquiçado que permeia a área central da imagem

 

Um grupo de pesquisadores do Departamento de Física da UFMG conseguiu discriminar três aglomerados de estrelas em movimento na Via Láctea. Cada um desses sistemas, com diâmetro entre 13 e 19 anos-luz, reúne mais de 200 astros ligados gravitacionalmente. Registrados com os nomes de UFMG 1, UFMG 2 e UFMG 3, os objetos têm idade estimada entre 100 milhões e 1,4 bilhão de anos.

A pesquisa foi baseada na análise de dados e imagens do céu obtidas pelo satélite Gaia, da Agência Espacial Europeia. Essas imagens foram tratadas e disponibilizadas na internet. A descoberta é fruto da investigação do doutorando Filipe Andrade, orientado por Wagner Corradi Barbosa e pelo professor João Francisco dos Santos, do Departamento de Física. Também participaram da caracterização dos aglomerados os pesquisadores Francisco Maia e Mateus Ângelo, ex-integrantes do Laboratório. 

O trabalho, publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, é apresentado na reportagem de capa da edição 2.047 do Boletim UFMG.

 
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O professor Carlos Alberto Filgueiras, do Departamento de Química do ICEx, vai receber o título de Pesquisador Emérito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), edição 2019.

Ele foi escolhido pelo Conselho Administrativo do CNPq, em reconhecimento a “sua exemplar trajetória acadêmica e profissional e a sua significativa contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico”. Instituído em 2005, o título de Pesquisador Emérito é concedido anualmente a pesquisador brasileiro ou estrangeiro (neste caso, radicado no Brasil há pelo menos 10 anos).

Filgueiras receberá um diploma e o direito a passagens e até seis diárias para participação em congresso científico no país ou no exterior, que poderão ser utilizadas até 2020. Os recursos poderão ser utilizados também para cobrir despesas com pesquisador visitante, aquisição de insumos ou em atividade relacionada à pesquisa.

Graduado em Engenharia Química pela UFMG, com doutorado na Universidade de Maryland (EUA) e pós-doutorado na Universidade de Cambridge (Reino Unido), Carlos Alberto Filgueiras lecionou na UFMG de 1968 a 1997 e na UFRJ de 1997 a 2010, quando se aposentou. Professor emérito da UFMG, ele desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão no Departamento de Química.

Divulgação científica
Além da química inorgânica (organoestânicos, complexos de estanho, ligantes ambidentados e polibásicos, entre outros temas frequentes), Filgueiras dedica-se ao campo da História da Ciência e à divulgação científica. Ele orienta estudantes em todos os níveis.

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A Diretoria do ICEx comunica, a pedido do Chefe do Departamento de Matemática, que as aulas do primeiro semestre de 2019 de todas as disciplinas do Departamento de Matemática se iniciarão somente no dia 07 de março.

 

 

 

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Projeto Memória do Departamento de Física teve como objetivo reunir documentos, entrevistas, acervo fotográfico e arquivos relacionados à criação da unidade na UFMG, de modo a contribuir para a história e a memória da pesquisa em Física realizada há mais de cinco décadas na Universidade.

Por meio de uma parceria com o Departamento de Comunicação Social (DCS) e com o apoio da Biblioteca Professor Manoel Lopes de Siqueira, foram realizadas entrevistas e coleta de informações documentais ao longo de seis meses, de outubro de 2017 a março de 2018, de modo a construir o painel da linha do tempo do Departamento, fixado no prédio do Departamento de Física, no Instituto de Ciências Exatas (DF / ICEx).

O site reúne as informações do painel e traz conteúdo multimídia extra, ficando aberto a novas atualizações e contribuições sobre as conquistas e méritos da equipe de pesquisadores que compõe o Departamento, parte importante da história da pesquisa em Física em Minas Gerais.

https://www.fisica.ufmg.br/memoria/     

 

 

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Nossos cursos de graduação em Ciência da Computação e Sistemas de Informação obtiveram novamente o conceito máximo do ENADE, 5.

O Bacharelado em Ciência da Computação foi um dos 30 que obtiveram conceito 5 nacionalmente, em um total de 307 cursos de CC de instituições públicas ou privadas. O BCC obteve o maior conceito ENADE contínuo de todos os cursos de CC nacionais, e também o mais alto conceito contínuo dentre todos os cursos participantes da UFMG.

O Bacharelado em Sistemas de Informação foi um dos 11 cursos que obtiveram conceito 5 nacionalmente, em um total de 471 cursos de SI avaliados. No conceito ENADE contínuo, foi o 5º colocado nacionalmente, sendo superado nas decimais apenas por cursos com número baixo de concluintes (um curso com 2 concluintes, um com 7, e outros dois com menos de 18). O BSI da UFMG foi o curso com maior número de concluintes participantes dentre os cursos que obtiveram o conceito 5.

Ambos os cursos registraram aumento no conceito entre 2014, exame anterior, e 2017. Participaram 72 alunos do BCC e 70 do BSI. 

Portal do INEP - ENADE

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Sandra Goulart Almeida, Thaís Fontes, premiada,

Sandra Goulart Almeida, Thaís Fontes, premiada na área de Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e Ciências da Saúde, e o seu orientador, Ricardo Santiago Gomez

Os pesquisadores Rodolfo Wanderson Lima Coutinho (Ciências Exatas e da Terra e Engenharias), Daniel Reis Silva (Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes) e Thaís dos Santos Fontes Pereira (Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e Ciências da Saúde) são os doutores agraciados com o Grande Prêmio de Teses UFMG 2018, que reconheceu os melhores trabalhos defendidos no ano passado. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira, dia 18, em cerimônia realizada no auditório da Reitoria.

Os trabalhos foram escolhidos por comissão ad hoc instituída pela Câmara de Pós-graduação entre as 49 teses indicadas por seus respectivos programas, agrupadas nas três grandes áreas do conhecimento. Os autores desses trabalhos receberam diplomas. Além disso, três teses – uma de cada grande área – foram contempladas com menções honrosas.

Fábio Alves:
Fábio Alves: qualidade e impactoFoca Lisboa / UFMG

Narrativa
Em seu discurso durante a cerimônia, o pró-reitor de Pós-graduação, Fábio Alves, argumentou que um prêmio, como o UFMG de Teses, é mais do que um destaque ou reconhecimento. “É também uma narrativa individual e coletiva”, afirmou. No caso da UFMG, essa narrativa, lembrou ele, remonta ao ano de 1953 com a defesa da primeira tese de doutorado, desenvolvida na área de direito. Ao todo, informou, já foram defendidas na UFMG 28 mil dissertações de mestrado e 11 mil teses de doutorado. “No entanto, a nossa pós-graduação não se distingue pelo seu aspecto quantitativo. Ela é, sobretudo, qualidade, impacto e relevância social”, afirmou o pró-reitor.

A solenidade foi presidida pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida, que destacou o “histórico de esforço institucional” em favor do fortalecimento da pós-graduação. “Por trás da concepção desse prêmio, sucessivas gerações se empenharam em construir a pós-graduação da UFMG e a consolidar os vários programas nas mais diversas áreas do conhecimento”, analisou.

Dirigindo-se aos premiados, a reitora afirmou que eles e seus predecessores são “exemplos de dedicação, tenacidade e superação. “Sabemos que não foi pouco o que vocês tiveram que abrir mão para chegar até aqui. Mais do que isso tudo, hoje vocês sabem que o futuro não é dádiva, mas conquista”, afirmou.

Sandra Goulart Almeida:
Sandra Goulart Almeida: legado de resistênciaFoca Lisboa / UFMG

Perplexidade
Após de fazer um rápido balanço das realizações e dificuldades da pós-graduação da UFMG em seus seis meses de gestão, Sandra Goulart Almeida dedicou o restante de seu pronunciamento à análise do atual cenário político do país. “Não poderia deixar de mencionar o momento decisivo e de grande perplexidade que vivemos, quando de súbito deparamos, atônitos, com a intolerância desmedida, com a violência gratuita, com atos de preconceito e de discriminação e com a escalada do discurso de autoritarismo e de repressão”, criticou ela, acrescentando que pessoas e instituições que moldaram a história brasileira, como as universidades, têm sido vítimas de “práticas antidemocráticas alicerçadas sobre calúnias e desrespeito”.

A reitora defendeu a construção de estratégias coletivas de resistência a um embate que, em sua visão, opera no campo material, caracterizado pelo "estrangulamento do financiamento da educação e das instituições públicas de ensino superior”, e no plano simbólico, representado pela tentativa de “minar o apoio, a autonomia e a legitimidade social de que gozam as universidades”.

Bastante aplaudida pela plateia que compareceu à cerimônia, Sandra Goulart Almeida garantiu que a Universidade mantém-se fiel ao seu legado de resistência. “A UFMG tem-se consolidado firmemente contra essas atitudes autoritárias e despropositadas. Estamos atentos e engajados na defesa da universidade pública, do investimento contínuo na educação, da saúde, da ciência, da tecnologia e da cultura e na construção de políticas de Estado que preservem o importante legado histórico e científico do país”, concluiu a reitora.

Rede de sensores
Rodolfo Wanderson Lima Coutinho é autor da tese Controle de topologia e roteamento oportunístico em redes de sensores aquáticas, na qual propõe modelos matemáticos, para investigar vantagens e desvantagens do projeto conjunto de protocolos de roteamento oportunístico e controle do ciclo de trabalho nessas redes.

Paraense, Rodolfo Coutinho graduou-se, em 2008, em Sistemas de Informação, na Universidade Federal do Pará, campus de Santarém. Em 2010, concluiu o mestrado em Engenharia Elétrica, com ênfase em Computação Aplicada. Na ocasião, os resultados de sua investigação sobre conjunto de redes sem fio e redes 4G repercutiram em várias conferências internacionais.

Em 2011, Coutinho ingressou no doutorado em Ciência da Computação na UFMG, sob orientação do professor Antonio Alfredo Ferreira Loureiro. Na Universidade de Ottawa, onde cursou doutorado-sanduíche, sua tese recebeu o prêmio Pierre Laberge como melhor trabalho na área de ciências. Coutinho também foi agraciado com o primeiro lugar no Concurso de Teses do Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (SBRC).

Estratégia de negação
A tese Relações Públicas, ciência e opinião: lógicas de influência na produção de (in)certezas, de autoria de Daniel Reis Silva, do Programa de Pós-graduação em Comunicação, parte do conjunto de denúncias, realizadas nas últimas décadas, sobre uma vasta campanha de relações públicas, financiada por corporações do setor de energia, desencadeada com o objetivo de negar a existência do aquecimento global antropogênico. Considerando essa campanha como estratégia para ‘manufaturar dúvidas’, o trabalho, orientado pelo professor Márcio Simeone Henriques, reconstrói o histórico dessa dinâmica e reflete sobre suas lógicas.

Daniel Reis Silva graduou-se em Comunicação Social pela UFMG, em 2011. Também na UFMG obteve o título de mestre em 2013. Seu trabalho, O astroturfing como um processo comunicativo: a manifestação de um público simulado, a mobilização de públicos e as lógicas de influência na opinião pública, venceu o prêmio de melhor dissertação da Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) e foi publicado em livro.

Em sua trajetória, Daniel Silva envolveu-se com estudos do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Mobilização Social e Opinião Pública da UFMG (Mobiliza) acerca do surgimento e da atuação de iniciativas de vigilância civil sobre práticas abusivas de comunicação.

Tumor fibro-ósseo
Na tese Estudo genético e epigenético do fibroma cemento-ossificante, Thaís dos Santos Fontes Pereira lança luz sobre alguns aspectos associados a um tumor odontogênico benigno, cuja origem e evolução não eram, até então, bem estabelecidos. O trabalho foi desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-graduação em Odontologia. Ela foi orientada pelo professor Ricardo Santiago Gomez.

O fibroma cemento-ossificante é uma neoplasia que compartilha características clínicas e histopatológicas com outras lesões fibro-ósseas benignas e apresenta significativa morbidade devido ao seu alto potencial de expansão. Thaís Fontes investigou alterações genéticas e epigenéticas associadas ao desenvolvimento dessa doença. 

Thaís Fontes graduou-se em Odontologia na UFMG, em 2012. Dois anos depois, também na UFMG, conclui o mestrado em Estomatologia, no qual investigou o impacto da corticoterapia sobre a infecção bucal de cândida.

Ao longo de sua carreira, a autora colaborou em projetos de patologia clínica, com padronização, treinamento e execução de terapias. Participou também de estudos sobre regulação epigenética e avaliação do efeito do medicamento resveratrol na resposta inflamatória da meningite pneumocócica.

Thaís
A premiada Thaís Fontes e os professores Luiz Filipe Menezes Vieira, coorientador de Rodolfo Coutinho (Ciência da Computação), e Márcio Simeone, que orientou Daniel Reis Silva (Comunicação) Foca Lisboa / UFMG

Menções honrosas
Três teses também receberam menções honrosas na cerimônia desta quinta-feira. Bruno Ricardo de Carvalho, do Programa de Pós-graduação em Física, é autor do trabalho Raman spectroscopy in MoS2-type transition-metal dichalcogenides, orientado pelo professor Marcos Assunção Pimenta e coorientado por Cristiano Fantini Leite e Mauricio Terrones. A tese concorreu na área Ciências Exatas e da Terra e Engenharias.

Na área de Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes, a menção ficou com a tese Transitividade na esquizofrenia: comparação dos relatos orais de eventos psicóticos entre grupos clínico e não clínico, de autoria de Marcus Lepesqueur Fabiano Gomes, do Programa de Pós-graduação em Estudos Linguísticos. Ele foi orientado pela professora Adriana Maria Tenuta de Azevedo, com coorientação de Antônio Márcio Ribeiro Teixeira.

A doutora Kênia Kiefer Parreiras de Menezes recebeu menção honrosa pela tese Fortalecimento muscular respiratório em indivíduos pós-acidente vascular encefálico, defendida no Programa de Pós-graduação em Ciência da Reabilitação. Ela foi orientada pela professora Luci Fuscaldi Teixeira-Salmela e coorientada por Lucas Rodrigues Nascimento. O trabalho concorreu na área de Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e Ciências da Saúde.

Cerimônia foi realizada no auditório da Reitoria
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Resultado de imagem para Ivan Barbosa Machado Sampaio

O Diretor do Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais, Prof. Antônio Flávio de Carvalho Alcântara, convida V.Sa. para a palestra intitulada "De Extensionista Rural a Estatístico", em comemoração aos 50 anos de nossa unidade.

Data: 18/10/2018, quinta-feira
Horário: 16h
Local: Sala 4117 (Auditório do Departamento de Física - ICEx) 

Conferência
Professor Ivan Barbosa Machado Sampaio
Emérito da Escola de Veterinária

Resumo: Um estudante de engenharia agronômica relata uma sequência de fatos que o direcionou à área de Estatística, ao invés da inicialmente proposta de Extensão Rural. A partir desta experiência, sugere alternativas viáveis para a formação de consultores estatísticos em áreas biológicas.

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Em 2018 o ICEx comemora 50 anos. Tempo que fica marcado na história da UFMG e do Brasil. Nosso Instituto por onde passaram muias e muitos mestres, doutores e personalidades ilustres na história das ciências exatas. Em função de nossas comemorações reunimos um conjunto de fotos que compoe um mosaico de imagens dos primeiros pilares do ICEx. 
 
Apresentamos a vocês um conjunto de imagens que remetem a um periodo de primeiras tentativas e avanços para a consolidação do que veio se tornar hoje um dos maiores centros de ensino e pesquisa de ciências exatas do Brasil. 

 

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Em nota, Sandra Goulart Almeida e Alessandro Moreira repudiam mensagens falsas e atos de violência contra a comunidade universitária

Em nota divulgada hoje (segunda, 15, Dia do Professor) à comunidade universitária, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira parabenizam os docentes da UFMG, cujas trajetórias têm sido dedicadas “à promoção de um espaço plural de formação, ao aprendizado mútuo e à transformação pelo conhecimento”.

O texto também defende a Universidade brasileira, repudia atos de violência e preconceito que têm atingido a comunidade universitária e a sociedade como um todo e mensagens distribuídas por meio das mídias sociais "com o propósito de desqualificar as universidades públicas brasileiras”.

A reitora e o vice-reitor também reiteram o “inequívoco compromisso com os ideais democráticos, o Estado de direito e a justiça, a liberdade de expressão e cátedra, o bem comum e o interesse coletivo, o respeito à diversidade e aos direitos humanos”, ressaltando que a missão da UFMG é contribuir para “a transformação de pessoas que atuam na sociedade e que constroem o futuro que queremos para nossa Universidade, nosso país e as gerações vindouras”.

Leia o comunicado, na íntegra:

nota_dia do professor_151018.pdf

Andifes
Na última sexta-feira, dia 12, a Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) manifestou, por meio de nota pública, sua preocupação com o aumento de episódios de intolerância e violência observados na atual campanha eleitoral, "constatados até no ambiente de nossas universidades, que, como espaço essencialmente democrático, devem ser lugar natural do embate de ideias, da diversidade, da argumentação, e não de agressão e intolerância".

"A Andifes vem assim externar seu firme repúdio à cultura do ódio e da violência, que ora ameaça a sociedade e as universidades públicas, por meio de constrangimentos, ameaças e agressões", afirmou a entidade no comunicado publicado em seu portal.

[Notícia atualizada às 13h01 com a informação sobre a manifestação da Andifes]

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