ICEx UFMG - Notícias
Publicado em: Notícias do Icex

Informamos que a Distribuição de Salas  2º semestre de 2018 já se encontra no sistema de reserva para verificar favor acessar o MINHA SALA 

 

Informamos também que as aulas do Departamento de Matemática iniciarão no dia 13 de agosto.

As disciplinas de Química Geral Experimental (laboratórios) iniciarão no dia 21 de agosto.

 

 

Publicado em: Informes

ATENÇÃO
 

  • Favor ler os informativos abaixo antes de preencher o Formulário de Inscrição.
  • As disciplinas de departamentos diferentes deverão constar em requerimentos separados a  cópia de toda documentação deverá ser anexada em cada requerimento.
  • Só serão recebidos os requerimentos devidamente preenchidos e documentados.

 

 DISCIPLINAS ISOLADAS DA GRADUAÇÃO


Informativo e Requerimento - link 
Guia Única de Recolhimento - link

 

  • Dia 06 de agosto/2018 - Divulgação das vagas abaixo:
  • Dia 08 de agosto/2018 - Protocolo de requerimento:
  • Horário: 9h às 20h - Sala 2004 - Seção de Ensino/ICEx       

 

  • Dia 09 de agosto/2018 - Resultado das vagas    
  •  
  • DCC
  • EST
  • FIS
  • MAT
  • QUI
  •  
  •    
  • Dia 10 de agosto/2018 - Data-limite para divulgação dos resultados dos requerimentos de matrícula -  (página do ICEx) 16h
  • Dia 13 e 14 de agosto/2018- Matrícula - Local: Sala 2004 - Seção de Ensino/ICEx
  • Horário: 8h às 18h
  • A partir do dia 24 de agosto/2018- Entrega do comprovante de matrícula - Sala 2004 - Seção de Ensino/ICEx
Publicado em: Informes
  • Informamos que as disciplnas ofertadas pelo Departamento de Matemática iniciarão no dia 13 de agosto de 2018.

  • As disciplinas de Química Geral Experimental (laboratórios) iniciarão no dia 21 de agosto.
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Colação de Grau - 2018/1º

A pedido da Diretoria do ICEx, comunicamos a data da Sessão Solene de Colação de Grau dos Formandos do 1º semestre de 2018: 

Colação de Grau Oficial dos Formandos do 1º semestre de 2018: 

- 08 de agosto de 2018 - quarta-feira]

 

Cursos: Ciência da Computação, Matemática, Matemática Computacional e Sistemas de Informação. 

- 09 de agosto de 2018 - quinta-feira


Cursos: Ciências Atuariais, Estatística, Física, Química e Química Tecnológica.

Horário e local: 19h, no Auditório da Escola de Engenharia

 

Data da Colação Antecipada: 19/07/2018 - quinta-feira  
Horário: 16h  
Local: Sala da Congregação do ICEx - 3123

Ressaltamos que esta colação atenderá somente casos específicos / urgentes, dos 
alunos que não poderão aguardar a data da Colação Oficial.

AVISO IMPORTANTE: não é permitida à participação de convidados na  
Colação de Grau Antecipada. 

 


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   Dúvidas frequentes:

- Onde fica o Auditório da Escola da Engenharia? 

Resposta: a esquerda de quem entra na portaria principal do prédio da Engenharia (em frente ao Prédio do ICEx, próximo a rotatória).

- Posso levar quantas pessoas para assistir minha colação de grau?

Resposta: Você poderá trazer até 03 convidados, pois o número de assentos é limitado.

- Como devo ir vestido? 
- É apropriado usar terno e gravata?

Resposta: A vestimenta deverá ser adequada ao evento. 

Dica: O traje ideal é o esporte fino: calça social + camisa, para eles (não precisa usar gravata); vestidos mais simples, calça + blusa ou saia + blusa, para elas.

- Tenho que levar algum documento no dia da Colação?

- Resposta: Não. 

Quando chegar ao local, favor confirmar seu nome na lista de formandos que ficará disponível na entrada do auditório com a recepcionista.

Publicado em: Estagios e Bolsas

O ICEx está com 02 Editais abertos para Bolsas de Estágio e uma vaga externa para alunos de Computação.

 

Interessados se candidatar as vagas conforme editais anexos.

 

- VAGA  PARA ASSESSORIA DE IMPRENSA ( JORNALISMO);

 

Para alunos FUMP -edital 


Para alunos NÃO FUMP - A contratação se dá via PROGRAD

Para esses candidatos é obrigatório que o aluno possua e mantenha um RSG (Rendimento Semestral Global) igual ou superior a 2 no último semestre para o qual
a informação já tenha sido disponibilizada pelo DRCA. Essa regra não valerá para alunos que ainda não tenham qualquer RSG semestral lançado em seus históricos escolares devido à entrada recente na UFMG.

Os interessados a se candidatar a vaga de jornalismo ( via PROGRAD) enviar curríuclo para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até 20/04/2016

 

-VAGA PARA ALUNOS DE CIÊNCIAS ATUARIAS


Vaga: 1
Período: Do terceiro em diante.
Horário: 4 ou 6 horas
Remuneração: Bolsa de 1 salário mínimo, podendo chegar a R$1.000,00.
Benefícios: Vale Transporte
Empresa: Quatro Seguros (Uma corretora de seguros de todos os ramos).

Interessados enviar currículo para o contato abaixo:
Contato: Clever ou Victor - 3264-1426 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Atividades: Cotação de seguros, relacionamento com seguradoras e clientes, desenvolvimento de novos produtos junto a seguradoras, levantamento de novos clientes, apoio administrativo e operacional.
Aptidões: Organizada, comunicativa, pró-ativa, dedicada. Preferência pelo sexo feminino.

                                               

 

Publicado em: Notícias do Icex

Após o sucesso e esgotamento das vagas em todas as apresentações anteriores, o professor Aba Cohen Persiano (Professor aposentado do Departamento de Física ICEx-UFMG) os convida a apresentação do curso “Einstein no Terceiro Milênio E3M”, de física moderna para pessoas interessadas nesses temas da atualidade 
(emaranhamento quântico, buracos negros, expansão acelerada do Universo, gravidade quântica, entre outros).

Com demonstrações em sala e laboratório, animações e mínimos recursos matemáticos, o curso discute a lógica que sustenta as Teorias da Relatividade Restrita e Geral (curvatura do espaço-tempo, conversão da massa em energia, mecanismo da gravidade), Mecânica Quântica (Princípio da Incerteza, ondas de matéria), Física Nuclear, Cosmologia Moderna (Big Bang, buracos negros) e toda a base que dá suporte à micro- e nano-eletrônica desta e das próximas décadas.

As aulas terão início na próxima 5a-feira, dia 23/08.

Serão 4 quintas-feiras, das 19h às 22h15, no espaço NOA (em frente ao Minas I).

 

Mais informações e inscrições podem ser encontradas no site LINK

Qualquer dúvida entre em contato comigo pelo +5531 991337090 (whatsapp) ou 
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Escolas
Evento relacionado ao Pibid e ao Residência Pedagógica terá início às 14h, no CAD 1

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e o Residência Pedagógica (RP) terão encontro inicial nesta sexta-feira, 17 de agosto, a partir das 14h, no auditório nobre do CAD 1, campus Pampulha. Os dois programas promovem a imersão dos estudantes de licenciatura da UFMG em escolas de educação básica. Recentemente, foram abertas 834 vagas para estagiários.

Durante o encontro, o professor Orlando Gomes de Aguiar, da Faculdade de Educação (Fae), vai ministrar a conferência O Pibid e o Residência Pedagógica: histórico e análise atual, e  haverá reuniões de planejamento de docentes e alunos da UFMG com professores das redes públicas de ensino envolvidos nos programas. O evento é destinado também a representantes das secretarias estadual e municipal de Educação, coordenadores de colegiados e dos cursos de licenciatura da UFMG.

A UFMG tem envidado esforços para garantir a excelência das atividades de formação inicial e continuada, bem como garantir a crescente ampliação das parcerias com as redes públicas de ensino. Nos últimos anos, foram criados programas de ensino e de extensão para fomentar a relação entre a formação e a prática docente realizada nas escolas por meio do estágio e das práticas. A instituição colabora com gestores públicos na discussão, criação, implantação e avaliação de  políticas públicas vinculadas ao fomento da formação inicial e continuada.           

Ética sustentável

De acordo com documentos que orientam a atuação da UFMG nessa área, a formação docente deve ser pautada por aprendizados que permitam identificar, sistematizar e analisar as demandas da realidade social à educação escolar, e a Universidade deve contribuir nas discussões e planejamento de um projeto de escola que atenda a essas demandas, ajudando a construir o perfil do docente a ser formado em diálogo com o projeto de escola e de sociedade. O objetivo é fazer o ensino articular-se com a pesquisa e a extensão, por meio do contato dos discentes da Universidade com a realidade social e com a escola.     

Com os programas Pibid e Residência Pedagógica, a UFMG apoia as redes de ensino no processo de elaboração, implantação e avaliação dos currículos que serão construídos de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em última instância, a Universidade trabalha para fortalecer as escolas públicas e elaborar um projeto comprometido com a formação de sujeitos críticos e capazes de atuar na construção de práticas sociais e tecnológicas  capazes de contribuir para a construção de uma sociedade eticamente sustentável.

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Márcia Barbosa com o retrato da filósofa e matemática grega Hipátia de Alexandria ao fundo:

Professora da UFRGS abriu as atividades da Formação Transversal em Direitos Humanos
 

“Mulheres na Ciência: por que tão poucas? Chega de mimimi. A distância é a mesma para mulheres e homens”. Estimulando a plateia que lotou o auditório da Reitoria com essa ‘provocação reflexiva’, a física Márcia Barbosa, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), iniciou a conferência Mulheres na ciência: uma verdade inconveniente, que funcionou como aula inaugural da Formação Transversal em Direitos Humanos, realizada na tarde de quinta-feira, dia 9.

Integrante da Academia Brasileira de Ciências, referência nacional e internacional em pesquisa na área da Física e vencedora de prêmios importantes, como o Loreal-Unesco, Márcia Barbosa discorreu sobre fatores que dificultam o ingresso e a ascensão das mulheres no campo das ciências exatas. Baseando-se em dados do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e na Academia Brasileira de Ciências (ABC), entre outras referências, além de comparar a participação da mulher na ciência em relação ao homem por área de conhecimento, ela evidenciou vários obstáculos no caminho da mulher, como o estereótipo tipicamente masculino do cientista, a desacreditação da mulher como pesquisadora e a falta de incentivo para o desenvolvimento acadêmico da mulher devido à maternidade, período em que se afastaria das atividades de pesquisa para se dedicar à prole.

Efeito tesoura
Márcia Barbosa mostrou que as mulheres estão sub-representadas em muitas áreas da ciência, particularmente nas exatas, tecnologia e engenharias. Segundo ela, esse fenômeno se acentua em graus mais avançados da carreira. “À medida que avança, as mulheres são 'tesouradas' e, após o doutorado, praticamente desaparecem do sistema. Esse ‘efeito tesoura’ é um fenômeno global”, avaliou.

A física resgatou a trajetória de várias mulheres cientistas, como Marie Curie, cientista polonesa que conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade, e a grega Hipátia de Alexandria, a primeira mulher reconhecida como matemática e uma das primeiras pessoas a sustentar que as órbitas eram elípticas, tese que quebrou um grande paradigma. O governo quis obrigá-la a abandonar suas pesquisas e negar suas descobertas. Ela foi morta por não aceitar isso e por não abrir mão de seu direito de fazer ciência.

De acordo com a professora, o século 21 ainda não registra uma participação decisiva das mulheres na ciência, sem contar a sub-representação de negras e negros na carreira científica.  “O século 21 impõe problemas complexos demais para serem resolvidos apenas pelos homens brancos e de elite que dominam as pesquisas. Necessitamos de diversidade e de pluralidade”, enfatizou Márcia Barbosa.

Direito de ser mãe e cientista
A professora da UFRGS é autora da pesquisa Por que tão poucas? Por que tão lentamente?, na qual revela que, na comparação com os homens, as mulheres recebem menos bolsas e registram os maiores índices de evasão da carreira, conforme avançam na pós-graduação. Ela defende medidas para apoiar mulheres cientistas a exercer o direito de ser mães sem serem penalizadas por isso.  “Vamos propor a inclusão de declaração de filhos no Lattes [plataforma do CNPq que registra a produção científica dos pesquisadores que atuam no Brasil] e a instauração de uma comissão de gênero para a Capes”, anunciou.

Ao fim da conferência, Márcia Barbosa chamou a atenção para o assédio moral e sexual nas instituições. “Infelizmente no trabalho, nas universidades e na vida cotidiana, a mulher ainda é um objeto. O assédio é real e afeta nossas jovens. Precisamos estruturar ouvidorias especializadas para tratar disso. Somos bons para formar comitês de ética animal para tratar dos experimentos e estabelecer critérios, mas ainda não temos comitês de ética humana para monitorar as relações, em particular as de poder entre professores e estudantes”, disse ela, sob aplausos da plateia.

Plateia que lotou o auditório da Reitoria para acompanhar a aula inaugural

Antes da conferência, a pró-reitora de Extensão, Cláudia Mayorga, apresentou a estrutura curricular e as disciplinas ofertadas neste semestre pela Formação Transversal em Direitos Humanos. Presente na aula inaugural, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida ressaltou a importância dessa formação no percurso acadêmico do estudante de graduação. A atividade foi promovida pela Rede Direitos Humanos, vinculada à Pró-reitoria de Extensão, em parceria com a Pró-reitoria de Pós-graduação da UFMG.

Cientista premiada
Márcia Barbosa é pesquisadora nível 1B do CNPq e membro titular da Academia Brasileira de Ciências. Tem experiência na área de Física, atuando principalmente em água e suas anomalias e soluções aquosas. Por seu trabalho nesse campo, ganhou o Prêmio Loreal e Unesco de Mulheres nas Ciências, na área de física, e o Prêmio Claudia em Ciência, ambos em 2013. Também estuda questões de gênero na ciência, abordagem que lhe rendeu, em 2009, o prêmio Nicholson Medal, da American Physical Society. Devido à sua atuação na pós-graduação, Márcia Barbosa foi agraciada com o Prêmio Anísio Teixeira da Capes. Ela também integra a diretoria da Academia Brasileira de Ciências.

Zirlene Lemos / Assessoria de Comunicação da Proex-UFMG

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O Journal of Advanced Research dedicou uma edição especial de sua revista científica a estudos sobre a urease

Via UFMG

Ângelo de Fátima e Luzia Modolo coordenam única rede no mundo especializada na investigação de inibidores da enzima

Os professores Ângelo de Fátima (Departamento de Química do ICEx) e Luzia Modolo (Departamento de Botânica do ICB), juntamente com a professora Barbara Krajewska (Jagiellonian University, Polônia), editaram, a convite do Conselho Editorial do Journal of Advanced Research, da editora Elsevier, um volume da publicação sobre ureases, intitulado Biotechnological and medical relevance of ureases (Relevâncias biotecnológicas e médicas das ureases). O número reúne nove artigos que abordam diferentes aspectos biotecnológicos das ureases na agricultura, pecuária, medicina e engenharia e destaca o progresso no desenvolvimento de inibidores de ureases de interesse farmacológico.

As ureases são enzimas que catalisam a hidrólise da ureia em dióxido de carbono e amônia, o que pode afetar negativamente a saúde e a qualidade de vida de humanos e animais. Elas causam perdas de nitrogênio no solo quando a ureia é usada como fertilizante e estão associadas a algumas doenças causadas por infecções microbianas, tanto em animais quanto em humanos. “As ureases podem impactar negativamente a qualidade de vida em vários âmbitos”, explica Luzia Modolo.

Conteúdo diverso
O volume especial oferece um histórico das ureases, com relato de importantes papéis biológicos dessas proteínas no escopo das atividades catalíticas e não catalíticas. No campo da agricultura, revela a eficiência agronômica do N-(butyl) thiophosphoric triamide (NBPT), inibidor de urease amplamente empregado, e os avanços, desde 2005, na busca por novos inibidores da enzima de interesse agronômico com vistas à diminuição do impacto ambiental do uso de ureia.

Relatos sobre diversas bactérias do trato gastrointestinal de ruminantes e não ruminantes que apresentam atividade da urease salientam as implicações dessas enzimas no metabolismo da ureia e como as atividades de pecuária podem se beneficiar do uso de inibidores.

Um dos artigos de revisão que compõem a edição contém informação detalhada sobre métodos clínicos baseados na atividade de ureases para o diagnóstico de infecções por Helicobacter pylori e comprovação de cura pós-terapêutica.

O potencial da atividade urease na mineralização de carbonato de cálcio também é explorado nas mais diversas áreas de engenharia como técnica inovadora e ambientalmente amigável para a remediação, deposição e consolidação de solo/areia, proteção e restauração de estruturas rochosas e de concreto e obras de arte, aumento da recuperação de óleo e sequestro de CO2 de origem geológica.

Além disso, o volume do Journal of Advanced Research oferece coletânea sobre diversos inibidores de urease de interesse clínico (de origem natural ou sintética), com enfoque em estudos cristalográficos e de modelagem molecular para o desenvolvimento de inibidores mais eficientes.

Todos os artigos estão disponíveis para acesso gratuito.

 

Os editores
Os professores Ângelo de Fátima e Luzia Modolo são os coordenadores da Rede para Estudos de Novos Inibidores de Urease (Redniu), a única dedicada ao tema no mundo. Criado em 2010, o grupo congrega pesquisadores das mais variadas especialidades de 12 instituições de ciência e tecnologia brasileiras e desenvolve trabalhos colaborativos com pesquisadores da Índia e da Itália. O esforço despertou o interesse da iniciativa privada, que identificou a possibilidade de desenvolvimento conjunto de produtos à base de inibidores da enzima.

Na UFMG, os pesquisadores têm investigado potenciais inibidores de ureases. “Temos concentrado nossos esforços no desenvolvimento de uma formulação à base de ureia para uso na agricultura, além de um comprimido para o tratamento de infecções causadas pela bactéria Helicobacter pylori e espécies do fungo Cryptococcus”, conta Luzia Modolo.

Dalila Coelho

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No centro, professora Cláudia Gomes França com algumas crianças do projeto SoFiA

No centro, professora Cláudia Gomes França com algumas crianças do projeto SoFiA

Via UFMG

Atividade abre formação transversal nesta segunda-feira

Educação e divulgação científica para comunidades periféricas serão abordadas na aula Conectar e compartilhar conhecimentos: repensando diálogos e territórios para a divulgação científica, que inaugura a Formação Transversal em Divulgação Científica nesta segunda-feira, 13, às 18h, no Auditório 1, na Face.

Com a participação dos professores do Cefet-MG Bráulio Chaves e Cláudia Gomes França, a aula tem o objetivo de debater as dificuldades em promover a democratização do conhecimento em espaços historicamente cerceados de ações que incentivem a educação científica. Os docentes apresentarão as experiências do projeto SoFiA, desenvolvido nas comunidades Cabana do Pai Tomás e Aglomerado da Serra.

O projeto busca fomentar a aprendizagem científica de crianças, adolescentes e adultos que moram nessas comunidades por meio de produções artísticas e culturais, visitas a museus de ciência e a realização de oficinas.

Na avaliação dos professores, trazer para a universidade as experiências de um projeto do gênero serve para estimular iniciativas que visem expandir os limites da academia, propiciando a construção de conhecimento na sociedade.

A aula é aberta à comunidade da UFMG. Informações sobre as outras ofertas da Formação Transversal podem ser acessadas no portal UFMG Meu Lugar.

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João Paulo Martins (em pé, à esquerda) e alunos: os quatro concorrentes brasileiros trouxeram medalhas da Europa
João Paulo Martins (em pé, à esquerda) e alunos: todos os concorrentes brasileiros trouxeram medalhasAcervo Departamento de Química

Quinze professores prepararam os estudantes, em quatro áreas; atividade deverá ser transformada em projeto de extensão

Via UFMG

Os quatro representantes brasileiros na edição deste ano da Olimpíada Internacional de Química – realizada no fim do mês passado, na Eslováquia e na República Tcheca –, todos medalhistas, receberam treinamento no Departamento de Química da UFMG. Em março deste ano, um grupo de 16 estudantes de ensino médio, de diversos estados, foram preparados por 15 professores da UFMG, nas áreas de química orgânica, físico-química, química analítica e química inorgânica.

Os premiados foram Ivna Ferreira Gomes, Vinicius Figueira Armelin (ambos com medalhas de ouro), João Victor Moreira Pimentel (prata) e Orisvaldo Salviano Neto (bronze). Ivna, João Victor e Orisvaldo são oriundos de escolas do Ceará, e Vinicius estuda em São Paulo. No total, foram distribuídas 198 medalhas, e o Brasil, que ficou na 12ª posição, teve seu melhor desempenho no evento mundial, que é realizado há 50 anos. O país registrou melhor classificação das Américas, depois dos Estados Unidos.

Durante duas semanas, oito horas por dia, o grupo assistiu a aulas sobre tópicos avançados, de nível universitário. Além de resolver questões propostas pelo Comitê Organizador Internacional, os jovens foram desafiados por problemas elaborados pelos professores do ICEx.

Formalização
Na UFMG, os estudantes cumpriram a quinta de seis fases de treinamento da Olimpíada Brasileira de Química. É a segunda vez que a Universidade fica responsável pelo treinamento e pela seleção dos concorrentes para o evento internacional.

Segundo o professor Gilson Freitas, coordenador da equipe responsável pelo treinamento, ao lado de João Paulo Martins, existe a intenção de transformar o programa de treinamento do Projeto Olimpíadas, do Departamento de Química, em projeto de extensão. As atividades seriam abertas a estudantes de escola públicas e particulares.

Desde 2008, o departamento coordena a Olimpíada Mineira de Química (OMQ). De acordo com Gilson Freitas, os estudantes mineiros têm demonstrado talento, e os resultados tendem a melhorar com a consolidação da OMQ e o maior engajamento das escolas e da comunidade de químicos na formação dos jovens. “É preciso estimular mais as escolas em todas as cidades mineiras a participar das Olimpíadas, desde as etapas iniciais, que visam à seleção dos representantes escalados para as competições nacional e internacional”, afirma o professor.

 

 

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