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Informamos que a Distribuição de Salas  2º semestre de 2018 já se encontra no sistema de reserva para verificar favor acessar o MINHA SALA 

 

Informamos também que as aulas do Departamento de Matemática iniciarão no dia 13 de agosto.

As disciplinas de Química Geral Experimental (laboratórios) iniciarão no dia 21 de agosto.

 

 

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Após o sucesso e esgotamento das vagas em todas as apresentações anteriores, o professor Aba Cohen Persiano (Professor aposentado do Departamento de Física ICEx-UFMG) os convida a apresentação do curso “Einstein no Terceiro Milênio E3M”, de física moderna para pessoas interessadas nesses temas da atualidade 
(emaranhamento quântico, buracos negros, expansão acelerada do Universo, gravidade quântica, entre outros).

Com demonstrações em sala e laboratório, animações e mínimos recursos matemáticos, o curso discute a lógica que sustenta as Teorias da Relatividade Restrita e Geral (curvatura do espaço-tempo, conversão da massa em energia, mecanismo da gravidade), Mecânica Quântica (Princípio da Incerteza, ondas de matéria), Física Nuclear, Cosmologia Moderna (Big Bang, buracos negros) e toda a base que dá suporte à micro- e nano-eletrônica desta e das próximas décadas.

As aulas terão início na próxima 5a-feira, dia 23/08.

Serão 4 quintas-feiras, das 19h às 22h15, no espaço NOA (em frente ao Minas I).

 

Mais informações e inscrições podem ser encontradas no site LINK

Qualquer dúvida entre em contato comigo pelo +5531 991337090 (whatsapp) ou 
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Escolas
Evento relacionado ao Pibid e ao Residência Pedagógica terá início às 14h, no CAD 1

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e o Residência Pedagógica (RP) terão encontro inicial nesta sexta-feira, 17 de agosto, a partir das 14h, no auditório nobre do CAD 1, campus Pampulha. Os dois programas promovem a imersão dos estudantes de licenciatura da UFMG em escolas de educação básica. Recentemente, foram abertas 834 vagas para estagiários.

Durante o encontro, o professor Orlando Gomes de Aguiar, da Faculdade de Educação (Fae), vai ministrar a conferência O Pibid e o Residência Pedagógica: histórico e análise atual, e  haverá reuniões de planejamento de docentes e alunos da UFMG com professores das redes públicas de ensino envolvidos nos programas. O evento é destinado também a representantes das secretarias estadual e municipal de Educação, coordenadores de colegiados e dos cursos de licenciatura da UFMG.

A UFMG tem envidado esforços para garantir a excelência das atividades de formação inicial e continuada, bem como garantir a crescente ampliação das parcerias com as redes públicas de ensino. Nos últimos anos, foram criados programas de ensino e de extensão para fomentar a relação entre a formação e a prática docente realizada nas escolas por meio do estágio e das práticas. A instituição colabora com gestores públicos na discussão, criação, implantação e avaliação de  políticas públicas vinculadas ao fomento da formação inicial e continuada.           

Ética sustentável

De acordo com documentos que orientam a atuação da UFMG nessa área, a formação docente deve ser pautada por aprendizados que permitam identificar, sistematizar e analisar as demandas da realidade social à educação escolar, e a Universidade deve contribuir nas discussões e planejamento de um projeto de escola que atenda a essas demandas, ajudando a construir o perfil do docente a ser formado em diálogo com o projeto de escola e de sociedade. O objetivo é fazer o ensino articular-se com a pesquisa e a extensão, por meio do contato dos discentes da Universidade com a realidade social e com a escola.     

Com os programas Pibid e Residência Pedagógica, a UFMG apoia as redes de ensino no processo de elaboração, implantação e avaliação dos currículos que serão construídos de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em última instância, a Universidade trabalha para fortalecer as escolas públicas e elaborar um projeto comprometido com a formação de sujeitos críticos e capazes de atuar na construção de práticas sociais e tecnológicas  capazes de contribuir para a construção de uma sociedade eticamente sustentável.

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Márcia Barbosa com o retrato da filósofa e matemática grega Hipátia de Alexandria ao fundo:

Professora da UFRGS abriu as atividades da Formação Transversal em Direitos Humanos
 

“Mulheres na Ciência: por que tão poucas? Chega de mimimi. A distância é a mesma para mulheres e homens”. Estimulando a plateia que lotou o auditório da Reitoria com essa ‘provocação reflexiva’, a física Márcia Barbosa, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), iniciou a conferência Mulheres na ciência: uma verdade inconveniente, que funcionou como aula inaugural da Formação Transversal em Direitos Humanos, realizada na tarde de quinta-feira, dia 9.

Integrante da Academia Brasileira de Ciências, referência nacional e internacional em pesquisa na área da Física e vencedora de prêmios importantes, como o Loreal-Unesco, Márcia Barbosa discorreu sobre fatores que dificultam o ingresso e a ascensão das mulheres no campo das ciências exatas. Baseando-se em dados do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e na Academia Brasileira de Ciências (ABC), entre outras referências, além de comparar a participação da mulher na ciência em relação ao homem por área de conhecimento, ela evidenciou vários obstáculos no caminho da mulher, como o estereótipo tipicamente masculino do cientista, a desacreditação da mulher como pesquisadora e a falta de incentivo para o desenvolvimento acadêmico da mulher devido à maternidade, período em que se afastaria das atividades de pesquisa para se dedicar à prole.

Efeito tesoura
Márcia Barbosa mostrou que as mulheres estão sub-representadas em muitas áreas da ciência, particularmente nas exatas, tecnologia e engenharias. Segundo ela, esse fenômeno se acentua em graus mais avançados da carreira. “À medida que avança, as mulheres são 'tesouradas' e, após o doutorado, praticamente desaparecem do sistema. Esse ‘efeito tesoura’ é um fenômeno global”, avaliou.

A física resgatou a trajetória de várias mulheres cientistas, como Marie Curie, cientista polonesa que conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade, e a grega Hipátia de Alexandria, a primeira mulher reconhecida como matemática e uma das primeiras pessoas a sustentar que as órbitas eram elípticas, tese que quebrou um grande paradigma. O governo quis obrigá-la a abandonar suas pesquisas e negar suas descobertas. Ela foi morta por não aceitar isso e por não abrir mão de seu direito de fazer ciência.

De acordo com a professora, o século 21 ainda não registra uma participação decisiva das mulheres na ciência, sem contar a sub-representação de negras e negros na carreira científica.  “O século 21 impõe problemas complexos demais para serem resolvidos apenas pelos homens brancos e de elite que dominam as pesquisas. Necessitamos de diversidade e de pluralidade”, enfatizou Márcia Barbosa.

Direito de ser mãe e cientista
A professora da UFRGS é autora da pesquisa Por que tão poucas? Por que tão lentamente?, na qual revela que, na comparação com os homens, as mulheres recebem menos bolsas e registram os maiores índices de evasão da carreira, conforme avançam na pós-graduação. Ela defende medidas para apoiar mulheres cientistas a exercer o direito de ser mães sem serem penalizadas por isso.  “Vamos propor a inclusão de declaração de filhos no Lattes [plataforma do CNPq que registra a produção científica dos pesquisadores que atuam no Brasil] e a instauração de uma comissão de gênero para a Capes”, anunciou.

Ao fim da conferência, Márcia Barbosa chamou a atenção para o assédio moral e sexual nas instituições. “Infelizmente no trabalho, nas universidades e na vida cotidiana, a mulher ainda é um objeto. O assédio é real e afeta nossas jovens. Precisamos estruturar ouvidorias especializadas para tratar disso. Somos bons para formar comitês de ética animal para tratar dos experimentos e estabelecer critérios, mas ainda não temos comitês de ética humana para monitorar as relações, em particular as de poder entre professores e estudantes”, disse ela, sob aplausos da plateia.

Plateia que lotou o auditório da Reitoria para acompanhar a aula inaugural

Antes da conferência, a pró-reitora de Extensão, Cláudia Mayorga, apresentou a estrutura curricular e as disciplinas ofertadas neste semestre pela Formação Transversal em Direitos Humanos. Presente na aula inaugural, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida ressaltou a importância dessa formação no percurso acadêmico do estudante de graduação. A atividade foi promovida pela Rede Direitos Humanos, vinculada à Pró-reitoria de Extensão, em parceria com a Pró-reitoria de Pós-graduação da UFMG.

Cientista premiada
Márcia Barbosa é pesquisadora nível 1B do CNPq e membro titular da Academia Brasileira de Ciências. Tem experiência na área de Física, atuando principalmente em água e suas anomalias e soluções aquosas. Por seu trabalho nesse campo, ganhou o Prêmio Loreal e Unesco de Mulheres nas Ciências, na área de física, e o Prêmio Claudia em Ciência, ambos em 2013. Também estuda questões de gênero na ciência, abordagem que lhe rendeu, em 2009, o prêmio Nicholson Medal, da American Physical Society. Devido à sua atuação na pós-graduação, Márcia Barbosa foi agraciada com o Prêmio Anísio Teixeira da Capes. Ela também integra a diretoria da Academia Brasileira de Ciências.

Zirlene Lemos / Assessoria de Comunicação da Proex-UFMG

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O Journal of Advanced Research dedicou uma edição especial de sua revista científica a estudos sobre a urease

Via UFMG

Ângelo de Fátima e Luzia Modolo coordenam única rede no mundo especializada na investigação de inibidores da enzima

Os professores Ângelo de Fátima (Departamento de Química do ICEx) e Luzia Modolo (Departamento de Botânica do ICB), juntamente com a professora Barbara Krajewska (Jagiellonian University, Polônia), editaram, a convite do Conselho Editorial do Journal of Advanced Research, da editora Elsevier, um volume da publicação sobre ureases, intitulado Biotechnological and medical relevance of ureases (Relevâncias biotecnológicas e médicas das ureases). O número reúne nove artigos que abordam diferentes aspectos biotecnológicos das ureases na agricultura, pecuária, medicina e engenharia e destaca o progresso no desenvolvimento de inibidores de ureases de interesse farmacológico.

As ureases são enzimas que catalisam a hidrólise da ureia em dióxido de carbono e amônia, o que pode afetar negativamente a saúde e a qualidade de vida de humanos e animais. Elas causam perdas de nitrogênio no solo quando a ureia é usada como fertilizante e estão associadas a algumas doenças causadas por infecções microbianas, tanto em animais quanto em humanos. “As ureases podem impactar negativamente a qualidade de vida em vários âmbitos”, explica Luzia Modolo.

Conteúdo diverso
O volume especial oferece um histórico das ureases, com relato de importantes papéis biológicos dessas proteínas no escopo das atividades catalíticas e não catalíticas. No campo da agricultura, revela a eficiência agronômica do N-(butyl) thiophosphoric triamide (NBPT), inibidor de urease amplamente empregado, e os avanços, desde 2005, na busca por novos inibidores da enzima de interesse agronômico com vistas à diminuição do impacto ambiental do uso de ureia.

Relatos sobre diversas bactérias do trato gastrointestinal de ruminantes e não ruminantes que apresentam atividade da urease salientam as implicações dessas enzimas no metabolismo da ureia e como as atividades de pecuária podem se beneficiar do uso de inibidores.

Um dos artigos de revisão que compõem a edição contém informação detalhada sobre métodos clínicos baseados na atividade de ureases para o diagnóstico de infecções por Helicobacter pylori e comprovação de cura pós-terapêutica.

O potencial da atividade urease na mineralização de carbonato de cálcio também é explorado nas mais diversas áreas de engenharia como técnica inovadora e ambientalmente amigável para a remediação, deposição e consolidação de solo/areia, proteção e restauração de estruturas rochosas e de concreto e obras de arte, aumento da recuperação de óleo e sequestro de CO2 de origem geológica.

Além disso, o volume do Journal of Advanced Research oferece coletânea sobre diversos inibidores de urease de interesse clínico (de origem natural ou sintética), com enfoque em estudos cristalográficos e de modelagem molecular para o desenvolvimento de inibidores mais eficientes.

Todos os artigos estão disponíveis para acesso gratuito.

 

Os editores
Os professores Ângelo de Fátima e Luzia Modolo são os coordenadores da Rede para Estudos de Novos Inibidores de Urease (Redniu), a única dedicada ao tema no mundo. Criado em 2010, o grupo congrega pesquisadores das mais variadas especialidades de 12 instituições de ciência e tecnologia brasileiras e desenvolve trabalhos colaborativos com pesquisadores da Índia e da Itália. O esforço despertou o interesse da iniciativa privada, que identificou a possibilidade de desenvolvimento conjunto de produtos à base de inibidores da enzima.

Na UFMG, os pesquisadores têm investigado potenciais inibidores de ureases. “Temos concentrado nossos esforços no desenvolvimento de uma formulação à base de ureia para uso na agricultura, além de um comprimido para o tratamento de infecções causadas pela bactéria Helicobacter pylori e espécies do fungo Cryptococcus”, conta Luzia Modolo.

Dalila Coelho

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No centro, professora Cláudia Gomes França com algumas crianças do projeto SoFiA

No centro, professora Cláudia Gomes França com algumas crianças do projeto SoFiA

Via UFMG

Atividade abre formação transversal nesta segunda-feira

Educação e divulgação científica para comunidades periféricas serão abordadas na aula Conectar e compartilhar conhecimentos: repensando diálogos e territórios para a divulgação científica, que inaugura a Formação Transversal em Divulgação Científica nesta segunda-feira, 13, às 18h, no Auditório 1, na Face.

Com a participação dos professores do Cefet-MG Bráulio Chaves e Cláudia Gomes França, a aula tem o objetivo de debater as dificuldades em promover a democratização do conhecimento em espaços historicamente cerceados de ações que incentivem a educação científica. Os docentes apresentarão as experiências do projeto SoFiA, desenvolvido nas comunidades Cabana do Pai Tomás e Aglomerado da Serra.

O projeto busca fomentar a aprendizagem científica de crianças, adolescentes e adultos que moram nessas comunidades por meio de produções artísticas e culturais, visitas a museus de ciência e a realização de oficinas.

Na avaliação dos professores, trazer para a universidade as experiências de um projeto do gênero serve para estimular iniciativas que visem expandir os limites da academia, propiciando a construção de conhecimento na sociedade.

A aula é aberta à comunidade da UFMG. Informações sobre as outras ofertas da Formação Transversal podem ser acessadas no portal UFMG Meu Lugar.

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João Paulo Martins (em pé, à esquerda) e alunos: os quatro concorrentes brasileiros trouxeram medalhas da Europa
João Paulo Martins (em pé, à esquerda) e alunos: todos os concorrentes brasileiros trouxeram medalhasAcervo Departamento de Química

Quinze professores prepararam os estudantes, em quatro áreas; atividade deverá ser transformada em projeto de extensão

Via UFMG

Os quatro representantes brasileiros na edição deste ano da Olimpíada Internacional de Química – realizada no fim do mês passado, na Eslováquia e na República Tcheca –, todos medalhistas, receberam treinamento no Departamento de Química da UFMG. Em março deste ano, um grupo de 16 estudantes de ensino médio, de diversos estados, foram preparados por 15 professores da UFMG, nas áreas de química orgânica, físico-química, química analítica e química inorgânica.

Os premiados foram Ivna Ferreira Gomes, Vinicius Figueira Armelin (ambos com medalhas de ouro), João Victor Moreira Pimentel (prata) e Orisvaldo Salviano Neto (bronze). Ivna, João Victor e Orisvaldo são oriundos de escolas do Ceará, e Vinicius estuda em São Paulo. No total, foram distribuídas 198 medalhas, e o Brasil, que ficou na 12ª posição, teve seu melhor desempenho no evento mundial, que é realizado há 50 anos. O país registrou melhor classificação das Américas, depois dos Estados Unidos.

Durante duas semanas, oito horas por dia, o grupo assistiu a aulas sobre tópicos avançados, de nível universitário. Além de resolver questões propostas pelo Comitê Organizador Internacional, os jovens foram desafiados por problemas elaborados pelos professores do ICEx.

Formalização
Na UFMG, os estudantes cumpriram a quinta de seis fases de treinamento da Olimpíada Brasileira de Química. É a segunda vez que a Universidade fica responsável pelo treinamento e pela seleção dos concorrentes para o evento internacional.

Segundo o professor Gilson Freitas, coordenador da equipe responsável pelo treinamento, ao lado de João Paulo Martins, existe a intenção de transformar o programa de treinamento do Projeto Olimpíadas, do Departamento de Química, em projeto de extensão. As atividades seriam abertas a estudantes de escola públicas e particulares.

Desde 2008, o departamento coordena a Olimpíada Mineira de Química (OMQ). De acordo com Gilson Freitas, os estudantes mineiros têm demonstrado talento, e os resultados tendem a melhorar com a consolidação da OMQ e o maior engajamento das escolas e da comunidade de químicos na formação dos jovens. “É preciso estimular mais as escolas em todas as cidades mineiras a participar das Olimpíadas, desde as etapas iniciais, que visam à seleção dos representantes escalados para as competições nacional e internacional”, afirma o professor.

 

 

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PARQUE TECNOLÓGICO DE BELO HORIZONTE
Dia ​​​24 de agosto de 2018
A partir das 10:00, no Auditório 3 - ICEx 


O Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC), associação privada de caráter científico, tecnológico, educacional e cultural, sem fins lucrativos. A sua criação foi resultado de um arranjo institucional, formado pela associação dos cinco principais agentes engajados no processo de inovação tecnológica no Estado: a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Governo do Estado, a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (SEBRAE-MG) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Essa composição reflete o princípio da “hélice tríplice” (Academia/Governo/Empresas) essencial ao sucesso de parques tecnológicos no mundo todo.

A ideia de se implantar um parque tecnológico em Belo Horizonte surgiu em 1992, visando a diversificação produtiva de sua região metropolitana, a agregação de valor aos serviços aqui prestados e a geração de riqueza a partir do conhecimento produzido por nossas universidades. Em maio de 2002, o Conselho Universitário da UFMG aprovou a realização de estudos de viabilidade do parque tecnológico a ser instalado em área de seu campus na Pampulha e, em julho de 2004, aprovou a cessão de uso de um terreno para o BH-TEC.

O Estatuto do BH-TEC estabelece que seu objetivo principal é contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social de Belo Horizonte, de Minas e do Brasil, mediante a estruturação e gestão sustentável de um ambiente de negócios capaz de potencializar as atividades de pesquisa, a introdução de inovações e a transferência de tecnologia, incrementando o envolvimento de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento com projetos de alta tecnologia e, ao mesmo tempo, contribuir para alavancar pesquisas e desenvolvimentos conjuntos, a partir da aproximação entre a universidade.

Nesta palestra, serão apresentados a infraestrutura do BH-TEC, seu modus operandi, o perfil da empresas nele instaladas, os resultados obtidos pelos investimentos, e discutir oportunidades para interação entre empreendedores e pesquisadores.

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BENEFICIOS: 
Contrato CLT
VT + VR + VA + Plano de Saúde + Plano Odontológico + PLR

LOCAL DE TRABALHO:
Belo Horizonte – MG

Interessados encaminhar currículo para o e-mail:
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A Pottencial Seguradora está com oportunidade para Estágio – TI Desenvolvimento.

ATIVIDADES/RESPONSABILIDADES:

Desenvolvimento e manutenção de funcionalidades em sistemas desenvolvidos internamente.

Acompanhamento dos chamados vinculados aos sistemas desenvolvidos internamente.

REQUISITOS:

Curso superior em andamento Sistemas de Informação, Engenharia da computação e/ou afins.

Desejável conhecimento em C#, ASP.Net MVC, WebApi, CodeFirst, Crystal Reports, AutoMapper, Angular, Javascript, Jquery, HTML e
HTML5, Bootstrap,CSS, Visual Studio Online - Controle de Versão .




 

A Pottencial Seguradora está com oportunidade para Analista de Testes.

ATIVIDADES/RESPONSABILIDADES:

Responsável por traduzir os requisitos do sistema em modelagens, cenários e casos de teste. Responsável por planejar, desenhar e executar os testes nos
sistemas. Responsável por reportar os defeitos encontrados à equipe de desenvolvimento e garantir que os mesmos foram corrigidos através do Teste de
Confirmação.

REQUISITOS:

Desejável curso superior em Análise de Sistemas, Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Engenharia da computação ou afins;

Desejável conhecimentos sobre métodos e estratégias de teste; em Teste de Software baseado em Riscos, em Teste Exploratório, em Testes de Carga,
Stress, Performance e Volume;

Desejável conhecimentos básicos em ferramentas de automação de testes;

Desejável conhecimentos em documentação em teste e em qualidade de software;

Desejável conhecimento em Metodologias de Desenvolvimento de Software Ágil e em análise de sistemas, dados e requisitos.

A Pottencial Seguradora está com oportunidade para Analista Sistemas.

ATIVIDADES/RESPONSABILIDADES:

Responsável por analisar, realizar levantamento de requisitos, planejar e desenvolver sistemas de informação para as diversas necessidades administrativas
e operacionais, seguindo as definições e planejamentos de acordo com prazos e prioridades determinados.

REQUISITOS:

Curso superior em Análise de Sistemas, Engenharia da computação ou afins.

Conhecimento em desenvolvimento Web, Javascript e HTML e, por fim, conhecimento avançado em:

C#, ASP.Net MVC 3 e 4,WebApi 2,Entity Framework 4, 4.5, LINQ to SQL ,LINQ to Entities,CodeFirst,Sql Server (T-SQL), Crystal Reports, AutoMapper, Angular,
Javascript, Jquery, HTML e HTML5, Bootstrap, CSS, Testes unitários, TFS - Controle de Versão (visual studio online)

Desejável 05 anos de experiência em desenvolvimento web

Será diferencial ter especialização em engenharia de software, arquitetura de software ou afins; ter conhecimento ou vivência em padrões DDD e TDD e
ter conhecimentos em Windows Service, WebService; Windows Form e em GitHub

 

 

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A vencedora do concurso de logomarca para os 50 anos do ICEx foi a estudante Maria Luísa Costa Pinto, do Mestrado em Ciência da Computação, do DCC. Com 137 votos, a logo será utilizada nas comunicações oficiais do Instituto e a Maria Luisa receberá a premiação prevista no edital. 

O concurso contou com a participação de dezenas de estudantes. Foram escolhidas cinco logos finalistas. Entre a logo de Maria Luisa também constavam como finalistas as logos de: Douglas Henrique Miranda, Julia Manuela, Murillo Alvaro e Tulio da Costa. 

O conceito presente no selo de 50 anos do Instituto de Ciências Exatas feito por Maria Luisa combina o formato atual da marca do instituto com elementos geométricos, que estão presentes em todo o prédio e nas disciplinas dos cursos oferecidos pelo ICEx. 

A descrição completa se encontra no link:
http://homepages.dcc.ufmg.br/~maria.luisa/files/icex/


A votação contou com mais de 200 votos e o resultado final foi:

Maria Luísa Costa Pinto
Ciência da Computação
137 votos


Tulio da Costa Prata
Física (Licenciatura)
38 votos

Autora: Julia Manuela 
Matemática Computacional 
26 votos

Murillo Alvaro Borges de Sousa
Física (Bacharelado)
8 votos

Douglas Henrique Miranda Santos
Física (Licenciatura)
4 votos

 

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Antonio Flávio

Antonio Flávio: "o que importa é andar"
Júlia Duarte / UFMG

Via Portal UFMG


Antônio Flávio Alcântara e Francisco Dutenhefner tomam posse com balanço da gestão anterior e confiança na experiência

Ao aludir aos versos de Raul Seixas para a canção Tente outra vez, o diretor do Instituto de Ciências Exatas (Icex) reempossado, Antônio Flávio de Carvalho Alcântara, em discurso bem-humorado, falou sobre seu desejo de concretizar, na nova gestão, tudo aquilo que não foi possível fazer na anterior. “Por que não tentar outra vez? O que importa é andar, mesmo que cada passo seja pequeno demais, se comparado à distância do objetivo”, divagou.

Antônio Flávio, que dirige o Icex desde 2014, mencionou a reforma da cantina, a conclusão de um laboratório de informática, a implantação de catracas no prédio e a ampliação do estacionamento como algumas das realizações de sua gestão relativas ao espaço físico da unidade. “Entre nossas ‘batalhas vencidas’ no tocante ao ensino e ao pessoal, destaco a reestruturação dos colegiados, a inclusão de atividades de EaD na planilha de alocação de vagas de docentes e a implantação da jornada de 30 horas para os servidores”, relembrou o diretor.

vice

Dutenhefner: participação de todos
Júlia Duarte / UFMG

Olhar crítico
Retomando o ano de 2014, data em que a dupla de professores assumia o primeiro mandato na diretoria do Instituto, o vice-diretor reconduzido ao cargo, Francisco Dutenhefner, relatou que “havia vários objetivos em mente, estabelecidos com base em experiências próprias e no diálogo com a comunidade”.

Segundo o professor, as ações concretizadas durante a gestão passada contaram com "participação e ajuda de todos”. Sobre as metas estipuladas previamente, Dutenhefner salientou que algumas ações foram concluídas e outras estão em andamento, mas também há aquelas em que ainda não caminharam. “Hoje temos mais experiência e olhar crítico. Isso aumenta a responsabilidade e, consequentemente, o trabalho – e eu gosto disso!”, enfatizou.

Sandra

Sandra Goulart Almeida: defesa da prática democrática
Júlia Duarte / UFMG

A reitora Sandra Goulart Almeida declarou estar “convicta de que a nova direção será bem-sucedida”. “O bom humor e a irreverência dessa dupla, aliados ao talento e à experiência, são muito necessários neste momento. Manifesto a ambos meus votos de sucesso e de uma gestão profícua”, disse.

Sandra Goulart reiterou que muitas dificuldades são impostas à gestão pública nos dias de hoje, quando, segundo ela, a universidade é confrontada por ações externas e marcos regulatórios que ferem sua autonomia. “Vocês são nossos parceiros no desafio de defender a prática colegiada e democrática, que a nós é tão cara”, convocou.

O mandato dos diretores se estende até 2022.

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Resultado de imagem para Ivair Gontijo
O cientista brasileiro Ivair Gontijo do JPL (Laboratório de Propulsão a Jato da NASA) abre o ciclo de palestras 2018 doObservatório Astronômico do IAE  [imagem:Sgt. Wandeclayt/IAE]

Data: 05/07/2018, 15:00h 
Local: Auditório III, ICEx 
Palestrante: Ivair Gontijo, JPL Nasa (autor do livro “A Caminho de Marte”) 
Título: Missões para Marte: desafios, resultados recentes e o futuro 


Uma simulação da viagem entre a órbita terrestre até a superfície de Marte nos mostra alguns dos desafios enfrentados e resolvidos para pousar o veículo Curiosity na cratera Gale. A recente detecção pelo Curiosity de moléculas orgânicas complexas e de metano com variação sazonal, também será discutida.

A missão Mars2020 usará o mesmo processo para levar para Marte um veículo coletor de amostras, que deverão ser trazidas para a Terra em uma outra oportunidade. Este veículo terá um novo conjunto de instrumentos e seu local de pouso ainda está sendo escolhido entre três candidatos. O instrumento SuperCam, parte do veículo Mars2020, levará para Marte quatro técnicas de espectroscopia ótica, além de um microfone e uma câmera à cores. Detalhes de seu projeto ótico e resultados preliminares obtidos com a versão de testes serão apresentados.

Finalmente, o livro “A Caminho de Marte”, recém lançado pela editora Sextante, será apresentado e discutido com a audiência.

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